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Vitória no cinema mostra que persistência faz história – 06/01/2025 – Natalia Beauty
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2 anos atrásem
Fernanda Torres alcançou o topo da carreira ao receber um dos prêmios mais importantes do cinema internacional. A vitória aconteceu 25 anos depois de sua mãe, Fernanda Montenegro, ser indicada ao mesmo prêmio e sair sem a estatueta. Esse momento não é apenas um reconhecimento do talento de Fernanda, mas uma prova de que dedicação, preparo e persistência fazem toda a diferença para quem quer chegar longe.
É fato que o Globo de Ouro não veio de graça. Foram anos de trabalho, estudo e escolhas difíceis. Ser atriz exige muito mais do que estar diante das câmeras. É preciso se preparar, mergulhar nos personagens, enfrentar críticas e, muitas vezes, recomeçar do zero. O prêmio que Fernanda recebeu não representa apenas o seu esforço, mas também o potencial do Brasil, que, mesmo enfrentando tantas dificuldades, continua mostrando sua força e criatividade para o mundo.
Esse reconhecimento renova a esperança de muitos artistas e profissionais brasileiros, especialmente em um momento tão desafiador para o cinema nacional, marcado por cortes de recursos e pouca valorização. É um recado poderoso: o talento, aliado ao esforço, pode superar até as barreiras mais altas. Mais do que um troféu, essa vitória mostra que é possível ir longe, mesmo quando o cenário parece desfavorável.
Mas a trajetória de superação e determinação não é exclusiva do cinema. Ela também reflete no empreendedorismo feminino, onde muitas mulheres enfrentam lutas diárias para abrir e manter seus negócios.
Assim como Fernanda dedicou anos ao aperfeiçoamento para chegar ao topo, essas empreendedoras precisam enfrentar preconceitos, falta de apoio e outras dificuldades, mas continuam criando, inovando e conquistando espaços. Dados recentes mostram que o número de mulheres empreendendo cresce de forma consistente, mesmo em setores tradicionalmente dominados por homens. Isso só acontece porque elas persistem, mesmo quando tudo conspira contra.
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Seja no cinema ou nos negócios, o caminho para o sucesso nunca é fácil. Ele exige paciência, foco e, acima de tudo, muito trabalho. Fernanda Montenegro, há 25 anos, não levou o prêmio, mas deixou uma lição valiosa sobre a importância de continuar tentando. Hoje, Fernanda Torres mostra que esse esforço compensa e que o reconhecimento chega para quem persiste.
A vitória da Fernanda vai além da Fernanda. É uma inspiração para quem acredita que o trabalho duro vale a pena. Ela nos lembra que o sucesso não aparece do nada. Ele é construído com preparação, insistência e coragem de seguir em frente, mesmo nos momentos mais difíceis. Com esforço e paixão, os sonhos podem, sim, se tornar realidade.
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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