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Você conhece o serviço de carro por assinatura? Saiba tudo sobre o assunto aqui!

Gustavo Fonseca, do Doutor Multas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Possuir um carro é, sem dúvida, uma forma de ter mais conforto para se locomover até o trabalho, realizar tarefas (ir ao supermercado, por exemplo) e também para o lazer, é claro. Mas os custos de se manter um automóvel são altos. Além do valor do veículo, na maioria das vezes comprado por financiamento, onde já há taxas de juros e outras tarifas, o proprietário deve arcar com gastos como combustível, estacionamento, revisões, seguro, IPVA e eventuais multas de trânsito. Uma alternativa para facilitar a vida do condutor tem se tornado cada vez mais popular no Brasil: o carro por assinatura. Quer saber mais? Confira.

Transporte por aplicativo

A modalidade de transporte por aplicativo, como Uber, 99 e Cabify, veio para ficar. Esse tipo de serviço se tornou uma saída para quem não possui veículo e até para o transporte seguro após a balada ou happy hour. Os usuários indicam que gostam de utilizar o serviço pelo preço, facilidade, rapidez e eficiência.

Além disso, o transporte por aplicativo se tornou uma forma de complementar a renda de muitos brasileiros. Só no Uber, entre 2017 e 2018, havia o total de 500 mil motoristas cadastrados e mais de 20 milhões de usuários.

Ao contrário do que alguns poderiam imaginar, a popularização desse tipo de transporte não diminuiu o número de vendas de automóveis no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT, durante o ano de 2017, a frota de automóveis no país era de quase 42 milhões de unidades, o que dá uma média de aproximadamente 5 brasileiros por carro. Em 2007, a média era de um veículo para cada 7,3 habitantes.

Portanto, podemos concluir que, mesmo usando cada vez mais o serviço de aplicativo, é possível que as pessoas estejam substituindo os transportes públicos ou deixando seus carros na garagem em determinadas situações.

Mas não pense que todo motorista de aplicativo é dono de seu próprio veículo. Devido à alta demanda pelo serviço, o aluguel mensal ou anual de automóveis, recurso já consolidado na América do Norte e Europa, vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Você conhece como funciona? Sabe onde encontrar este tipo de serviço?

Carro por assinatura

O carro por assinatura é uma modalidade de aluguel de carro por plano mensal ou anual oferecida por locadoras de veículos, seguradoras e até por aplicativos.

A grande vantagem desse serviço é que o cliente, ao invés de financiar um veículo, paga um valor mensal por um veículo 0 km. O principal atrativo é que o aluguel de carro inclui serviços de revisão, impostos como IPVA e seguro. Assim, não é preciso se preocupar com estas demandas do carro, pois já estão embutidas no preço da mensalidade.

Esta é uma alternativa também para quem já é ou deseja ser motorista de aplicativo, sem ter que financiar e se preocupar com a manutenção de seu próprio automóvel.

Se for alugar carro por assinatura, vale destacar a importância de estar atento ao contrato. Leia-o atentamente e confira quais são os direitos e deveres do fornecedor e do cliente. Caso você tenha um contrato em vigência e tenha identificado alguma prática abusiva, procure os órgãos de defesa do consumidor.

Mas será que vale a pena?

Depende. De acordo com reportagem do Estadão de 2017, alguns usuários do serviço apontam porque o escolheram. Há quem acredite que a vantagem de não ter que se preocupar com a manutenção do veículo vale a pena. Além disso, após o término do contrato, é possível trocar o carro por um modelo novo, sem perder dinheiro com a depreciação do automóvel. Além disso, o suporte oferecido pela empresa proprietária do automóvel costuma ser rápido e eficaz. Algumas trazem o carro até o cliente, e as manutenções costumam ser rápidas.

Porém, alguns especialistas indicam que, dependendo do período do contrato, vale mais a pena investir no financiamento. Por isso, o melhor a se fazer é pesquisar as ofertas, fazer as contas, pechinchar e escolher o melhor custo-benefício.

