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Vitória do Santos impulsiona expectativas de Ponte Preta e Portuguesa na Copa do Brasil

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A recente vitória do Santos no Campeonato Paulista trouxe um efeito cascata significativo para outras equipes, como Ponte Preta e Portuguesa. Enquanto o Santos assegura sua vaga nas semifinais, a batalha para as vagas na Copa do Brasil se intensifica, trazendo ainda mais tensão para as equipes que almejam um espaço no torneio nacional. O sistema de classificação baseado no desempenho estadual faz cada jogo ter peso crucial, principalmente nesta fase decisiva.

O formato do Campeonato Paulista é rigoroso, e com a definição dos semifinalistas, clubes como Ponte Preta e Portuguesa têm mais clareza sobre o que é necessário para seguir em frente. Nesse contexto, a vitória santista cria um novo cenário de oportunidades e desafios, impulsionando o planejamento e as expectativas de outras equipes.

Sistema de classificação para a Copa do Brasil

O Campeonato Paulista distribui suas vagas para a Copa do Brasil com base no desempenho geral das equipes ao longo da competição. Os quatro semifinalistas garantem automaticamente suas vagas, mas há também uma oportunidade extra: o time com a melhor campanha entre aqueles que não chegaram às semifinais também assegura uma participação no torneio nacional. Essa configuração faz com que cada ponto somado e cada gol marcado sejam fundamentais para as ambições das equipes que ainda estão na disputa.

Esse formato visa recompensar a consistência e o esforço ao longo de toda a competição. Com a fase de grupos cada vez mais intensa, clubes como Ponte Preta e Portuguesa estão sob a pressão de conquistar resultados importantes, sabendo que qualquer deslize pode custar caro. No entanto, a vitória do Santos trouxe uma combinação de resultados que, para essas equipes, reaviva a esperança e coloca em evidência a importância das próximas partidas.

Impacto direto da vitória do Santos

A vitória do Santos nas quartas de final não apenas fortaleceu sua posição na competição, mas também alterou o destino de outras equipes. Com o Santos avançando, a lista de vagas para a Copa do Brasil se torna ainda mais concorrida. Ponte Preta e Portuguesa, que ainda lutam por um desempenho que lhes garanta uma vaga, agora precisam redobrar seus esforços e analisar cada movimento no campo com maior precisão.

Para a Ponte Preta, a situação se revela delicada. O time, que já vivenciou diversas campanhas de destaque no cenário nacional, busca se recuperar e demonstrar que ainda é uma potência do futebol paulista. No entanto, o caminho não é fácil. A equipe enfrenta adversários diretos, e cada ponto disputado será decisivo para garantir sua posição entre os melhores. A vitória do Santos serve como um alerta: não há espaço para erros nesta reta final.

Por outro lado, a Portuguesa, tradicional time de São Paulo, vive um momento de esperança e renovação. Após anos de desafios, a equipe sonha em retornar ao protagonismo nacional. Com a vitória do Santos, as chances da Lusa aumentam, mas isso exige um esforço coletivo tanto em campo quanto nos bastidores. O apoio da torcida, sempre fiel e apaixonada, pode fazer a diferença nas partidas decisivas que estão por vir.

O cenário da Ponte Preta e suas expectativas

A Ponte Preta tem um histórico marcante no futebol brasileiro, mas sua campanha atual no Paulistão tem sido marcada por uma sequência instável de resultados. A vitória do Santos complicou ainda mais a situação, pois outros clubes passaram a ter chances matemáticas de se classificar, o que eleva a competitividade e a necessidade de precisão nas próximas partidas. O time precisa lidar com a pressão, a ansiedade e a necessidade de somar pontos de maneira eficaz.

Para garantir sua vaga na Copa do Brasil, a Ponte Preta precisará vencer adversários que também estão na luta por classificação, exigindo táticas precisas e execução impecável. Uma combinação de resultados pode beneficiar a Macaca, mas o controle sobre seu próprio destino depende da capacidade do time de superar desafios em campo.

A esperança renovada da Portuguesa

Já a Portuguesa tem demonstrado sinais de recuperação no cenário esportivo, especialmente após sua vitória na Copa Paulista, que trouxe confiança à equipe e aos torcedores. Agora, com a chance de conquistar uma vaga na Copa do Brasil, a Lusa precisa manter a consistência e aproveitar as oportunidades que surgirem. A vitória do Santos, embora aparentemente distante de sua realidade, influencia diretamente suas chances.

O planejamento da Portuguesa para os próximos jogos é fundamental. O time precisa de foco, disciplina e união para transformar as expectativas em resultados concretos. A combinação de um elenco motivado e um treinador experiente pode ser a chave para alcançar o objetivo desejado. Além disso, a Portuguesa sabe que conta com o apoio incondicional de sua torcida, que nunca abandonou o time, mesmo nos momentos mais difíceis.

Desafios e estratégias para a classificação

A reta final do Campeonato Paulista promete fortes emoções. Equipes como Ponte Preta e Portuguesa sabem que precisam dar tudo de si para garantir uma vaga na Copa do Brasil. As próximas partidas não serão apenas jogos, mas verdadeiras batalhas que definirão o futuro dessas equipes.

Pontos-chave a serem considerados:

  1. Próximos adversários: A Ponte Preta enfrentará rivais diretos, o que exigirá uma estratégia impecável e execução precisa em campo.
  2. Desempenho recente: A oscilação na campanha atual é um alerta para ambas as equipes; qualquer falha pode ser decisiva.
  3. Motivação e psicológico: Manter o foco em meio à pressão é essencial para que os jogadores entreguem o melhor desempenho.
  4. Apoio da torcida: A presença e o incentivo dos torcedores, especialmente para a Portuguesa, podem ser um diferencial.
  5. Táticas ofensivas e defensivas: Ajustes estratégicos serão cruciais para enfrentar adversários em situações semelhantes de pressão.

Determinação e foco

Para a Ponte Preta, é uma questão de honra e tradição. O time precisa mostrar que ainda é capaz de competir de igual para igual com os gigantes do futebol paulista. Cada jogador sabe da responsabilidade que carrega, e o técnico precisa ser inteligente ao montar o time, equilibrando juventude e experiência. Os próximos jogos serão verdadeiras finais, e qualquer detalhe pode definir o destino da equipe.

Já a Portuguesa enfrenta um desafio duplo: manter a consistência no campo e lidar com a pressão de torcedores que desejam ver o clube voltar a brilhar. O momento é de renovação, mas também de concentração máxima. A Lusa precisa encontrar o equilíbrio perfeito entre ousadia e cautela, aproveitando cada oportunidade de ataque sem comprometer a defesa.

Expectativa pelo desfecho

Com a vitória do Santos mudando o cenário, os torcedores de Ponte Preta e Portuguesa aguardam ansiosamente o desfecho do Campeonato Paulista. As próximas rodadas definirão se esses clubes terão a chance de representar o estado na Copa do Brasil, uma competição que pode transformar a temporada de qualquer equipe. A emoção está garantida, e os amantes do futebol paulista podem esperar por momentos de alta tensão.

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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