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Yoon, da Coreia do Sul, permanece desafiador enquanto o tribunal inicia a revisão do impeachment | Notícias do governo

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Tribunal Constitucional realizará sua primeira audiência pública em 27 de dezembro, enquanto Yoon anuncia sua equipe de defesa.

Presidente sul-coreano acusado Yoon Suk Yeol rejeitou os investigadores, que procuram respostas sobre a sua tentativa falhada de declarar a lei marcial, enquanto o Tribunal Constitucional do país inicia um processo paralelo para decidir se ele deve ser destituído do cargo.

Os promotores emitiram a Yoon uma segunda intimação na segunda-feira para interrogatório sobre alegações de insurreição e abuso de poder, depois que ele “se recusou a cumprir” um pedido semelhante no domingo.

A unidade conjunta de investigação também pediu que o presidente suspenso comparecesse para responder a perguntas na quarta-feira, mas foi rejeitado por seu gabinete, segundo a agência de notícias Yonhap.

Os investigadores poderiam solicitar um mandado de prisão emitido pelo tribunal caso ele continuasse a recusar.

Yoon era impeachment pelo parlamento da Coreia do Sul no sábado devido à sua tentativa de curta duração de suspender o regime civil.

A tentativa de declaração da lei marcial mergulhou o país na sua pior turbulência política em anos, forçando vários funcionários a renunciarem, incluindo o líder do partido governista de Yoon, Han Dong-hoon, que na segunda-feira anunciou que estava deixando o cargo.

Novas eleições devem ser realizadas dentro de dois meses se a destituição de Yoon for confirmada pelo Tribunal Constitucional. O primeiro-ministro Han Duck-soo está servindo como líder interino no lugar de Yoon.

Na segunda-feira, o tribunal começou a analisar o impeachment de Yoon.

A primeira audiência pública foi marcada para 27 de dezembro, disse o porta-voz do tribunal, Lee Jean, em entrevista coletiva na segunda-feira, depois que os seis juízes do tribunal se reuniram para discutir planos de revisão do impeachment.

O tribunal tem até seis meses para decidir sobre o caso.

Yoon não é obrigado a comparecer a essa audiência, disse Lee.

Yoon anunciou sua equipe de defesa legal na segunda-feira, nomeando o promotor de longa data, Kim Hong-il, como seu principal representante legal, informou a agência News1.

Em 2017, o tribunal demorou três meses para emitir uma decisão tira a presidência da então presidente Park Geun-hye após seu impeachment por abuso de poder de seu cargo.

Laços internacionais

À medida que o Tribunal Constitucional e os procuradores continuam o processo legal, o governo liderado pelo presidente em exercício, Han, está a agir rapidamente para tranquilizar os parceiros internacionais e acalmar os mercados financeiros de uma das 20 maiores economias do mundo.

Na manhã de segunda-feira, o ministro das finanças, o governador do Banco da Coreia e os principais reguladores financeiros reuniram-se e comprometeram-se a monitorizar 24 horas por dia os mercados financeiros e cambiais.

O índice de preços de ações composto da Coreia de referência subiu pela quinta sessão consecutiva na segunda-feira e foi negociado em seus níveis mais altos em mais de duas semanas, enquanto as autoridades prometiam estabilizar os mercados financeiros e os analistas observavam que a incerteza política havia diminuído.

Numa das suas primeiras ações como presidente interino, Han conversou por telefone com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, no domingo, prometendo um compromisso inabalável de prosseguir políticas externas e de segurança baseadas na aliança entre os dois países.

A China também se comprometeu a promover laços “saudáveis ​​e estáveis” com Seul.

“A Coreia do Sul é um importante vizinho próximo e parceiro cooperativo amigável da China”, disse o Ministério das Relações Exteriores de Pequim na segunda-feira.

Na semana passada, Yoon irritou a China quando disse que o principal partido da oposição o impediu de reforçar as leis antiespionagem que ele disse que poderiam ter sido usadas para punir cidadãos chineses suspeitos de espionar ativos de defesa e inteligência sul-coreanos.

Pequim disse estar “profundamente surpresa e insatisfeita” com os comentários de Yoon.



Leia Mais: Aljazeera

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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