Carro por assinatura para motorista de aplicativo

Se a sua intenção é alugar um carro para gerar renda como motorista de aplicativo, eu fiz uma simulação. O contrato de um Onix 1.0 Flex, da Chevrolet, manual, 4 portas e com ar condicionado, na Porto Seguro, sai a partir de R$ 1555,00 por mês no contrato de um ano e até 18 mil km rodados.

Um motorista de aplicativo recebe pelo menos R$ 58,00 por 30 km rodados (valor médio pelo aplicativo 99). Rodando mil quilômetros por mês, o retorno financeiro será de, em média, R$ 2 mil.

Conheça aqui maiores informações sobre leilão de veículo. E saiba onde investir.

Calculadora Doutor Multas

Na hora de fazer as contas de qual recurso é mais vantajoso, o Doutor Multas tem uma ferramenta que pode ajudá-lo. Nossa ferramenta foi desenvolvida para calcular a média de quanto custa ter um carro por hora. Utilize-a clicando aqui para auxiliá-lo a escolher entre alugar ou comprar um carro.

Recursos de multas

Nós do Doutor Multas, além de trazermos conteúdo relevante para nossos leitores, somos também especializados em recursos administrativos de multas de trânsito.

Foi autuado indevidamente? Exerça seus direitos! Você pode recorrer de qualquer penalidade de trânsito recebida, com três chances de sucesso.

Portanto, se precisar de orientação profissional para elaborar o seu recurso, conte conosco. Entre em contato pelo e-mail doutormultas@doutormultas.com.br ou pelo telefone 0800 6021 543. Faremos uma análise gratuita de seu caso. Nosso índice de sucesso é de 7 para cada 10 casos!

E aí, o que você achou do carro por assinatura? Ficou com alguma dúvida? Quer dar alguma sugestão? Fique à vontade para deixar seu comentário aqui embaixo. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o com os seus amigos. Continue nos acompanhando e aproveite mais dicas como as deste artigo.

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Tragédia

Mãe mata a filha de 2 anos à facadas após “crise de ciúmes”

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A madrugada desta quinta-feira (13) foi marcada por uma barbárie na região de Vicente Pires, que fica na região administrativa do Distrito Federal brasileiro. Vizinhos escutaram, por volta das 5h, um homem gritando que sua filha tinha sido assassinada.

A vítima, Júlia Félix de Moraes, 2 anos e dois meses, foi esfaqueada e não resistiu aos ferimentos. A mãe, Laryssa Yasmim Pires de Moraes, de 21 anos, acabou presa em flagrante pelo crime.

A Polícia Militar foi acionada via Copom. Quando chegou ao local, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) estava no apartamento onde ocorreu o homicídio, mas não houve tempo para socorrer a pequena. A mãe, segundo a PM, encontrava-se sentada próximo ao corpo da filha, com a roupa suja de sangue.

Quando os policiais perguntaram o que tinha ocorrido, ela disse: “Não sei, não sei, não sei. Matei minha filha!”. No local, também estava o pai da criança, Giuvan Félix, de 26 anos, que vestia apenas cueca. Ele também estava sujo de sangue. O rapaz contou que estava dormindo em um colchão no chão e acordou com a companheira golpeando seu rosto com uma faca.

Ele apresentava lesão no rosto e na mão. Disse ainda que não viu o momento em que a companheira esfaqueou a filha. Quando ele acordou sendo atacado, viu a criança no chão do quarto com marcas de sangue e perguntou o que havia ocorrido. Ele percebeu que a menina ainda estava viva e ligou para o SAMU.

Revelou também que a mulher estava morando em sua casa há poucos dias e que, nesta quinta-feira (13), iria sair do local. Ela foi encaminhada para a 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro), onde prestou depoimento.

Na delegacia, Giuvan disse que Laryssa era uma pessoa “difícil de lidar” e que “acordou com a faca na cara dele”. A jovem teria matado a menina após uma crise de ciúmes.

