ACRE
8 formas de ser mais feliz neste ano, segundo a ciência – 02/01/2025 – Viva Bem
PUBLICADO
1 ano atrásem
BBC News Brasil
Algumas pessoas nascem para ser mais felizes do que outras. Mas, seja você o tipo de pessoa que canta no chuveiro e dança na chuva, ou que tenha uma inclinação mais melancólica, o contentamento não é algo que acontece do nada. Todos nós podemos mudar nossos hábitos para conseguir mais felicidade em nossas vidas.
Aqui estão nossas principais dicas para um 2025 mais feliz.
ABRAÇAR A AMIZADE À MEDIDA QUE ENVELHECEMOS
A amizade beneficia as pessoas de todas as idades, mas, na velhice, ela pode se tornar uma fonte de felicidade especialmente importante.
Embora as pessoas mais velhas geralmente reduzam seus círculos sociais para priorizar passar tempo com aqueles que as conhecem bem, pesquisas mostram que é uma boa ideia permanecer aberto a novas amizades, pois elas nos proporcionam benefícios ligeiramente diferentes dos nossos relacionamentos com a família – que podem ser baseados em obrigações.
Como as amizades são relações voluntárias, não obrigatórias, que podem começar ou terminar a qualquer momento, elas tendem a ser mais divertidas e menos tensas ou tensas.
Embora os adultos mais velhos possam enfrentar uma série de obstáculos que podem dificultar o encontro com novas pessoas, de certa forma, deveria ser mais fácil fazermos amigos: nossas personalidades amadurecem, adquirimos mais habilidades sociais, nossa perspectiva se torna mais alegre e tendemos a nos tornar mais agradáveis.
E o esforço de manter amizades de qualidade à medida que envelhecemos vale a pena, pois as vantagens vão além do bem-estar psicológico – elas também melhoram nosso funcionamento cognitivo e nossa saúde física.
De fato, pesquisas sugerem consistentemente que as amizades são tão importantes quanto os laços familiares para prever o bem-estar na idade adulta e na velhice.
E se você é o tipo de pessoa que acha difícil fazer amigos, compartilhar um momento impressionante, como o eclipse solar total que passou pela América do Norte no ano passado, é uma maneira de ajudá-lo a se sentir mais próximo das pessoas ao seu redor e, ao mesmo tempo, inspirar algumas emoções positivas.
PRATICAR A ‘CONFELICIDADE’
A compaixão é um alicerce bem conhecido da verdadeira amizade. Derivada do latim para “dor compartilhada”, essa empatia nos ajuda a formar fortes conexões quando nossos amigos precisam de ajuda. Mas há um estado oposto que é relativamente desconhecido e igualmente importante —confelicity, como David Robson escreveu para a BBC, termo em inglês que poderia ser traduzido como “confelicidade”.
Significando “felicidade compartilhada”, é uma faceta subvalorizada dos bons relacionamentos e pode ser tão importante quanto a compaixão para manter as amizades, segundo sugerem vários estudos.
Apoiar com entusiasmo as boas notícias de um amigo – e fazer perguntas sobre elas – é a base para ser um bom amigo. Responder de forma muito passiva ou subestimar ativamente o sucesso de seu amigo gera o risco de prejudicar o relacionamento.
FAÇA TRABALHO VOLUNTÁRIO
É quase um clichê dizer que fazer algo por outra pessoa faz você se sentir melhor do que se recompensar, mas quanto mais se aprende sobre altruísmo, mais isso parece ser verdade.
De fato, estudos descobriram que o voluntariado pode até mesmo ajudar em doenças graves, como dor crônica e depressão. Um estudo de 2002 feito com pessoas que sofriam de dor crônica, por exemplo, constatou que, aquelas que se voluntariaram para ajudar outras pessoas que sofriam de dor crônica viram suas pontuações de intensidade de dor cair durante o trabalho voluntário.
Outros estudos mostraram que cuidar de animais pode melhorar nossa saúde e cuidar de plantas domésticas pode nos ajudar a prosperar, especialmente na velhice.
Alguns prestadores de serviços de saúde estão agora até mesmo prescrevendo o voluntariado como uma forma particularmente eficaz de “prescrição social”: prescrições que conectam as pessoas a recursos e atividades da comunidade.
Recomendar a pessoas atividades como aulas de arte ou grupos de ciclismo ou dança, são intervenções de saúde cada vez mais comprovadas como válidas e que também podem reduzir a pressão sobre os serviços públicos de saúde.
CONECTE-SE COM SEUS ANTEPASSADOS
Há outra maneira em que passado pode ajudar no presente.
Pesquisas sugerem que o envolvimento com nossos antepassados pode trazer benefícios psicológicos profundos. As histórias de família sobre a superação de adversidades, por exemplo, podem ser fortalecedoras quando passadas para a nova geração.
Susan M. Moore, professora emérita de psicologia da Swinburne University of Technology, em Melbourne, Austrália, descobriu que as pessoas que sabem mais sobre a história de suas famílias têm níveis mais altos de satisfação e bem-estar.
Engajar-se na tarefa de pesquisar a árvore genealógica pode fazer com que as pessoas se sintam mais no controle de suas vidas, além de uma compreensão mais profunda de seu lugar no mundo.
Isso também pode lhe dar uma sensação positiva de perspectiva e gratidão, sabendo que sua vida atual foi possível graças às lutas e à coragem de seus antecessores em favor daqueles que vieram depois deles.
ESCREVA UMA LISTA
Ser agradecido pelo que se tem é um conselho antigo, e ele está na base de uma intervenção simples, mas bem comprovada.
Sabe-se que escrever uma lista de três coisas boas que aconteceram conosco pode ajudar a melhorar nosso humor.
