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a cartunista de imprensa Ann Telnaes deixa o “Washington Post” após a rejeição de uma caricatura de seu proprietário, Jeff Bezos
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Após a rejeição de uma de suas caricaturas em que criticava o dono do jornal, Jeff Bezos, a cartunista de imprensa Ann Telnaes disse no sábado, 4 de janeiro, que havia renunciado ao Washington Post. Em seu desenho, publicado sexta-feira no blog do designer, ela acreditava que Bezos havia procurado “obter os favores de Donald Trump”.
A caricatura mostra o fundador da Amazon, de joelhos, entregando uma sacola com o cifrão a uma estátua que representa o presidente eleito americano. Em meados de dezembro, a Amazon doou US$ 1 milhão ao fundo da organização para a posse de Donald Trump em 20 de janeiro. E Jeff Bezos fez recentemente uma viagem a Mar-a-Lago, a residência do presidente eleito na Flórida, que prometeu “para resolver” meios de comunicação através de processos judiciais.
Designer para o Washington Post desde 2008 e ganhadora do Prêmio Pulitzer de cartoons de imprensa, Ann Telnaes explica em um artigo em seu blog não tenho “nunca tive um projeto rejeitado” por causa do tema que ela escolheu retratar, “até agora”. “O desenho que foi suprimido critica os chefões da tecnologia e da mídia e os bilionários que estão fazendo de tudo para agradar o presidente eleito”ela explica.
No desenho, Jeff Bezos está ao lado do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, do chefe da empresa de inteligência artificial OpenAI, Sam Altman, e do dono da Los Angeles TimesPatrick Soon-Shiong. Um pouco mais longe, Mickey Mouse, prostrado, representa a Walt Disney Company, ela própria dona da ABC News. O canal concordou em pagar US$ 15 milhões para encerrar um processo de difamação movido por Donald Trump.
“Oponha-se à repetição”
Ainda antes de iniciar o segundo mandato, o republicano sinalizou a intenção de lançar uma avalanche de denúncias contra os meios de comunicação, que chama de “inimigos do povo”. Muitos advogados acreditam que muitos procedimentos não terão êxito, mas correm o risco de criar um efeito de intimidação e potencial autocensura.
Solicitado pela Agence France-Presse (AFP), o Washington Post contestou a versão de Ann Telnaes. Dizendo respeitar a designer e toda a sua contribuição para o dia a dia, o chefe das páginas editoriais, David Shipley, afirmou que sua decisão de rejeitar o desenho foi “guiados pelo fato de termos acabado de publicar um editorial sobre o mesmo assunto” e que outro, satírico, já estava planejado. “O único preconceito foi opor-se à repetição”ele disse.
Jeff Bezos, que durante o primeiro mandato de Donald Trump se opôs ao republicano nos contratos de defesa, tinha impediu o Washington Post, antes das eleições de novembro, para pedir votos para Kamala Harrisenquanto as recomendações de votação dos conselhos editoriais são uma tradição nos Estados Unidos. Sua empresa espacial Blue Origin também está em uma corrida com a empresa SpaceX de Elon Musk para ganhar contratos públicos.
O mundo com AFP
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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