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Segunda noite de protestos em Turkiye, depois do prefeito de Istambul detido | Notícias dos tribunais

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Segunda noite de protestos em Turkiye, depois do prefeito de Istambul detido | Notícias dos tribunais

A prisão antes do prefeito Ekrem Imamoglu desencadeia protestos em várias cidades que provavelmente continuarão no fim de semana.

Manifestantes turcos foram às ruas para uma segunda noite consecutiva após a prisão de Istambul Prefeito Ekrem Imamoglu como parte de uma investigação separada de corrupção e terrorismo.

Demonstrações foram realizados na prefeitura de Istambul na quinta-feira, onde pequenos grupos de manifestantes se arrastaram com a polícia enquanto tentavam se aproximar da Praça Taksim cercada da cidade-o local de manifestações em massa em 2013.

Em Ancara, a capital turca, a polícia usou canhões de água para dispersar multidões na Universidade Técnica do Oriente Médio. Protestos menores também foram relatados na cidade de Izmir, na costa turca, e Adana, no sul de Turkiye.

O prefeito foi preso em um ataque pré -auge na quarta -feira, apenas alguns dias antes de anunciar sua candidatura à presidência em 2028 como candidato da oposição. Também foram detidos dezenas de figuras de destaque, incluindo jornalistas, empresários e funcionários do governo municipal de Istambul.

As pessoas brilham em Istambul, Turkiye, em 20 de março de 2025, enquanto protestam contra a prisão do prefeito de Istambul, Ekrem Imamoglu (foto de Khalil Hamra/AP)

Imamoglu é membro do Partido Popular Republicano Secular (CHP) e é considerado um dos principais rivais do presidente turco Recep Tayyip Erdogan.

Ele enfrenta várias acusações, incluindo “suborno, extorsão, corrupção, fraude agravada e obtenção ilegalmente dados pessoais para lucro como parte de uma organização criminosa”, juntamente com acusações separadas por supostamente colaborar com o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) nas eleições municipais.

O PKK é designado como uma “organização terrorista” em Turkiye e está por trás de uma rebelião de longa duração que visa criar um Curdistão independente.

No início desta semana, uma universidade turca anulou o diploma de Imamoglu para “irregularidades”, um movimento que poderia vê -lo banido da política. As acusações contribuem para uma lista crescente de sondas legais contra o prefeito, algumas que remontam a 2022.

Os protestos, desencadeados pela detenção de Imamoglu, parecem continuar no fim de semana, apesar de uma proibição de quatro dias imposta pelo governo.

Dirigindo -se a uma manifestação fora da prefeitura de Istambul na noite de quinta -feira, o líder do CHP Ozgur Ozel pediu aos apoiadores que continuem demonstrando.

“Sim, estou chamando as pessoas para as ruas”, disse ele, pedindo que não recorram à violência.

Alguns também foram às mídias sociais para exibir suas queixas, compartilhando 18,6 milhões de postos dentro de 24 horas após a detenção de Imamoglu, de acordo com o ministro do Interior Ali Yerlikaya. Entre eles, 261 contas de mídia social foram consideradas como “incitando” o ódio público ou o crime, levando a polícia a detiver 37 usuários suspeitos de conta, Ele disse.

As pessoas protestam contra a prisão do prefeito de Istambul, Ekrem Imamoglu, fora da prefeitura em Istambul, Turquia, quarta -feira, 19 de março de 2025. (AP Photo/Francisco Seco)
As pessoas protestam contra a prisão do prefeito de Istambul, Ekrem Imamoglu, fora da prefeitura, em Istambul, Turkiye, na quarta -feira, 19 de março de 2025 (foto de Francisco Seco/AP)

O comércio de mercado turco também foi atingido pela prisão surpresa. As negociações foram temporariamente interrompidas na quarta -feira para impedir a venda de pânico, enquanto a lira caiu em um recorde baixo.

Apesar da turbulência, o presidente Erdogan e seu partido de justiça e desenvolvimento no poder continuaram a defender a detenção de Imamoglu.

Omer Celik, porta -voz do partido, instou a oposição a respeitar o processo legal.

“O que um político deve fazer é seguir o processo judicial”, disse Celik à mídia. “Nenhum de nós tem informações sobre o conteúdo do arquivo (criminoso).”



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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