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Zuckerberg: corrupto ou covarde? – 11/01/2025 – Celso Rocha de Barros
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2 anos atrásem
Mark Zuckerberg decidiu cancelar o fact checking no Facebook e disponibilizar a rede social como plataforma para a extrema direita.
Há duas explicações possíveis para a mudança: ou Zuckerberg está com medo ou é corrupto. Elas podem ser verdade ao mesmo tempo.
Na primeira hipótese, Zuckerberg e outros bilionários temem sofrer retaliações de Trump se não doarem dinheiro, ou se não fizerem a vontade do governo. Na segunda hipótese, o Vale do Silício percebeu que Elon Musk vai ganhar dinheiro (com regulação das redes, ou das criptomoedas, ou com protecionismo contra a concorrência chinesa) por ter se aliado a Trump, e resolveu correr atrás de boquinha semelhante.
A manchete é uma dessas duas: Zuckerberg acha Trump um ditador ou Zuckerberg acha Trump corrupto. Liberdade de expressão não é o assunto aqui.
O tom do pronunciamento não deixa dúvida: o bilionário do Facebook mudou de posição para puxar o saco de Donald Trump. Usou os mesmos termos da extrema direita para atacar a mídia profissional e os fact checkers que trabalhavam sob suas instruções até um dia antes.
Na lista de temas em que Zuckerberg autorizou a desinformação, só há assuntos caros à direita: imigração e gênero. De maneira nada sutil, o Facebook vai mudar seus moderadores de conteúdo da progressista Califórnia para o conservador Texas. Nem mesmo os inofensivos temas para o aplicativo do Facebook que celebravam a igualdade de gênero escaparam: Zuckerberg mudou seus nomes de “orgulho” para “arco-íris” e de “transgênero” para “algodão-doce”.
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Se Zuckerberg agia em nome da liberdade de expressão, poderia ter feito também gestos em favor da extrema esquerda: por exemplo, declarando como legítimas campanhas para matar CEOs de planos de saúde americanos. A evidência sugere que essa causa empolgaria muito mais americanos do que o direito de chamar transexuais de doentes.
Eu seria contra. Acho necessário que haja barreiras contra o extremismo no debate público. Mas Zuckerberg acabou de dizer que isso é censura.
Vamos lá, Marquito, defenda também a liberdade de o pessoal organizar o assassinato de gente como você.
Afinal, você e seu amigo Musk defendem o direito de os bolsonaristas organizarem o assassinato de gente como eu.
Sua mentira sobre “cortes secretas” ecoa a reivindicação da extrema direita brasileira sobre a atuação do STF contra os golpistas de Bolsonaro. Uma investigação da Polícia Federal, cujos resultados já são públicos faz tempo, mostrou por que os bolsonaristas queriam acesso às redes sociais durante a eleição de 2022: para espalhar a mentira de que houve fraude nas urnas eletrônicas. A investigação provou, inclusive, que Bolsonaro e seus aliados sabiam que não houve fraude nas urnas. Com o argumento da fraude, tentaram dar um golpe para matar a democracia brasileira.
Se o golpe tivesse dado certo, eu e todos os que nos opusemos ao autoritarismo de Bolsonaro estaríamos mortos. Musk seria a favor disso. Zuckerberg provavelmente só não se importaria, desde que seus impostos continuassem baixos.
E para quem escreveu coluna tratando essa história como um debate sobre princípios, liberdade, essas coisas, sugiro que da próxima vez contrate um fact checker.
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Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
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(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.
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(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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