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Votos do Equador nas eleições da segunda rodada da Razor-DW-13/04/2025
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Equadoria estão indo para as pesquisas para o que se espera que seja uma eleição presidencial da segunda rodada de perto.
Daniel Noboa, que é presidente há pouco mais de 16 meses, enfrenta a esquerda Luisa Gonzalez, a quem venceu em uma corrida de 2023 para terminar o mandato de seu antecessor.
Noboa, do Partido Nacional de Ação Democrática, terminou 16.746 votos antes de seu rival na primeira rodada da votação em fevereiro de 2025.
Noboa essencialmente permanece em um cargo desde 2023, quando seu antecessor deixou o cargo em meio a processos de impeachment.
Mais de 13 milhões de pessoas elegíveis para votar
Com preocupações de fraude eleitoral alta, ambos os candidatos, e o mentor de Gonzalez, ex -presidente Rafael Correainstou seus observadores a serem vigilantes, cada um com mais de 45.000 observadores de lugares de votação.
As pesquisas abriram às 07:00 horário local (14:00 CEST, 12:00 GMT) e fechará às 17:00 horário local (00:00 CEST de segunda -feira, 22:00 GMT).
Mais de 13 milhões de pessoas são elegíveis para votar, o que é obrigatório para adultos até os 65 anos de idade. A falha em votar nos resultados em uma multa de US $ 46 (€ 40,5). É opcional para pessoas de 16 e 17 anos e para aquelas com mais de 65 anos.
Quem são os candidatos?
Em 2023, Noboa e Gonzalez eram amplamente desconhecidos para a maioria dos eleitores, pois buscavam a presidência pela primeira vez.
Eles eram legisladores de primeiro mandato em maio de 2023, quando então presidente Guillermo Lasso dissolveu a Assembléia NacionalAssim, desencadeando eleição instantânea.
Noboa, 37 anos, é herdeiro de uma fortuna de banana multibilionário, enquanto Gonzalez, 47, do Partido da Revolução dos Cidadãos, é advogado e ex-legislador.
Como Noboa e Gonzalez disseram que vão governar?
Noboa previu um crescimento econômico de 4% em 2025, se suas políticas, que incluem um aumento no imposto e algumas medidas de austeridade, continuarem.
Ele se prometeu impedir novos cortes de energia e aumentar o setor de petróleo com investimento privado, além de ter tomado medidas recentes, como distribuir pagamentos a pessoas afetadas por um derramamento de petróleo e pequenas empresas atingidas pelas inundações.
O Equador vai para as pesquisas para o escoamento presidencial
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“Os equatorianos querem mudanças reais”, disse Noboa em seu evento final de campanha em Guayaquil na quinta -feira.
“Neste domingo, ensinaremos uma lição a essa revolução fracassada, aos oficiais ruins que nos atacam, a todas as máfias que levaram nossa paz e a toda a corrupção que nos impediu de avançar”, acrescentou.
Por outro lado, Gonzalez prometeu reviver os programas sociais promulgados por Correa durante sua década no poder.
“Sua vida ficou melhor nesses 15 meses? Ou pior? Você tem a resposta: em sua carteira, em sua casa, em seu coração”, disse ela em um vídeo de mídia social de quinta -feira.
“Neste domingo, escolhemos entre continuar a cair e nos levantar para defender a esperança”.
Gonzalez seria a primeira mulher eleita presidente do Equador se vencer.
Como Noboa reprimiu gangues?
Em janeiro de 2024, Noboa disse que o Equador estava em um estado de “conflito armado interno”o que lhe permitiu implantar milhares de soldados nas ruas para combater as gangues.
Cartéis no Equador – Democracia sob pressão
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As pessoas foram acusadas de contagem de terrorismo por quaisquer supostos vínculos com grupos criminais organizados.
Algumas das táticas de combate ao crime pesadas de Noboa estão sob escrutínio para testar os limites das leis e normas do governo.
A taxa de homicídios no Equador caiu de 46,18 por 100.000 pessoas em 2023, para 38,76 por 100.000 pessoas em 2024. No entanto, a taxa permaneceu muito superior aos 6,85 homicídios por 100.000 pessoas vistas em 2019.
Quais são as principais preocupações para os eleitores?
Os eleitores estão preocupados principalmente com a violência e um aumento no crime ligado ao tráfico de cocaína produzido na vizinha Colômbia e Peru.
Ambos os candidatos prometeram políticas difíceis de crimes, melhores equipamentos para aplicação da lei e ajuda internacional para combater cartéis de drogas e grupos criminosos locais.
Assassinatos, contrabando de armas, roubo de combustível, extorsão e outros crimes realizados por grupos criminais locais aliados a cartéis mexicanos e a máfia albanesa aumentaram, enquanto a economia lutou para se recuperar pós-panorâmica.
O desemprego também aumentou.
Editado por: Roshni Majumdar
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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