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What Is Quentin Grimes’ Ethnicity & Religion? Dallas Mavericks Star’s Nationality & Other Details Revealed
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2 anos atrásem
Quentin Grimes is relentless. From the University of Houston to the NBA, every moment he picked up a basketball, it was clear that he had a fire within him. His journey wasn’t easy, but his unwavering work ethic pushed him to the NBA. But, behind every step of his rise was his family, who knew what it takes to be the best and were ready to offer support and guidance at every turn.
Every practice from home was an opportunity to sharpen his skills, and every game was a chance to prove himself. So, come, let’s know about his star family.
Is Quentin Grimes of mixed ethnicity? Exploring the Dallas Mavericks star’s family roots
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Quentin Marshall Grimes was born on May 8, 200o, in Houston, Texas. Thus, making his nationality American. But his ethnicity is not fully American. His family roots are a blend of cultures, making him unique. His father, Marshall Grimes, is African-American, while his mother, Tonja Stelly, is white Caucasian. Thus, making his ethnicity mixed as African-American and Caucasian. However, his mother is a star.
Tonja, a former power forward at Fort Hays State University, has always been a proud supporter of Quentin. She’s often spotted cheering for her son at games. During her son’s time with the Knicks, she was present for the Knicks vs. Heat game, which was in 2022, his rookie season. She flew from Houston to watch him play, but he had to leave the game in the middle after suffering a knee dislocation. Well, now that’s sad, but Tonja was okay with it. “I was looking forward to my son playing this afternoon and my son playing hockey at night but unfortunately there were other plans in place,’’ she said to the New York Post after the game.
With that said, the Dallas Mavericks star also has one sibling. His maternal half-brother, Tyler Myers, is also a star as a defenceman for the Vancouver Canucks of the National Hockey League (NHL). And the same day that Tonja visited New York for her son’s game, Myers didn’t disappoint her as he had one goal and one assist in the Canucks’ 5-2 win against the New York Rangers. It looks like this must have made her day! However, Grimes and Myers make history for being the first and the only set brothers to play in both the NBA and NHL. Coming back to Grimes, did you know he is religious, too?
The details about Quentin’s religion remain unclear, but he had made an X post once, saying, “Make sure you thank GOD when you receive what you’ve been praying for.” However, now that you know about his mother, and half-brother, both being stars, it’s time to know about his father, who was also a hooper!
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Who is Quentin Grimes’ father? Did he play professional basketball?
Quentin Grimes’ father, Marshall Grimes, was once a promising basketball player. He played for the Santa Clara Broncos in the West Coast Conference alongside Kurt Rambis, who was a former Knicks coach. He also played for Louisiana-Lafayette during the late 1970s and into the early ’80s. Although he didn’t make it to the NBA, he always pushed his son to work hard. Quentin credits this support for shaping his mindset. It motivated him to put in extra work during practices and games. That dedication paid off when he eventually joined the NBA, fulfilling his dream with the New York Knicks in 2021. Marshall’s guidance and belief in hard work became the foundation of his success.
“Probably the best dad in the world. Just from the ways he’s helping me,” the hooper once stated. Going back to his childhood days, the hooper once recalled what his father told him during one of his pickup games. Quentin was just a kid messing around with things of his age, but Marshall was clear: it was time to learn basketball. On that day, he taught his kids two lessons on having the right attitude and how to secure smooth jump shoots. “You can’t be just BSing around with guys. You gotta take it seriously,” Quentin recalled Marshall’s words.
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These words registered in his mind, which helped him solidify his mentality, something he’s carrying forward to date. “I was like, ‘Oh, this is what I gotta do if I wanna be one of the best players hopefully to ever play. So, I just take that mindset every day,” he said. Fast forward to today, after every game, the father-son duo still have discussions on the entire game. “He doesn’t sugarcoat anything. I love him for that,” the Mavericks star said.
With this, we leave you with one question: How has this unwavering, honest guidance from his father played a pivotal role in Quentin’s rise to the NBA? Do let us know your views in the comment section below.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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