Uma moradora do prédio que fica em frente ao da família disse não acreditar no que ocorreu. “Eu via a criança brincando na janela, sempre. Ela era linda. Gostava de cantar e brincava por horas. O pai é muito tranquilo. Trabalhador. Não estamos entendendo o que aconteceu”, disse a mulher, que preferiu não se identificar.

Por notícias da hora Sergipe.

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BRASIL

Após prisões de vereadores, Câmara vai diminuir de 27 para 21 vereadores

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A ação ocorre após a cidade entrar nos holofotes de maneira negativa: 23 vereadores de Uberlândia – entre titulares e suplentes – foram presos depois de operações do Gaeco.

Vereadores de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, decidiram apresentar projetos que vão fazer com que o custo do Legislativo aos cofres do município diminua. A ação ocorre após a cidade entrar nos holofotes de maneira negativa: 23 vereadores – entre titulares e suplentes – foram presos depois de operações do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), braço do Ministério Público de Minas Gerais, durante 2019.

Câmara Municipal de Uberlândia vive crise institucional com renúncias e prisões de vereadores — Foto: Câmara de Uberlândia/Divulgação

Câmara Municipal de Uberlândia vive crise institucional com renúncias e prisões de vereadores — Foto: Câmara de Uberlândia/Divulgação

Os projetos ainda não foram protocolados, o que deve ocorrer na próxima semana. No última dia 24, oito vereadores assinaram documento solicitando a apresentação das propostas. A ação que mais chama atenção é a que diminui o número de vereadores para a próxima legislatura, que começa em janeiro do ano que vem. Os vereadores estão empenhados em reduzir de 27 para 21 as vagas no Legislativo local.

O Aparte apurou que a ação é uma tentativa dos atuais parlamentares – que não foram presos ou denunciados pelo Gaeco – em mostrar que não é toda a Câmara de Uberlândia envolvida com atos de corrupção. Políticos sem problemas com a Justiça estão desconfortáveis com a situação, ainda mais pelo fato de a eleição municipal estar próxima.

Outro projeto que será apresentado é para diminuir verba de gabinete e número de assessores (de 15 para dez auxiliares). A economia, em quatro anos, com todas as propostas, será de R$ 46 milhões – média de R$ 11,5 milhões por ano.

As sessões na Câmara de Uberlândia começam no dia 3 de fevereiro. “Na segunda-feira, os suplentes tomarão posse, e teremos quórum para votações”, disse a vereadora Michele Bretas (Avante), que não foi presa e não é investigada nas operações do Gaeco.

Desde outubro de 2019, operações movimentaram o Legislativo da maior cidade do Triângulo Mineiro. O Gaeco apurou que um contrato feito entre a Câmara e uma empresa de segurança tinha indícios de fraude.

O contrato previa 22 funcionários para a segurança, porém apenas 16, de fato, trabalhavam. Os valores referentes a seis funcionários-fantasma foram repassados para vereadores, em 2018, segundo o promotor do Gaeco Daniel Marotta informou à época. Essa operação foi batizada de “Guardião”.

Em outra investigação, chamada de “Má impressão”, foi apurado que vereadores utilizavam gráficas para produção de informativos. Porém, repassavam notas com valor muito superior ao que havia sido produzido. Um exemplo: foram feitos 1.000 informativos, mas as notas apontavam para produção de 30 mil panfletos.

Após as prisões, cinco vereadores – até a última quarta-feira – haviam renunciado e se comprometeram com a Promotoria a devolver as verbas desviadas ilicitamente aos cofres públicos. São eles: Flávia Carvalho (PDT), Roger Dantas (Patriota), Ricardo Santos (PP), Felipe Felps (PSB) e Ismar Prado (PMB). Com informações de HEITOR MAZZOCO, Otempo.

Justiça determina que dois suplentes de vereadores em Uberlândia não podem assumir cargos públicos

Murilo Ferreira (sem partido) e Sargento Araújo (SD) são investigados na Operação “Má Impressão”. Ambos vão recorrer; relembre crise na Casa e últimas renúncias.

