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What to know about Cuba’s widespread blackout
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2 anos atrásem
HAVANA (AP) — Millions of people in Cuba were left without electricity for two days after the nation’s energy grid went down when one of the island’s major power plants failed. The widespread blackout that swept across the county was the worst in years.
Authorities have restored power to some people in Cuba’s capital, where 2 million people live, but much of Havana has remained dark. The impact of the blackout goes beyond lighting, as services like water supply also depend on electricity to run pumps.
People have resorted to cooking with improvised wood stoves on the streets before their food went bad in refrigerators.
Here are a few things to know:
What happened and why?
About half of Cuba was plunged into darkness on Thursday evening, followed by the entire island on Friday morning after the failure of the Antonio Guiteras thermoelectric plant in Matanzas Province east of Havana.
Even in a country that for decades has been accustomed to frequent outages amid a series of economic crises, the grid failure was unprecedented in modern times, aside from incidents involving powerful hurricanes, such as one in 2022.
Even as Cuba worked to fix the power problems Saturday, the country issued hurricane watches for the far eastern Guantanamo, Holguin and Las Tunas provinces as a tropical storm developed into Hurricane Oscar, the 10th hurricane of the 2024 Atlantic hurricane season.
A man drives his American classic car during a massive blackout after a major power plant failed in Havana, Cuba, Friday, Oct. 18, 2024. (AP Photo/Ramon Espinosa)
The National Hurricane Center said Sunday that Oscar was expected to produce a dangerous storm surge in parts of the southeastern Bahamas and Cuba
Authorities said the outage that began Thursday stemmed from increased demand from small- and medium-sized companies and residences’ air conditioners — as many as 100,000 additional ones this year alone. They also blamed breakdowns in old thermoelectric plants that haven’t been properly maintained because of a lack of hard currency due to U.S. sanctions, as well as insufficient fuel to operate some facilities.
Has this happened before?
While some homes have spent up to eight hours a day this year without electricity as the grid has grown more unstable, the current power failure is considered Cuba’s worst in years.
Officials said that 1.64 gigawatts went offline during peak hours, about half the total demand at the time. The government implemented emergency measures to slash demand, suspended classes, and shut down some state-owned workplaces and canceled non-essential services.
Another major collapse occurred two years ago after Hurricane Ian, an intense Category 3 storm, damaged power installations and the government took days to fix them.
Any political consequences?
It’s unknown how Cubans will react if the current blackout endures or recurs.
But problems in the electrical grid have helped sparked street protests several times in recent years, including large demonstrations in July 2021 that led to international criticism of the government for its harsh response. There were also smaller demonstrations due to blackouts in October 2022 and March of this year.
Authorities now say changes to electricity rates for small- and medium-sized companies, which have proliferated since they were first authorized by the communist government in 2021, are being considered.
What’s next?
Officials said the state-owned power company UNE was using distributed generation to provide power to some areas of the island and that a gas-fired thermoelectric plant was starting operations.
Cuba gets its power from huge thermoelectric plants like Antonio Guiteras and some smaller ones, which require crude oil to operate. The country produces about half of the crude needed, but must purchase some of the rest on the international market, which can be difficult and costly due to U.S. sanctions. It has also depended on allies like Venezuela and Russia for cheaper fuel.
Authorities have been working since last year on a project to upgrade the island’s electrical grid through the use of alternative power sources. A project to build 31 centers generating solar energy is under way and projected to be completed next year.
“We are devoting absolute priority to addressing and solving this highly sensitive energy contingency,” Cuba’s President Miguel Díaz-Canel wrote on X. “There will be no rest until its restoration.”
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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