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Zendaya e Tom Holland podem estar noivos – e é claro que as pessoas estão sendo normais sobre isso | Filme

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Sian Cain

Cdo que se trata Tom Holanda e Zendaya? Não, sério, por favor me diga. Ambos estes actores perfeitamente bons parecem pessoas perfeitamente simpáticas e interessantes – e, no entanto, por alguma razão, atraem um nível intenso de escrutínio que seria mais compreensivelmente dirigido a coisas como apólices de seguro e crimes de guerra.

No domingo, quando Zendaya apareceu no tapete vermelho do Globo de Ouro usando um diamante do tamanho de uma rua de qualidade chocolate, todas as apostas estavam canceladas: ela e Holland tinham que ficar noivos. Os detetives da Internet começaram a investigar e, em poucos minutos, determinaram que o anel que ela usava não era da Bulgari, cujas joias Zendaya é contratualmente obrigada a usar como uma das embaixadoras da marca.

A revista People informou que o anel “Parece ser um anel traseiro com botão de diamante com almofada leste-oeste de 5,02 quilates de Jessica McCormack, listado na seção de noivado no site da marca de joias” – e com certeza, alguém encontrou uma foto de um anel McCormack de aparência semelhante no Instagram da manicure de Zendaya , uma postagem que o ator gostou – já em 2022. Elle, é claro, entrevistou alguns especialistas em joias que estimaram que o anel valia algo entre US$ 100.000 e US$ 500.000, o que tenho certeza de que você está feliz por saber agora.

Na segunda-feira – um dia movimentado para “fontes próximas ao casal” em todos os lugares – TMZ e People relataram que haviam confirmado que Holland e Zendaya estão noivos. E se isso não for uma confirmação oficial suficiente para você, Deuxmoi executou um item cego de um leitor que afirmou que o namorado de quem uma vez os tatuou foi o florista que preparou os preparativos para o noivado.

Zendaya e Tom Holland promovendo Homem-Aranha: No Way Home em Londres em 2021. Fotografia: Dave Benett/WireImage

Então, por que as pessoas estão tão interessadas nesse casal de celebridades em particular? Talvez seja porque ambos cresceram sob os olhos do público: Holland começou como Billy Elliott no West End de Londres aos 12 anos e depois entrou no cinema, enquanto Zendaya era um modelo infantil e garoto da Disney.

Eles parecem gostar genuinamente de trabalhar juntos, o que é legal: eles se conheceram enquanto representavam interesses amorosos nos filmes do Homem-Aranha e ambos se juntaram ao elenco da próxima adaptação de Christopher Nolan de The Odyssey.

A Holanda está emocionalmente consciente da mesma forma que os jovens astros masculinos estão cada vez mais, falando seriamente sobre sua saúde mental e sobriedade. Ele é mais baixo que ela e os dois estão bem com esse fato, que é amplamente comemorado por alguns e criticado por outros que têm ideias estranhas sobre o que deveriam ficar bravos. Nas redes sociais, são frequentemente elogiados conjuntamente com uma intensidade enervante, principalmente por serem “não problemáticos” (certamente um nível baixo) e “autênticos”, por pessoas que nunca os conheceram e provavelmente nunca os conhecerão.

Ou talvez seja pela provocação implícita que representam àqueles que chamarei de “desafiados parassociais”, como um casal famoso que tem aversão a ter a sua vida privada tomada por abutres. Isto foi cinicamente interpretado por alguns como uma estratégia de mídia inteligente que, por sua vez, pareceu provocar um comportamento ainda mais semelhante ao de um abutre, com todas as entrevistas sendo escolhidas para obter dicas saborosas sobre seu relacionamento. “Nosso relacionamento é algo que protegemos incrivelmente e queremos manter o mais sagrado possível”, disse Holland ao Hollywood Reporter em 2023. “Não achamos que devemos isso a ninguém, é coisa nossa, e tem nada a ver com nossas carreiras.

Cada indício de seu relacionamento agora é examinado como um mapa do tesouro.

Na semana passada, Holland disse à Men’s Health ele evitou andar no tapete vermelho com Zendaya em suas estreias para não desviar a atenção dela – “Porque não é o meu momento, é o momento dela, e se formos juntos, é sobre nós” – que ou era “o mais verde bandeira verde de sempre”, como alguns arrulharam online, ou caíram tão bem quanto um peido em um submarino, por razões que nenhuma pessoa sã jamais entenderá. Até mesmo a decisão de Zendaya de talvez anunciar seu noivado usando um anel em público foi excessivamente divisiva: ou um “lançamento suave” perfeito ou um terrível pedido de atenção.

Em novembro, a Vogue Reino Unido publicou um artigo inteiro desvendar por que uma foto um pouco nada postada do casal sorrindo educadamente no lançamento da linha de cervejas sem álcool da Holanda se tornou a postagem mais curtida da história da revista. A conclusão deles: ora, eles são como nós, é claro, com a Vogue citando o aparente “prazer silencioso de Zendaya em atividades decididamente mundanas, como ir ao Waitrose and Gail’s” e o gosto de Holland por comer no Ottolenghi. Bem, se eles são como nós, as celebridades não podem simplesmente fazer coisas que não têm significado maior? Se Zendaya for a um Waitrose e ninguém estiver por perto para ouvir, isso faz algum barulho?

“Apostamos que o pedido de guloseimas de Gail é brilhantemente convencional (um bolinho para ela, uma daquelas coisinhas de brownie para ele?) E é por isso que eles são tão amados”, concluiu a Vogue. Cristo. Você se lembra de quando nos comportávamos normalmente em relação às celebridades? Sim, nem eu.



Leia Mais: The Guardian

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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre

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A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.

Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.

Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.

Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.

Herbário

O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.

Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.

A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.



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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.

A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.

Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.

Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”

A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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