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A atriz de Tieta que marcou gerações com sua trajetória intensa e transformadora na TV brasileira

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Cláudia Alencar é um dos maiores nomes da teledramaturgia brasileira. Dona de uma carreira marcada por papéis emblemáticos e atuações memoráveis, ela ficou eternizada na memória popular pela interpretação de Laura, a enigmática Mulher de Branco na novela “Tieta”. Essa personagem trouxe mistério e tensão à trama exibida entre 1989 e 1990. Além de seu sucesso na televisão, sua carreira foi marcada por outros momentos icônicos e decisões pessoais que fortaleceram sua imagem de artista multifacetada e mulher de atitude.

Em sua juventude, Cláudia despontou no teatro, o que a preparou para encarar papéis desafiadores na televisão. Com beleza marcante e uma presença cênica impressionante, não demorou para que conquistasse espaço nas principais emissoras do Brasil. Antes mesmo de se consagrar na TV, protagonizou um ensaio fotográfico para a revista Playboy, em 1987, sendo considerada um dos maiores símbolos de beleza da época.

Embora sua carreira tenha seguido de forma intensa, sua vida pessoal também foi repleta de desafios e superações. Em 2023, a atriz enfrentou sérios problemas de saúde, incluindo uma infecção bacteriana e complicações na coluna. No entanto, com força e determinação, ela conseguiu se recuperar e segue como uma referência de talento e resistência no meio artístico.

Carreira e ascensão ao estrelato

Cláudia Alencar iniciou sua trajetória artística no teatro nos anos 1970, onde rapidamente se destacou pelo talento versátil e pela interpretação visceral de suas personagens. Com uma base teatral sólida, sua entrada na televisão era apenas uma questão de tempo.

Foi nas novelas que sua fama se consolidou. Participou de tramas como “Mandala” e “A Indomada”, sempre entregando personagens complexos e inesquecíveis. A atuação que a imortalizou, no entanto, foi em “Tieta”, como Laura, a misteriosa Mulher de Branco.

A icônica Mulher de Branco em ‘Tieta’

Na trama baseada na obra de Jorge Amado, Laura era casada com o Comandante Dário, interpretado por Flávio Galvão. À noite, ela se transformava na lendária Mulher de Branco, uma figura enigmática que assombrava os homens de Santana do Agreste.

Seu mistério foi mantido até os últimos capítulos da novela, intrigando os telespectadores e gerando uma das maiores expectativas da história da TV brasileira. A revelação de sua identidade foi um dos momentos mais impactantes da teledramaturgia nacional.

Momentos marcantes da novela ‘Tieta’

  • A atuação de Cláudia como Laura ajudou a novela a se consolidar como um fenômeno de audiência.
  • A expectativa sobre a revelação da verdadeira identidade da Mulher de Branco dominou as discussões nas ruas e nas redes sociais.
  • A novela abordava temas como hipocrisia social e moralidade, algo incomum na época, o que garantiu sua relevância histórica.

A repercussão pública e o impacto cultural

A personagem Laura se tornou um ícone cultural. A figura da Mulher de Branco ganhou status de lenda urbana televisiva, sendo lembrada até hoje pelos fãs de novelas clássicas. Mesmo após décadas, cenas da personagem ainda são amplamente compartilhadas nas redes sociais.

Ensaio na revista Playboy e repercussão midiática

Em 1987, Cláudia Alencar protagonizou um ensaio fotográfico para a revista Playboy, consolidando sua imagem de mulher forte e decidida. O ensaio foi considerado um dos mais marcantes da publicação e contribuiu para reforçar sua presença na mídia.

Superação e desafios de saúde

Em dezembro de 2023, Cláudia enfrentou uma série de problemas de saúde, incluindo uma infecção bacteriana severa e complicações na coluna, que a deixaram em estado crítico. Após um longo período de internação e tratamento, ela se recuperou totalmente e continua ativa.

Contribuições para a arte e a cultura

Além da TV, Cláudia também se destacou no teatro e no cinema. Seu trabalho artístico foi sempre marcado pela entrega e dedicação. Ela participou de peças importantes e filmes relevantes, consolidando-se como uma referência na arte brasileira.

Curiosidades sobre Cláudia Alencar

  • Resistência política: Durante a Ditadura Militar, Cláudia participou de peças de teatro que desafiavam a censura e defendiam os direitos humanos.
  • Revival de capa histórica: Em 2021, recriou a foto de sua capa da Playboy de 1987, reafirmando sua beleza e atitude aos 71 anos.
  • Personagens marcantes: Além de Laura em “Tieta”, interpretou figuras inesquecíveis em novelas como “A Indomada” e “Mandala”.

Impacto nas redes sociais e popularidade atemporal

Com a reprise de “Tieta” no Vale a Pena Ver de Novo, a personagem Laura voltou aos holofotes. Fãs nostálgicos e novos telespectadores reviveram o mistério da Mulher de Branco nas redes sociais, compartilhando cenas icônicas e discutindo o impacto cultural da novela.

Fatos históricos relacionados à carreira de Cláudia Alencar

  • A estreia de “Tieta” ocorreu em 1989, com uma audiência média de 60 pontos na época, um recorde na TV brasileira.
  • A novela foi exportada para mais de 30 países, consolidando o sucesso internacional da produção.
  • Cláudia participou de mais de 20 novelas e séries ao longo de sua carreira.

Marcos e datas importantes

  • 1950: Nascimento de Cláudia Alencar.
  • 1970: Início da carreira teatral.
  • 1987: Capa histórica na revista Playboy.
  • 1989: Papel emblemático em “Tieta” como a Mulher de Branco.
  • 2023: Recuperação de graves problemas de saúde.

A arte como legado

Com uma carreira de mais de cinco décadas, Cláudia Alencar é uma verdadeira artista completa. Seus trabalhos atravessam gerações, e sua dedicação à arte continua inspirando jovens atores e atrizes.

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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