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Wolves vs. Rockets Final Score: Wolves Almost Breakthrough
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2 anos atrásem
This was about to be the blog post that you could crush up and inject into your veins as pure, unmitigated Rob Dillingham propaganda after a flawless performance that lifted the Minnesota Timberwolves to a win after a massive comeback over the Houston Rockets.
You might still get some of that. But man, we were so, so close.
What proved to be a +24, 12-point, career-high seven-assist game for the rookie. That’s now back-to-back breakout performances from Dillingham that were all for naught. However, it was a product that showed a need being satisfied for a team that so desperately has to have a real point guard in the lineup to conduct a reasonable offense.
The need was proven to be realized slightly too late in a time where the margin for error was too thin to overcome late.
The inverse results were apparent early. Donte DiVincenzo started in place of Mike Conley, who missed his third straight game. Disorganization took place right off the bat and resulted in Houston taking an 11-point first-quarter lead.
“I didn’t really like our effort and energy in the first half,” Head Coach Chris Finch said afterward. “[We] kept giving it back, trying to do too much”
Jabari Smith started fast for Houston and took advantage of soft closeouts. A 32 percent three-point shooter so far this season, he poured in 13 first-half points on 3-4 shooting from deep and was a major reason that Houston was able to jump all over the Wolves early.
Overall cluelessness ensued on the other end of the Wolves. Outside of perhaps one of the best Anthony Edwards plays of the year so far, ball movement was little to none, turnovers were plentiful, and DiVincenzo was struggling to spray the ball to open shooters and keep possession of the ball on drives.
The Wolves rounded out the half with nine turnovers and kept poor play rolling into the second, to the point where a joyous and loud Target Center finally snapped, articulating that they had finally had enough.
It was reminiscent of the 2022-23 season, where the boo birds would find their wings so often during stretches of poor, aimless, and selfish play from a team that had such high expectations attached to it. A team that didn’t have much of a point guard in the pre-Conley days, and was at odds with itself over something as correctable as being able to direct their own traffic and as Finch put it, letting the offense affect their defense too much.
Just like I had the Rob Dillingham propaganda in the hopper, I had the start of a doomsday piece ready to go.
Then a point guard came and smacked them in the face.
Bruce Kluckhohn-Imagn Images
The Point Guard Problem (And Solution)
It’s time that we stop the “Donte DiVincenzo is a point guard” idea.
It hasn’t worked all season. It continues to not work. He does specific things well (moving and shooting) and at this point with where the team is at, needs to focus on those things before adding further responsibilities to his plate (being a full-on NBA point guard); and yes, the ability to get open was on display when he saw the court alongside Dillingham.
He needs to do less in order to help the offense more.
The recent burst of the first-round rookie, especially in the wake of Conley’s absence, has shown just how desperately this team needs a point guard presence on the floor. It’s reflected by an 0-4 record without Conley, and the +24 posted by Dillingham on Tuesday.
“I think it’s evident that our rhythm is affected,” Finch said when asked about giving an unconventional point guard like DiVincenzo or Nickeil Alexander-Walker point guard responsibilities in the lineup.
“Ant and Julius feel they have to do too much too early…Rob’s play early has revealed that for us.”
Finch added that he was trying to get play calls in during the overtime period and attempted to slow the offense down to get organized, but the lack thereof reared its ugly head again in a period where Dillingham didn’t see any run until it was too late.
A selfless organization of where the ball is going shields the team from immaturity and getting too hasty on offense. The Wolves went on a 16-0 run as soon as Dillingham entered the game in the second half and came up just short down the stretch and into OT.
They simply ran out of time and out of leash.
Emptying the Notebook
- Jaden McDaniels had another rough outing. He missed several timely wide-open 3-pointers both in the fourth quarter and the overtime period. He finished the game 1-8 from three, and 0-4 in the fourth quarter and overtime. While he was active on the glass and was the culprit for some important second chance points, teams are noticeably guarding him much softer behind the arc.
- Speaking of a rough stretch, Anthony Edwards went 0-8 in the fourth quarter and overtime. His shot selection late in the fourth quarter was mostly poor. It goes back to what Finch said after the game; instead of going for an immediate kill shot, it felt at times like the offense had a healthy enough rhythm to set up and attack the rim.
- Rudy Gobert played nearly 20 straight minutes in foul trouble. He checked in late in the third quarter, played the entire fourth quarter, and most of overtime. He was also the only starter that finished with a positive plus-minus.
Up Next
The Wolves will stay at Target Center for a home back-to-back against a team they haven’t lost to in two attempts this season in the Sacramento Kings. The Kings have lost four straight and will be without DeMar DeRozan.
The last time the two teams played, De’Aaron Fox went for 60 points on his home floor.
It’s an excellent opportunity for the Wolves to get back on track and find some footing during a three-game skid.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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