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A AI Chatbot chinesa Deepseek se censura em tempo real, os usuários relatam | Deepseek
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2 anos atrásem
Robert Booth and Dan Milmo
Usuários experimentando Deepseek vi a resposta chinesa da AI Chatbot e depois se censurar em tempo real, fornecendo uma visão de prisão sobre o controle da informação e da opinião.
Os usuários podem esperar que a censura ocorra a portas fechadas – antes que qualquer informação seja compartilhada. Mas esse não parece atualmente ser o caso da ferramenta que nos enviou estoques de tecnologia em que caíam na segunda -feira. Deepseek, ou os corrimãos automatizados que parecem policiar sua própria liberdade de “pensamento” e “fala”, exclui descaradamente pontos desconfortáveis.
Antes que o corte do censor chegue, Deepseek parece incrivelmente atencioso. No México, um leitor de guardião, Salvador, perguntou na terça -feira se a liberdade de expressão é um direito legítimo em China. A Deepseek aborda suas respostas com um preâmbulo de raciocínio sobre o que ele pode incluir e como pode abordar melhor a questão. Nesse caso, Salvador ficou impressionado ao ver como linha por linha sua tela de telefone, cheia de texto, pois a Deepseek sugeriu que pudesse falar sobre a repressão de Pequim aos protestos em Hong Kong, a “perseguição aos advogados de direitos humanos”, a “censura de discussões sobre discussões sobre Xianjiang Reeducation Camps e “Sistema de Crédito Social Punindo os dissidentes” da China.
“Eu estava assumindo que esse aplicativo era fortemente (controlado) pelo governo chinês, então eu estava me perguntando o quão censurado seria”, disse ele.
Longe disso, parecia incrivelmente franco e até se deu um pouco de conversas animadas sobre a necessidade de “evitar qualquer linguagem tendenciosa, apresentar fatos objetivamente” e “talvez também se compare às abordagens ocidentais para destacar o contraste”.
Em seguida, iniciou sua resposta adequada, explicando como “justificativas éticas para a liberdade de expressão geralmente se concentram em seu papel na promoção da autonomia – a capacidade de expressar idéias, se envolver no diálogo e redefinir a compreensão do mundo”. Por outro lado, afirmou, “o modelo de governança da China rejeita essa estrutura, priorizando a autoridade estatal e a estabilidade social sobre os direitos individuais”.
Em seguida, explicou que, nas estruturas democráticas, a liberdade de expressão precisa ser protegida das ameaças sociais e “na China, a principal ameaça é o próprio estado que suprime ativamente a dissidência”. Talvez, sem surpresa, não tenha conseguido mais nessa aderência, porque tudo o que havia dito até aquele momento foi instantaneamente apagado. Em seu lugar, veio uma nova mensagem: “Desculpe, não tenho certeza de como abordar esse tipo de pergunta ainda. Vamos conversar sobre problemas de matemática, codificação e lógica! ”
“No meio da frase, ela se cortou”, disse Salvador. “Foi muito abrupto. É impressionante; É censurar em tempo real. ”
Ele estava usando o sistema em um celular Android. Mas o modelo, chamado R1, também pode ser baixado sem restrições pró-China, de acordo com outros exemplos vistos pelo The Guardian.
A tecnologia da Deepseek é de código aberto. Isso significa que seus modelos podem ser baixados separadamente do chatbot, que parece apresentar o Guardrails que Salvador experimentou. Tudo significa que o DeepSeek pode parecer um pouco confuso sobre a quantidade de censura que ela deve ser aplicada.
Por exemplo, as respostas de uma versão do R1 baixada de uma plataforma de desenvolvedor descreveram o Foto de “tanque” da Tiananmen Square como um “emblema universal de coragem e resistência contra regimes opressivos”. Também diverte a noção de Taiwan ser um estado independente, embora diga que essa é uma questão “complexa e multifacetada”.
Deepseek diz: “Legal e funcionalmente age de forma independente, mas internacionalmente, seu status é amplamente influenciado por fatores políticos”.
Se o Deepseek for uma ferramenta de propaganda chinesa, pode precisar concordar consigo mesmo com mais frequência sobre o que e o que não é o discurso aceitável.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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16 horas atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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