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Why Marvel’s What If…? Is Ending After Three Seasons
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2 anos atrásem
Marvel Studios Animation
“Marvel’s What If…?” has been a part of the Disney+ Marvel Cinematic Universe umbrella since very near the beginning. It was the fourth official Marvel Studios show to launch on the then-burgeoning streaming platform back in 2021, following up “WandaVision,” “The Falcon and the Winter Soldier,” and “Loki” Season 1. The animated anthology series’ third and final season premieres on December 22, 2024, mimicking the holiday release window for “What If…?” season 2 in 2023.
Through its run, “What If…?” has tried to strike a tricky balance between presenting true one-off alternate universe stories and tying into the larger “Multiverse Saga” of the MCU. There have been recurring characters and steady storylines, even while the episode to episode arcs remain relatively hypothetical and self-contained. In the end, it seems that the show’s connective tissue to the grand MCU plot may have been the reason for its end after three seasons, at least according to Marvel TV head Brad Winderbaum.
In a recent interview with The Hollywood Reporter, Winderbaum explained part of the reasoning for cancelling the animated series. “‘What If…?’ has always tied into the greater MCU and the Multiverse Saga,” Winderbaum explained. “And for reasons that will become clear in the next couple of years, this was the right time to culminate the series from a story perspective.” It’s also true that three seasons is a pretty decent run for anything animated in the modern streaming landscape — a longer run than any other Marvel Studios Disney+ shows have yet received.
What If…? may no longer be relevant to the MCU
Marvel Studios Animation
According to Brad Winderbaum, there’s a compelling narrative reason why now is the right time to wrap up “What If…?” However, due to how muddled the MCU’s multiverse era has become, that reasoning isn’t immediately clear.
While much has happened in recent years regarding the various “branches” of the so-called “Sacred Timeline,” the multiverse itself isn’t going anywhere as a core narrative construct, or at least it doesn’t seem to be. Kang the Conqueror was pushed aside due to controversy surrounding actor Jonathan Majors, but Robert Downey Jr. will be playing Doctor Doom in the upcoming “Avengers: Doomsday.” It’s still hard to tell where exactly the franchise is going in overarching terms, but it also would make sense for Marvel Studios to start moving away from narratives about the multiverse explicitly and start using it more as a justification for telling different kinds of stories.
That said, there are surely other reasons at play for the show’s cancellation. Animation isn’t cheap, and Disney hasn’t hidden the fact that the many “Star Wars” and Marvel streaming series released over the last several years have been incredibly expensive — often without the commensurate payday. “What If…?” has been a pretty steady hit with critics and fans, but it also hasn’t earned the sky-high praise of other recent Disney+ fare like “X-Men ’97” or “Agatha All Along.”
There could be other reasons why Marvel’s What If…? has been cancelled
Marvel Studios Animation
While Marvel is always keeping the overarching story of the MCU in mind, there are tons of factors that go into any show being renewed or cancelled. If “What If…?” had received significant attention or been a huge cash cow for Disney+, I’m sure the studio would have found a narrative reason to keep it going. But even a company as enormous as Disney has limited resources, and the animated wing of Marvel specifically has started going in different directions lately.
The massive success of “X-Men ’97” likely made some folks at Marvel Studios rethink future TV projects. The show has no connection to the MCU whatsoever, and for fans who simply couldn’t keep up with all the streaming series that have come out in recent years, that was kind of a selling point. In the same interview with The Hollywood Reporter, Winderbaum described another upcoming animated project, “Your Friendly Neighborhood Spider-Man,” as “just a fun ride,” emphasizing its relatively independent status, which is similar to that of “X-Men.”
“Eyes of Wakanda,” one more upcoming animated series, will likely be more directly tied into the larger MCU, but its angling, which Winderbaum described as “a story about conquest and national identity,” makes it somewhat distinct thematically, at least in theory. By its very nature, “What If…?” is a less focused show, making it potentially less of a fit with Marvel’s upcoming animated slate.
Once again, the third and final season of Marvel’s “What If…?” will premiere December 22, 2024, on Disney+.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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