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Xiaomi eleva meta de vendas de carro elétrico – 18/11/2024 – Mercado

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Brenda Goh, Liam Mo

A Xiaomi anunciou nesta segunda-feira (18) que pretende vender 130 mil carros elétricos este ano, aumentando a previsão pela terceira vez, uma vez que a montadora chinesa teve um salto de 30,5% na receita do terceiro trimestre.

O presidente-executivo da Xiomi, Lei Jun, disse em sua conta de mídia social que a fabricante está aumentando a meta em relação ao objetivo anterior de 120 mil unidades de seu primeiro carro elétrico, o sedã SU7. A meta inicial para o modelo era de 76 mil carros, anunciada no início deste ano.

A Xiaomi lançou o carro, que segue o estilo da Porsche, em março, entrando em um concorrido mercado chinês de veículos elétricos com um preço que chama a atenção —menos de US$ 30 mil (R$ 172,5 mil) para o modelo básico, US$ 4 mil mais barato do que o Model 3 da Tesla na China.

As vendas de veículos elétricos e híbridos plug-in na China cresceram e representam mais da metade das vendas totais do maior mercado do mundo. Em outubro, elas cresceram 56,7% em relação ao ano anterior, marcando o quarto mês consecutivo em que os automóveis movidos a bateria, incluindo os plug-ins, superaram os carros a gasolina no país.

Para acompanhar a demanda, a Xiaomi dobrou os turnos de produção desde junho e lançou o modelo premium SU7 Ultra com preço superior a US$ 110 mil (R$ 632 mil).

O presidente da Xiaomi, Lu Weibing, disse que a fábrica da companhia tem capacidade para fabricar 20 mil carros por mês e que ele ainda vê espaço para crescimento.

“Nosso investimento ainda é muito substancial e continuamos a aprimorar nosso hardware e software. Basicamente, não importa qual seja o nível de entrega final, ainda estamos investindo muito. Estamos trabalhando em pesquisa e desenvolvimento para novos modelos”, disse ele. Uma das áreas em que a Xiaomi trabalha é o desenvolvimento de tecnologia de direção autônoma, acrescentou.

PREJUÍZO

A receita da Xiomi foi de 92,5 bilhões de iuans (R$ 72,9 bi) para o trimestre encerrado em 30 de setembro, superando uma estimativa de consenso compilada pela Lseg de 91,1 bilhões de iuans (R$ 72,3 bi).

A Huatai Securities previu que a Xiaomi entregará 400 mil carros elétricos em 2025, quando o negócio deverá representar cerca de 20% da receita, em comparação com 8% neste ano.

Porém, a montadora da Xiomi ainda está operando com prejuízo. A unidade relatou um prejuízo ajustado de 1,5 bilhão de iuans (R$ 1,1 bi) no trimestre, com uma margem de lucro bruto de 17,1%.

Durante o trimestre, a Xiaomi manteve sua posição como a terceira maior fabricante de smartphones do mundo, com vendas de 42,8 milhões de aparelhos, um aumento de 3% e capturando 14% do mercado, de acordo com a empresa de pesquisa Canalys.

A Xiaomi informou que o lucro líquido ajustado aumentou 4,4%, para 6,25 bilhões de iuans (R$ 4,9 bi), contra uma estimativa de consenso de 5,92 bilhões (R$ 4,6 bi).



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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre

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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.

Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.

 



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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.

 



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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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