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Viola descobre o assassino de Molina e trama vira palco de confronto em ‘Mania de Você’
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2 anos atrásem
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Em uma sequência de revelações chocantes, a novela Mania de Você viu a trama se aprofundar nos mistérios e segredos que envolvem os protagonistas. Na história, Viola, uma jovem de origem humilde que se torna a protagonista, finalmente descobre a identidade do verdadeiro assassino de Molina, o magnata inescrupuloso que sempre figurou como uma sombra sinistra sobre a vida dos personagens principais. O desfecho dessa descoberta não só provoca um barraco entre os personagens como também cria uma divisão irreparável entre eles.
O crime e os suspeitos
Desde o início, Molina foi apresentado como um empresário manipulador, cujas relações com Mércia, Viola e Mavi tinham raízes profundas em segredos e vinganças. Quando o crime ocorreu, uma investigação informal se estabeleceu entre os personagens principais: Mércia, Rudá, Viola, Luma e Mavi, todos presentes na fatídica noite do assassinato. Molina, encontrado morto com um tiro, deixou suspeitas e um rastro de tensão crescente entre os envolvidos, já que cada um tinha motivos pessoais para desejar sua morte.
No entanto, a trama revelou recentemente que Mavi, herdeiro legítimo de Molina e um dos personagens mais complexos, foi o responsável pelo crime. A revelação não veio facilmente e envolveu um jogo psicológico onde Mavi manipulava e chantageava aqueles ao seu redor, especialmente Viola e Luma, para manter seu segredo protegido. Com a descoberta, Viola se vê em um dilema moral, questionando as lealdades e ponderando se deve confrontar Mavi ou proteger o que restou de sua segurança emocional.
Descobertas e traições
A trama se intensifica quando Mércia, que também nutria sentimentos mistos por Molina, consegue acesso a um vídeo escondido. No vídeo, cenas do momento do crime incriminam Mavi como o verdadeiro assassino, pondo fim às suspeitas sobre os outros personagens. Com a verdade exposta, Mércia decide revelar o conteúdo do vídeo, mas enfrenta pressões para proteger o filho, mesmo diante do risco de expor suas próprias falhas.
Essa revelação explode como uma bomba na vida de Viola, que sempre suspeitava das intenções de Mavi. Logo após descobrir a verdade, ela confronta o assassino, que tenta justificar o ato como um acerto de contas com o pai, uma figura opressiva e manipuladora que sempre o subjugou. A intensidade do confronto é marcada por um embate emocional e moral, onde os dois personagens precisam encarar seus próprios demônios.
Reviravoltas e novos aliados
Luma, que também sofreu com a manipulação de Mavi, encontra-se em uma posição estratégica para se vingar. Durante um encontro com Mércia, Luma finalmente consegue as provas necessárias para desmascarar Mavi e recuperar os bens que ele lhe roubou. Mércia, ao perceber que seu filho cruzou todos os limites, decide apoiar Luma, alimentando a vingança da jovem e apoiando sua reaproximação com Viola.
Viola, enquanto isso, arma um escândalo público que divide os personagens e expõe as falhas de Mavi perante a sociedade. Determinada a seguir em frente, ela termina o noivado com Mavi, abrindo caminho para novas alianças. Para Rudá, essa descoberta também significa uma oportunidade de reconquistar Viola e colocar fim às mentiras de Mavi, tentando, assim, restaurar a confiança entre eles.
A cena do crime: o desfecho
A sequência do assassinato é uma das cenas mais emblemáticas da novela. Naquela noite, Molina havia sequestrado Viola e a mantido sob pressão em uma sala secreta, onde pretendia negociar sua vida em troca de informações. Rudá, ao descobrir o cativeiro, invade o local, resultando em uma luta física entre ele e Molina. Com o desenrolar dos eventos, Mércia e Mavi chegam ao local, e é nesse momento de tensão que a morte ocorre. A luz se apaga, tiros são ouvidos, e, quando reacendem, Molina está morto. Para os espectadores, a cena deixa um suspense calculado, onde apenas a posterior análise do vídeo expõe Mavi como o autor do disparo fatal.
Repercussões na sociedade e nos personagens
A morte de Molina e a descoberta de seu assassino têm consequências profundas, não apenas na vida dos envolvidos, mas também na sociedade que orbita ao redor deles. A posição de Mavi como herdeiro do império de Molina se vê ameaçada, e aliados do empresário começam a se afastar. No entanto, Mavi continua manipulador e promete retaliações contra aqueles que ameaçam seu poder.
Para Viola, essa experiência transforma sua visão sobre confiança e lealdade. Determinada a não cair novamente em armadilhas, ela decide se afastar dos antigos amigos e construir uma nova fase em sua vida. Em contraste, Luma, agora com o apoio de Mércia, começa sua vingança contra Mavi, expondo seu passado e retomando os bens que foram roubados.
Reflexões finais e próximos capítulos
Com a trama se aproximando do final, os espectadores aguardam os desdobramentos da vingança de Luma, a independência de Viola e o provável colapso de Mavi. O impacto desse enredo provoca reflexões sobre os limites da ambição, os segredos familiares e o preço da vingança. A narrativa, marcada por suas reviravoltas e desenvolvimento psicológico, mantém a atenção do público, que espera um encerramento à altura das intrigas reveladas.
A história de Mania de Você promete ainda mais emoções nos capítulos finais, com alianças inesperadas e a possível redenção de alguns personagens, enquanto outros podem enfrentar seu destino final.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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