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A ajuda externa correu para Mianmar atingido por terremoto quando mais de 1.600 mortos | Notícias de terremotos
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As equipes e suprimentos de resgate estrangeiros chegaram a Mianmar para ajudar o país empobrecido a lidar com um terremoto de magnitude 7,7 que matou mais de 1.600 pessoas e deixou milhares de feridos.
O Quake mortalseguido de uma segunda magnitude 6,4 tremor, atingiu o meio-dia da sexta-feira com um epicentro perto de Mandalay, a segunda maior cidade do país, derrubando dezenas de edifícios e infraestrutura prejudicial, como o aeroporto.
Os vizinhos de Mianmar – incluindo Índia, China, Malásia e Cingapura – despacharam aeronaves e navios de guerra que transportam suprimentos de socorro e equipes de resgate. Tailândia, onde pelo menos 17 pessoas morreram devido ao terremoto, também enviaram ajuda a Mianmar.
No domingo, esperava -se que um comboio de 17 caminhões de carga chineses que carregavam abrigo crítico e suprimentos médicos chegassem a Mandalay, depois de fazer a árdua jornada por estrada de Yangon.
Pequim disse que enviou mais de 135 funcionários e especialistas em resgate, além de suprimentos como kits médicos e geradores, e prometeu cerca de US $ 13,8 milhões em ajuda de emergência.
Dois aeronaves de transporte militar C-17 indianas conseguiram pousar no sábado em Naypyidaw com uma unidade hospitalar de campo e cerca de 120 funcionários, que viajariam para o norte para Mandalay para estabelecer um centro de tratamento de emergência de 60 leitos, informou o Ministério das Assuntos Externos da Índia.
O Ministério das Situações de Emergência da Rússia disse que havia voado 120 equipes de resgate e suprimentos para Yangon, e seu Ministério da Saúde disse que Moscou também enviou uma equipe médica.

A Organização Mundial da Saúde disse que estava mobilizando seu centro de logística em Dubai para preparar suprimentos de lesões de trauma. O órgão global de saúde disse que estava coordenando sua resposta de terremotos da sede de Genebra “porque vemos isso como um grande evento” com “claramente uma ameaça muito, muito grande à vida e à saúde”.
Os Estados Unidos, a União Europeia e o Reino Unido também enviaram ajuda de emergência.
Enquanto isso, um relatório inicial sobre os esforços de alívio de terremotos emitidos no sábado pelo Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) alertou que “a grave escassez de suprimentos médicos está dificultando os esforços de resposta”.
‘Sem ajuda à vista’
“Todos os hospitais militares e civis, bem como os profissionais de saúde, devem trabalhar juntos de maneira coordenada e eficiente para garantir uma resposta médica eficaz”, disse o líder militar de Mianmar, Min Aung Hlaing, de acordo com a mídia estatal.
Mas em algumas das áreas mais atingidas de Mianmar, os moradores disseram à agência de notícias à Reuters que a assistência do governo era escassa até agora, deixando as pessoas se defenderem.
Toda a cidade de Sagaing, perto do epicentro do terremoto, ficou devastada, disse o morador Han Zin.
“O que estamos vendo aqui é a destruição generalizada – muitos edifícios desmoronaram no chão”, disse ele por telefone, acrescentando que grande parte da cidade estava sem eletricidade desde o desastre e que a água potável estava acabando.
“Não recebemos ajuda e não há trabalhadores de resgate à vista”.
Em Mandalay, um trabalhador de resgate disse à Reuters que a maioria das operações estava sendo conduzida por pequenos grupos residentes auto-organizados que não possuem o equipamento necessário.
Enquanto isso, um terremoto de magnitude 5.1 Bata perto de Mandalaya Pesquisa Geológica dos EUA disse, sem vítimas relatadas até agora.
Tony Cheng, da Al Jazeera, reportando da cidade, disse que muitas pessoas dormiam do lado de fora na noite de sábado, temendo que até breves tremores secundários pudessem entrar em colapso já danificados severamente.
“As pessoas estão escolhendo dormir nas ruas ao lado de suas casas ou em cidades de tendas, reunidas para conforto.”
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”
Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac propõe criação do curso de Psicologia no campus Floresta — Universidade Federal do Acre
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26 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com o secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Marcus Vinícius David, e a equipe da Secretaria de Educação Superior (Sesu), nessa terça-feira, 25, em Brasília. A pauta foi a formalização da proposta de criação do curso de Psicologia no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A expectativa da universidade é de que o curso possa ser ofertado a partir de 2027.
O reitor destacou que o Vale do Juruá não dispõe de formação superior com esse perfil e que profissionais que atuam na região muitas vezes vêm de Rio Branco ou de outros Estados. A avaliação da gestão é de que existe demanda por psicólogos tanto no atendimento pelo Sistema Único de Saúde quanto no setor privado.
A criação do curso integra as possibilidades do Programa Universidades Transformadoras e, de acordo com o reitor, foi uma das demandas apontadas durante o processo eleitoral da atual gestão “Seria uma oportunidade para os filhos, os jovens que estão saindo do ensino médio, que têm o sonho de caminhar nessa área da saúde e se formar em Psicologia”, pontuou Josimar.
Na agenda com o MEC, também foram apresentadas outras demandas da universidade. O reitor convidou formalmente Marcus Vinícius David para conhecer o campus Floresta e visitar obras da Ufac vinculadas ao Programa de Aceleração do Crescimento no campus Fronteira, em Brasileia.
Nesta quarta-feira, 26, Josimar também participou da 188ª Reunião Extraordinária do Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), realizada na sede da entidade, em Brasília. A participação integrou a agenda institucional da Ufac na capital federal.
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