A Justiça determinou o afastamento dos vereadores suplentes Murilo Ferreira (sem partido) e Sargento Araújo (SD) de qualquer função pública, que inclui o cargo de vereador. Os dois estavam habilitados para entrar no lugar de Flávia Carvalho (PDT) e Juliano Modesto (SD), respectivamente.

A decisão ocorreu depois de uma denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) por serem investigados na Operação “Má Impressão”, que apura uso indevido de verba indenizatória na emissão de notas fiscais falsas em gráficas.

A posse dos suplentes está marcada para a primeira sessão do ano, no dia 3 de fevereiro. A produção da TV Integração entrou em contato com os dois suplentes, que confirmaram que vão recorrer. Veja na sequência os posicionamentos e relembre situação na Câmara abaixo.

Sanções

Na decisão também consta que os parlamentares ficam proibidos de acessar as dependências da Câmara Municipal e de manter contato com os demais investigados e servidores da Casa. Eles ainda devem colocar tornozeleira eletrônica.

“É inegável a gravidade dos fatos investigados, tal como sustentados pelo membro do Parquet oficialmente perante este Juízo. Acertadas, também, as alegações de que não se mostra necessária a providência de extrema prisão e de que é imprescindível a aplicação de outras medidas introduzidas em nosso ordenamento legal, declarou o juiz Felipe Ivar Gomes de Oliveira no documento.

Murilo Alves

Na denúncia, o vereador Murilo Alves, ao assumir como suplente da vereadora Flávia Carvalho – que renunciou ao cargo – nos meses de fevereiro e março de 2018, teria continuado um esquema de corrupção envolvendo uma das gráficas denunciadas.

O documento indica que o investigado utilizava nota fiscal ideologicamente falsa para obter reembolso de valores.

Sobre a decisão, Murilo Alves informou que vai recorrer, que não teve contato direto com o delator dos fatos e que tem como provar que produziu os materiais na gráfica.

Sargento Araújo

Consta na denúncia que o vereador Sargento Araújo, ao assumir como suplente do vereador Juliano Modesto – que está afastado da função por conta da mesma operação – continuou o esquema de corrupção com uma gráfica, também utilizando notas falsas para obter o reembolso dos valores.

Para a produção da TV Integração, ele informou que vai acatar a decisão, mas vai recorrer.

Desistência de suplentes

No início desta semana, ocorreram as leituras que oficializaram as desistências dos suplentes Jerônima Carlesso (sem partido), Norberto Nunes (PSDB) e David Thomaz (PSDB). Todos alegaram motivos particulares.

Renúncias

Nas últimas semanas, foram feitas as leituras das renúncias oficiais de Flávia Carvalho (PDT) e Felipe Felps (PSB), além de Ricardo Santos (PP) e Roger Dantas (Patriota).

Em 2019, Ismar Prado (PMB) já havia renunciado, após investigação de desvio de verbas durante a Operação “O Poderoso Chefão”.

Crise na Câmara

A Câmara de Uberlândia vive uma crise institucional desde que vereadores foram presos em operações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) no fim de 2019.

O ano começou com 14 políticos no Presídio Professor Jacy de Assis, investigados por uso irregular de verba de gabinete em esquemas com gráficas.

Eles foram presos nas operações “Má Impressão”, que investiga uso indevido de verbas indenizatórias, e “O Guardião”, que tratava de fraudes em contratos de segurança. Pouco depois, diversos habeas corpus começaram a ser acatados pela Justiça e os vereadores foram soltos.

Após as prisões no final de 2019, a configuração na Câmara passou a mudar semanalmente. Alguns parlamentares fizeram acordos e renunciaram e, assim, uma nova Mesa Diretora foi formada.

Dúvidas sobre suplência e questões como salários e contratos da Casa também vieram à tona. Em seguida, cartas de renúncia foram lidas e suplentes foram convocados. Por MG1 e G1 Triângulo e Alto Paranaíba.

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