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Zoológico da cidade de SP têm descontos de até 30% para a família até o dia 30
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2 anos atrásem
O Zoológico é uma atração para toda a família / Divulgação/Governo de São Paulo
Localizado no bairro Água Funda, Zona Sul da capital de São Paulo, o Zoológico é uma atração para toda a família, oferecendo uma experiência singular em meio aos seus mais de 820 mil metros quadrados de Mata Atlântica original e enorme variedade de vida selvagem.
Mantenha-se bem informado.
E, durante esse mês de novembro, o Zoo São Paulo e o Jardim Botânico oferecerão uma oportunidade especial para visitantes de todo lugar do país, com preços reduzidos em até 30%.
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A promoção, nomeada ‘Animal Friday’, facilitará o acesso a duas das atrações mais procuradas da cidade de São Paulo, principalmente para quem busca diversão em meio à natureza.
Durante o mês, o ingresso para o Zoológico de São Paulo terá o valor da sua meia-entrada reduzida de R$39,90 para R$27,90.
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Já a meia-entrada para o Combo Zoo + Mundo Dino + Botânico custará R$55,90.
Confira os valores a seguir
Zoo São Paulo:
R$55,90 (inteira), R$ 27,90 (meia-entrada)
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Jardim Botânico:
R$17,40 (inteira), R$8,70 (meia-entrada)
Combo Zoo + Mundo Dino + Botânico:
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R$83,90 (inteira), R$55,90 (meia-entrada)
Combo com Zoo + traslado Jabaquara (Zoo avulso):
Inteira R$65 | Meia R$37 | Idoso R$27,90.
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Combo com Zoo + Traslado Jabaquara (Zoológico + Mundo Dino + Jardim Botânico):
Inteira R$93 | Meia R$65 | Idoso R$55,90
Passaporte Anual (Visitas Ilimitadas):
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Promocional durante a Black Friday, este ingresso permite visitas ilimitadas ao longo do ano ao Zoológico de São Paulo ou ao Jardim Botânico de São Paulo. O valor do ingresso anual para o Zoológico na Black Friday é de R$104,90. O ingresso anual com acesso ao Zoo e o Mundo Dino custa R$139,90.
Ingresso Noite Animal:
Intitulada “Noite Animal”, a atração custa R$69,90 por pessoa. A experiência noturna oferece uma visão diferenciada dos animais.
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Válida até o dia 30 de novembro, a oferta é somente para ingressos adquiridos através do site oficial, e você pode comprá-los aqui.
Meia-entrada
O ingresso meia-entrada é válido para crianças de 4 a 13 anos, idosos, estudantes, jovens de até 29 anos inscritos no Cadúnico, profissionais da educação, aposentados e acompanhantes de PCDs.
Apresentando o documento comprobatório na entrada, aniversariantes do dia, PCDs (com laudo) e crianças de até 3 anos e 11 meses não pagam ingresso.
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Atrativos
Atualmente passando por uma revitalização que valoriza a biodiversidade enquanto melhora a infraestrutura, o Zoo São Paulo possui mais de dois mil animais de quase 300 espécies, sendo possível ver de pertinho todos esses animais.
Além da variedade de animais, o Zoológico, localizado no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, é muito reconhecido pelo trabalho de conservação de espécies ameaçadas.
Enquanto isso, o Jardim Botânico, que também passa por uma revitalização, é um verdadeiro refúgio verde em meio ao coração da cidade de pedras.
Com coleções raras de plantas e uma vasta seleção de orquídeas brasileiras, a atração também oferece um ambiente tranquilo para piqueniques e passeios familiares, enquanto educa os visitantes sobre a nossa flora.
Ambos os parques possuem uma infraestrutura completa para todos os visitantes, incluindo fraldários, bebedouros e áreas exclusivas para fotos.
Os visitantes podem ainda levar lanches e aproveitar as áreas verdes para uma pausa em meio à natureza.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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16 horas atrásem
26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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