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Vítimas de ataque com caminhão em Nova Orleans processam cidade por não protegê-las | Ataque de caminhão em Nova Orleans
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Associated Press
Seis pessoas feridas e o pai de um homem que foi morto no Ataque de caminhão de ano novo entrou com uma ação na quinta-feira contra a cidade de Nova Orleães e dois empreiteiros, alegando que não conseguiram proteger os foliões de um veterano do exército que contornou um bloqueio policial e correu pela Bourbon Street, matando 14 pessoas e ferindo pelo menos 30.
O ataque por Shamsud-Din Jabbar foi trágico, mas evitável, deixando as seis vítimas com ossos quebrados, sofrimento físico e angústia mental e matando Brandon Taylor, de acordo com a ação movida no tribunal distrital da paróquia de Orleans por Matthew Hemmer com o escritório de advocacia Morris Bart. Jabbar foi morto em um tiroteio com a polícia.
Os demandantes, que buscam indenização não especificada, incluem Alexis Windham, que sofreu ferimentos por impacto e bala no pé, e Corian Evans, Jalen Lilly, Justin Brown, Shara Frison e Gregory Townsend, que sofreram ossos quebrados e outros ferimentos. Eles se juntaram ao pai de Brandon Taylor, Joseph. Windham, Evans, Lilly e Brown são do Alabama, enquanto Frison e Townsend são do Missouri.
Taylor, 43 anos, trabalhava como cozinheiro de restaurante no Nova Orleães área e adorava música, especialmente rap. Ele deixa para trás sua noiva, que estava com ele quando foi morto, e seu pai.
Mensagens de e-mail e telefone deixadas com a cidade de Nova Orleans, a prefeita LaToya Cantrell e os empreiteiros Mott MacDonald e Hard Rock Construction buscando comentários sobre o processo não foram retornados imediatamente.
Os incidentes com veículos que se chocaram contra multidões começaram a aumentar depois de 2016, quando 86 pessoas foram mortas no Dia da Bastilha em Nice, França, afirma o processo. Nova Orleães procurou aconselhamento sobre o risco deste tipo de ataque no French Quarter e investiu 40 milhões de dólares em projectos de melhoria da segurança pública, incluindo a aquisição de postes de amarração portáteis – colunas de protecção concebidas para bloquear o tráfego de veículos – para manter os carros fora da Bourbon Street.
No entanto, os postes de amarração eram frequentemente desativados quando os trilhos por onde circulavam ficavam entupidos com contas, recipientes de bebidas, água da chuva e outros fluidos, disse o processo. Um relatório de 2019 da empresa nova-iorquina Interfor International disse que o French Quarter corria o risco de um ataque veicular, acrescentando que “o atual sistema de amarração na Bourbon Street não parece funcionar” e deveria ser consertado imediatamente.
Um relatório de abril de 2024 de Mott MacDonald, uma empresa de design contratada para projetos rodoviários, incluía a possibilidade de um caminhão Ford F-150 virar na Bourbon Street, que foi o que aconteceu no dia de Ano Novo, mas o projeto de substituição do poste de amarração da empresa não incluiu postes de amarração fixos no French Quarter, disse o processo.
A construção das atualizações de segurança começou em novembro, mas as obras na Canal Street só começaram em 19 de dezembro e a construção estava em andamento em 1º de janeiro, quando ocorreu o ataque, disse o processo. As autoridades disseram que Jabbar dirigiu uma caminhonete F-150 na calçada ao redor de um carro da polícia que bloqueava a entrada da Canal Street para a Bourbon Street.
“Barreiras adequadas, temporárias ou não, não foram erguidas no canteiro de obras”, afirma o processo. “Como resultado, o cruzamento parecia um alvo fácil. Após a penetração inicial, o Sr. Jabbar conseguiu viajar aproximadamente três quarteirões pela Bourbon Street.”
Os empreiteiros e a cidade não conseguiram implementar um sistema eficaz para dissuadir tal ameaça, afirma o processo.
Dois outros escritórios de advocacia anunciaram na quarta-feira que representam quase duas dúzias vítimas do ataque e estão conduzindo sua própria investigação, afirmando que “as autoridades estavam tragicamente conscientes e não protegeram o público”.
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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre
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27 de julho de 2026Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.
Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.
Cultivo do cacaueiro
O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.
“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”
Bananicultura no Acre
A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.
“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”
Mulheres na gestão
A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.
“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.
Milho e inflação
O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.
“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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