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A boxeadora olímpica Imane Khelif toma medidas legais por alegações de cromossomos masculinos | Boxe

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Imane Khelif, o boxeador que venceu Ouro olímpico em meio a uma disputa de elegibilidade de gêneroestá tomando medidas legais por causa de reportagens da mídia que supostamente detalham seus registros médicos vazados, disse o Comitê Olímpico Internacional. Relatórios publicados na França esta semana afirmaram que o jovem de 25 anos tem cromossomos XY (masculinos).

A boxeadora conquistou o ouro na competição dos meio-médios femininos nos Jogos deste verão em Paris, em meio a grande polêmica após o Campeonato Internacional Boxe A Associação disse que o argelino foi desclassificado do Campeonato Mundial do ano passado por não cumprir os critérios de elegibilidade de gênero.

A primeira adversária de Khelif em Paris, a lutadora italiana Angela Carini, sinalizou que não poderia continuar a luta aos 46 segundos, dizendo que “nunca havia sentido um soco como esse”.

Khelif apresentou uma queixa legal às autoridades francesas sobre o abuso e assédio online a que foi submetida durante os Jogos e o COI disse que agora também está a tomar medidas devido a novos relatos que surgiram em França no início desta semana. Também disse estar “entristecido” pelos abusos que Khelif recebeu desde a sua aparição em Paris.

“Entendemos que Imane Khelif tomou medidas legais contra indivíduos que comentaram sobre a sua situação durante o Jogos Olímpicos Paris 2024, e também está preparando uma ação judicial em resposta aos últimos relatórios”, disse um porta-voz do COI. “O COI não comentará enquanto a ação legal estiver em andamento ou sobre relatos da mídia sobre documentos não verificados cuja origem não possa ser confirmada.”

O comunicado destacou que Khelif competiu no boxe feminino “há muitos anos”, inclusive nos Jogos anteriores de Tóquio, bem como em eventos sancionados pela IBA. A IBA perdeu o reconhecimento do COI no ano passado devido a falhas de governação. Isso significava que era o COI quem organizava – e definia os critérios de entrada – no torneio olímpico de boxe em Paris.

Imane Khelif conquistou o ouro na competição meio-médio feminino nos Jogos Olímpicos deste verão. Fotografia: Tom Jenkins/The Guardian

A declaração do COI acrescentou: “Todos os atletas que participaram do torneio de boxe nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 cumpriram os regulamentos de elegibilidade e entrada da competição, juntamente com todos os regulamentos médicos aplicáveis ​​promulgados pela Unidade de Boxe de Paris 2024 (PBU). Tal como acontece com as competições olímpicas anteriores de boxe, o sexo e a idade dos atletas foram baseados nos dados do passaporte.”

O COI disse que as mesmas regras foram aplicadas durante o período de qualificação. A sua declaração concluiu: “O COI está empenhado em proteger os direitos humanos de todos os atletas que participaram nos Jogos Olímpicos, de acordo com a Carta Olímpica, o Código de Ética do COI e o Quadro Estratégico do COI para os Direitos Humanos. O COI está triste com os abusos que Imane Khelif está recebendo atualmente.”

Khelif disse depois de ganhar o ouro: “Estou totalmente qualificado para participar nesta competição – sou uma mulher. Nasci mulher, vivi como mulher e competi como mulher. Não há dúvida de que existem inimigos do sucesso e isso dá um sabor especial ao meu sucesso por causa desses ataques.”



Leia Mais: The Guardian

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

Mais informações

 



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