Seja um evento que mudou nossa vida, como passar em um exame importante ou ter um bebê, ou algo aparentemente comum, como encontrar um velho amigo ou desfrutar de uma bela luz no início da noite durante uma caminhada, há um crescente número de pesquisas que sugerem que isso pode melhorar nosso bem-estar.
APROVEITE A EXPECTATIVA POR ATIVIDADES DIVERTIDAS
Pesquisadores da Universidade de Richmond, na Virgínia, ensinaram ratos de estimação a dirigir pequenos automóveis Perspex em laboratório.
Os ratos dominaram essa nova habilidade rapidamente e logo estavam pulando nos carros com entusiasmo, em preparação para a próxima viagem. Por fim, os pesquisadores notaram que alguns ratos davam pequenos saltos animados, como se estivessem desfrutando a antecipação do prazer.
Isso levou a um novo caminho de pesquisa. A expectativa de diversão poderia ser tão gratificante quanto a própria atividade?
Em outro experimento, os cientistas treinaram alguns ratos para esperar por recompensas, enquanto outros as recebiam imediatamente. Posteriormente, eles avaliaram o otimismo dos ratos e descobriram que aqueles que haviam sido treinados para esperar pelas recompensas eram mais otimistas.
Os pesquisadores especularam que isso poderia funcionar também para os seres humanos – ao antecipar rotineiramente atividades ou eventos agradáveis, poderíamos reprogramar nosso cérebro para ser mais otimista.
NÃO FAÇA NADA
Se você chegou até aqui na lista, esta pode ser uma surpresa. Mas pesquisas sugerem que se preocupar demais com a felicidade pode, na verdade, ser um obstáculo para senti-la.
Experimentos que estimularam pessoas a desejar mais felicidade —talvez lendo sobre como elas podem ser felizes – antes de assistir a um filme otimista ou motivador, constataram que elas acabaram se sentindo mais desapontadas do que eufóricas.
A teoria é que, ao aumentar suas expectativas, ler e se preocupar com a importância da felicidade pode, na verdade, fazer com que as pessoas se sintam desanimadas.
Talvez você mesmo já tenha passado por isso durante um grande evento ou festa que estava esperando ansiosamente e que não correspondeu às expectativas.
Iris Mauss, psicóloga da Universidade da Califórnia, em Berkeley, também demonstrou que o desejo e a busca da felicidade também podem aumentar os sentimentos de solidão e desconexão. Ela recomenda adotar uma atitude mais estoica e aceitar melhor os altos e baixos da vida.
NÃO BEBA MUITA CAFEÍNA
Durante os dias frios e escuros de inverno, uma xícara de café pode dar ao seu cérebro e ao seu corpo um impulso muito necessário.
O consumo de cafeína pode nos fazer sentir alertas, pois ela é rapidamente absorvida pela corrente sanguínea, onde supera a adenosina, uma substância química que nos faz sentir cansados.
As pesquisas mostram que há muitos benefícios para a saúde associados ao consumo de cafeína, incluindo a redução do risco de várias formas de câncer, doenças cardíacas e diabetes tipo 2, bem como melhor desempenho físico e proteção contra a depressão.
Mas o momento certo é fundamental quando se trata de cafeína, pois ela pode demorar um pouco para fazer efeito e muito tempo para passar o efeito.
Os cientistas recomendam tomar sua última dose de cafeína oito horas e 48 minutos antes de ir para a cama.
Também não devemos consumir muita cafeína – não mais do que 400 mg ou cerca de duas a três xícaras de café, dependendo da intensidade – para evitar perturbações do sono, dores de cabeça, náuseas e ansiedade.
Esta reportagem foi publicada originalmente aqui.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Cerimônia do Jaleco marca início de jornada da turma XVII de Nutrição — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
31 de março de 2026No dia 28 de março de 2026, foi realizada a Cerimônia do Jaleco da turma XVII do curso de Nutrição da Universidade Federal do Acre. O evento simbolizou o início da trajetória acadêmica dos estudantes, marcando um momento de compromisso com a ética, a responsabilidade e o cuidado com a saúde.

Relacionado
ACRE
Ufac realiza aula inaugural do MPCIM em Epitaciolândia — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
31 de março de 2026A Ufac realizou a aula inaugural da turma especial do mestrado profissional em Ensino de Ciência e Matemática (MPCIM) no município de Epitaciolândia (AC), também atendendo moradores de Brasileia (AC) e Assis Brasil (AC). A oferta dessa turma e outras iniciativas de interiorização contam com apoio de emenda parlamentar da deputada federal Socorro Neri (PP-AC). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 27.
O evento reuniu professores, estudantes e representantes da comunidade local. O objetivo da ação é expandir e democratizar o acesso à pós-graduação no interior do Estado, contribuindo para o desenvolvimento regional e promovendo a formação de recursos humanos qualificados, além de fortalecer a universidade para além da capital.
A pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Lima Carvalho, ressaltou que a oferta da turma nasceu de histórias, compromissos e valores ao longo do tempo. “Hoje não estamos apenas abrindo uma turma. Estamos abrindo caminhos, sonhos e futuros para o interior do Acre, porque quando o compromisso atravessa gerações, ele se transforma em legado. E o legado transforma vidas.”
Relacionado
ACRE
Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
7 dias atrásem
26 de março de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.
A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.
Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.
Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.
Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE7 dias agoUfac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre
Oportunidade6 dias agoSlots Online: O Jogo Mais Popular nos Cassinos Digitais
Economia e Negócios5 dias agoSeguro de carro para motoristas jovens no Brasil: desafios e dicas para economizar
JUSTIÇA5 dias agoJustiça entende que prejuízo em mercado financeiro é responsabilidade do investidor
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login