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Visando humanitários? Mais trabalhadores humanitários mortos em 2024 do que nunca | Notícias do conflito Israel-Palestina

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Este é o ano mais letal para ser um trabalhador humanitário. Dos 281 trabalhadores humanitários mortos, a maioria estava na Palestina.

Mais trabalhadores humanitários foram mortos em 2024 do que em qualquer outro ano já registado, afirmaram as Nações Unidas.

Pelo menos 281 trabalhadores humanitários foram mortos em 19 países, superando o recorde anterior de 280 trabalhadores humanitários mortos em 2023, de acordo com dados da Base de Dados de Segurança dos Trabalhadores Ajudantes (AWDS).

Quase dois terços (178) dos trabalhadores humanitários mortos estavam na Palestina. Israel matou 175 trabalhadores humanitários em Gaza e três na Cisjordânia ocupada.

Desde 7 de outubro de 2023, pelo menos 333 trabalhadores humanitários em Gaza foram mortos em ataques israelitas, de acordo com o E.

(Al Jazeera)

O trabalho que salva vidas que os trabalhadores humanitários fazem

Os trabalhadores humanitários, também chamados de trabalhadores humanitários, são fundamentais na prestação de assistência vital às comunidades afetadas por crises como conflitos, catástrofes naturais ou pobreza.

Distribuem alimentos, fornecem abrigo, oferecem cuidados médicos, garantem o acesso a água potável e saneamento e prestam outros serviços essenciais de gestão de crises.

Segunda fase da campanha de vacinação contra a poliomielite começa em Gaza
Uma criança palestiniana recebe uma vacina contra a poliomielite numa clínica da UNRWA em Deir el-Balah, Gaza, durante uma campanha para crianças menores de 10 anos organizada pela OMS, UNRWA e UNICEF, 14 de outubro de 2024 (Ashraf Amra/Agência Anadolu)

Os trabalhadores humanitários trabalham normalmente com organizações sem fins lucrativos, incluindo agências das Nações Unidas, a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC), bem como organizações não governamentais (ONG) internacionais e nacionais.

A maioria dos trabalhadores humanitários são funcionários locais que desempenham um papel central na prestação de assistência, apoiados por trabalhadores internacionais que fornecem conhecimentos e recursos adicionais.

Em Gaza, a maioria dos trabalhadores humanitários são empregados pela Agência das Nações Unidas de Assistência e Obras para os Refugiados da Palestina no Oriente Próximo (UNRWA).

Desde 7 de Outubro, pelo menos 243 dos 13.000 funcionários da UNRWA foram mortos – um em cada 50 funcionários – o maior número de mortes de funcionários na história da ONU.

Ameaças aos trabalhadores humanitários em todo o mundo

Fora da Palestina, pelo menos 103 trabalhadores humanitários foram mortos este ano, incluindo 25 no Sudão, 11 na Ucrânia e 11 na República Democrática do Congo (RDC).

“Eles mostram o melhor interesse que a humanidade tem a oferecer. E estão a ser mortos, em números recorde, em troca”, disse o porta-voz do OCHA, Jens Laerke, aos jornalistas na sexta-feira, numa conferência de imprensa em Genebra.

“Os Estados e as partes em conflito devem proteger os humanitários, defender o direito internacional, processar os responsáveis ​​e encerrar esta era de impunidade”, concluiu Tom Fletcher, subsecretário-geral da ONU para assuntos humanitários e coordenador de ajuda de emergência.

INTERATIVO - Obras humanitárias mortas em 2024 - NOV24 - 2024-1732520245
(Al Jazeera)



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Cerimônia do Jaleco marca início de jornada da turma XVII de Nutrição — Universidade Federal do Acre

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No dia 28 de março de 2026, foi realizada a Cerimônia do Jaleco da turma XVII do curso de Nutrição da Universidade Federal do Acre. O evento simbolizou o início da trajetória acadêmica dos estudantes, marcando um momento de compromisso com a ética, a responsabilidade e o cuidado com a saúde.

 

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Ufac realiza aula inaugural do MPCIM em Epitaciolândia — Universidade Federal do Acre

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Ufac realiza aula inaugural do MPCIM em Epitaciolândia — Universidade Federal do Acre

A Ufac realizou a aula inaugural da turma especial do mestrado profissional em Ensino de Ciência e Matemática (MPCIM) no município de Epitaciolândia (AC), também atendendo moradores de Brasileia (AC) e Assis Brasil (AC). A oferta dessa turma e outras iniciativas de interiorização contam com apoio de emenda parlamentar da deputada federal Socorro Neri (PP-AC). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 27.

O evento reuniu professores, estudantes e representantes da comunidade local. O objetivo da ação é expandir e democratizar o acesso à pós-graduação no interior do Estado, contribuindo para o desenvolvimento regional e promovendo a formação de recursos humanos qualificados, além de fortalecer a universidade para além da capital. 

A pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Lima Carvalho, ressaltou que a oferta da turma nasceu de histórias, compromissos e valores ao longo do tempo. “Hoje não estamos apenas abrindo uma turma. Estamos abrindo caminhos, sonhos e futuros para o interior do Acre, porque quando o compromisso atravessa gerações, ele se transforma em legado. E o legado transforma vidas.”

 



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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.

A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.

Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.

Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.

Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.



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