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A Cinémathèque française cancela exibição de “Último Tango em Paris”, após acalorada polêmica

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Em última análise, não haverá exibição do filme O Último Tango em Paris (1972), do diretor italiano Bernardo Bertolucci (1941-2018), domingo, 15 de dezembro, na Cinémathèque française, em Paris, planejada no âmbito de uma retrospectiva dedicada ao ator americano Marlon Brando (1924-2004). A ausência de mediação em torno do filme, que mostra uma cena de estupro, filmada sem o consentimento da atriz Maria Schneider (1952-2011), provocou protestos durante toda a semana de personalidades do cinema e de associações feministas.

“No interesse de acalmar as mentes e tendo em conta os riscos de segurança envolvidos, a Cinémathèque française cancela a exibição marcada para este domingo, às 20h.escreveu o establishment, em comunicado de imprensa publicado na noite de sábado. A segurança do nosso público e da nossa equipe vem antes de todas as outras considerações.”. Um cancelamento que se segue, em 2017, após protestos das associações feministas, da retrospectiva dedicada a Jean-Claude Brisseau (1944-2019), condenado em 2005 por assédio sexual.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Assédio sexual: a Cinémathèque française adia a retrospectiva de Brisseau

A atriz Maria Schneider tinha 19 anos quando o diretor italiano Bernardo Bertolucci lhe impôs uma cena (simulada) de sodomia com o astro Marlon Brando, de 48 anos. “Mesmo que o que Marlon estava fazendo não fosse real, eu estava chorando de verdade. Me senti humilhado e, para ser sincero, um pouco violado, tanto por Marlon quanto por Bertolucci.”declarou a atriz, em 2007, ao jornal britânico Correio Diário sobre esta cena já famosa, em que Marlon Brando usa manteiga como lubrificante.

Trajetória quebrada

A atriz Jessica Chastain trouxe a sequência de volta à luz em 2017, na esteira do movimento #MeToo, diante da jornalista Vanessa Schneider, prima da atriz e repórter sênior do Mundonão refaz a trajetória quebrada da atriz na história Seu nome era Maria Schneider (Grasset, 2018), adaptado para o cinema no filme Maria (2024).

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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre

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publicado:
23/12/2025 07h31,


última modificação:
23/12/2025 07h32

Confira a nota na integra no link: Nota Andifes



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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre

A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.

Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.

Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”

A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”

O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”

A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”

Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”

Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre

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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre

A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.

 

A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.” 

Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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