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11 Fatos divertidos sobre beijo – DW – 18/03/2025

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11 Fatos divertidos sobre beijo - DW - 18/03/2025

1. Queimar calorias com um beijo

Um beijo normal queima 6,4 calorias por minuto. Um beijo apaixonado pode queimar até 20 calorias por minuto. Isso é ainda mais do que nadar, o que queima 12 calorias em um minuto, assim como pular corda.

2. Beijos estão ficando mais tempo

Hoje, um beijo médio dura mais de 12 segundos. Na década de 1980, os casais surgiram para o ar mais cedo do que isso: naquela época, um beijo médio durou apenas 5,5 segundos.

3. Restrições de beijos públicos

Beijos públicos nem sempre é permitido em todos os lugares. É proibido beijar as mulheres em público em um domingo em Michigan e Connecticut – esses estados dos EUA levam o dia do Senhor muito a sério. No metrô da capital da Turquia, Ancara, os passageiros devem aderir às “regras morais”. Um casal turco beijando espiado por câmeras de segurança foi oficialmente avisado.

4. Frequência de beijo por país

Com uma média de quatro beijos por pessoa e dia, a Alemanha está em segundo lugar atrás da Suécia na lista de países que são beijadores mesquinhos. As pessoas na França e na Itália se saem muito melhor: elas beijam uma média de sete vezes por dia.

Um casal com beijo alemão na bandeira. (Foto: Ole Spata/DPA)
Os alemães não beijam muito, mas a Copa do Mundo em 2014 deixou esses dois empolgadosImagem: Imagem-Liance/DPA

5. A ciência do beijo: Filematologia

Os pesquisadores estudam beijos em um campo da ciência chamado filematologia. Eles descobriram duas de três pessoas inclinando a cabeça para a direita ao se beijar.

6. Benefícios para a saúde do beijo

Os médicos estão totalmente entusiasmados com o beijo Porque fortalece nosso sistema imunológico e diminui o processo de envelhecimento. Só de pensar em um beijo aumenta o fluxo de saliva, que por sua vez afrouxa a placa.

7. Beijar acalma o tráfego Rowdies

A besteira também é ótima para a segurança rodoviária. Os pesquisadores descobriram que as pessoas que pegam a estrada recém -beijadas são muito menos agressivas. Eles dizem que isso resulta em menos acidentes. Mas beijar enquanto dirigir não é uma boa ideia – fique de olho no trânsito!

8. Alfândega de beijos globais

As pessoas se beijam em 90 % dos países em todo o mundo. Como e por que difere de um país para o outro. Três beijos das bochechas são uma recepção padrão na França, enquanto no Japão apenas se beijam se ambas as partes quiserem sexo.

9. Beijando no reino animal

À medida que os gestos afetuosos vão, beijar não é apenas um comportamento social que desenvolvemos ao longo dos séculos – é um instinto que podemos observar em orangotangos e outros primatas também. Os gansos expressam afeto tocando bicos, e os elefantes colocam seus troncos na boca um do outro.

Infografik: O que trocamos quando nos beijamos. (Gráfico: DW)

10. Estimulação nervosa e efeitos hormonais

Beijar estimula mais de 100 bilhões de células nervosas, enquanto Hormônios da felicidade e adrenalina através de nossos corpos, deixando nossos corações baterem mais rápido. A pressão arterial e a temperatura corporal também aumentam.

11. O que trocamos em um beijo

Uma grande quantidade de troca continua em um beijo: 60 miligramas de água, 0,5 miligramas de proteína, 0,15 miligramas de secreção da glândula, 0,4 miligramas de sal e até 22.000 bactérias.

Este artigo foi publicado em 6 de julho de 2021. Foi atualizado em 18 de março de 2025.

O que acontece no corpo durante o sexo?

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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).

A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.

Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.

Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável. 

Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas.  No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.

 



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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.

A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.

O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.

Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.

Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.

 



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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.

Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.

Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.

Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.

Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.

Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).

A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.

Laboratório de Paleontologia

Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.

 



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