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A dobradinha de Kolo Muani dá vitória à França sobre a Bélgica, apesar do vermelho de Tchouaméni | Liga das Nações

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Nick Ames at King Baudouin Stadium

Não, Kylian Mbappé, não há problema? Talvez não seja assim tão simples para a França, que começou este jogo como uma turba confusa, mas se endireitou o suficiente para manter o domínio sobre uma Bélgica animada. A polêmica sobre sua não aparição irão ressoar, assim como as preocupações mais amplas em torno da carga de trabalho dos jogadores que lançam uma sombra sobre esta eliminatória da Liga das Nações, e uma oposição mais clínica pode ter obscurecido ainda mais o clima.

No caso, dois gols de Randal Kolo Muani, um de pênalti, imprensaram uma resposta de Loïs Openda e garantiram mais um ponto que levará a França às quartas-de-final. A série de 43 anos da Bélgica sem uma vitória oficial sobre os seus vizinhos foi prolongada, mas eles contribuíram positivamente para uma noite que despertou muita reflexão sobre o lugar deste jogo no mundo.

Deveria ser um dos confrontos de peso do futebol europeu, mas sentiu-se diminuído no início. A ausência de Mbappé nesta rodada de jogos enquanto ele administra sua carga de trabalho pós-lesão causou grande inquietação na Françaonde ele é acusado de escolher seus momentos para liderar Os azuismas ele não foi o único a ficar de fora do processo. Kevin De Bruyne e Romelu Lukaku foram dispensados ​​​​da Bélgica, no desejo de evitar o risco de esforço excessivo do tema predominante. Os três maiores nomes com participação neste caso decidiram que participar nele poderia custar muito caro.

Portanto, pareceu-me muito apropriado que, a seis quilómetros de distância, numa sala de conferências perto do coração da máquina burocrática de Bruxelas, a tarde tivesse sido passada a debruçar-se sobre ação judicial movida pela Fifpro e Ligas Europeias sobre a imposição pela Fifa de um calendário de jogos terrivelmente ampliado. Qualquer um que ficasse preso a esses detalhes só precisava fazer uma viagem de 20 minutos para ver as consequências na vida real da escravidão do futebol por Mammon em pleno andamento.

Alguns dos intervenientes mais vorazes na cimeira do jogo de clubes defenderiam alegremente a tese de que, se a redução do calendário significasse comprometer os seus próprios interesses por um mero grama, as janelas internacionais deveriam mais cedo sentir o aperto. Mas rivalidades históricas como essa são menos problemáticas do que Copas do Mundo de Clubes distantes e mal programadas, com propósitos nebulosos, por isso foi animador ver ambos os lados produzirem um espetáculo que, se desprovido daquelas reviravoltas estelares, prendeu a atenção com um fluxo consistente. de chances e pontos de discussão.

A ausência de Mbappé não foi a única razão pela qual a França parecia desconhecida. Desde o Euro 2024 eles se despediram para Antoine Griezmann e Olivier Giroud, cada um insubstituível à sua maneira, e por longos períodos pareceram sem leme aqui. Esse foi certamente o caso antes do intervalo, quando a Bélgica deve ter-se perguntado como é que o jogo ainda estava vivo.

Youri Tielemans levanta as mãos depois de desperdiçar o pênalti da Bélgica no primeiro tempo. Fotografia: Imagens de Sócrates/Getty Images

De Bruyne criticou os padrões de seus companheiros após uma derrota fraca no jogo reverso de setembroquando a Bélgica fracassou em Lyon. Eles partiram como se estivessem determinados a corrigi-lo. Jérémy Doku brindou Lucas Digne, recebendo rapidamente um desafio desajeitado e um cartão amarelo. Com Youri Tielemans no controle, um avanço precoce parecia inevitável.

Openda errou por pouco antes de Leandro Trossard, dada a liberdade do flanco esquerdo, ver Mike Maignan desviar um chute desviado. A Bélgica foi implacável e os seus visitantes estúpidos; aos 20 minutos, Tielemans passou para Openda e William Saliba, escorregando quando o adversário virou para dentro, o achatou dentro da área. Saliba, raramente forçado a uma posição tão desesperadora no Arsenal, pensou que tinha sido salvo por uma bandeira de impedimento, mas o VAR considerou corretamente que isso estava errado. Tielemans assumiu a responsabilidade pela cobrança do pênalti, mas, para suspiros de horror, exaltou-o alto.

Aurélien Tchouaméni abre os braços fingindo surpresa ao receber o segundo cartão amarelo. Fotografia: Nicolas Tucat/AFP/Getty Images

Com exceção de um remate decente de Bradley Barcola, em quem repousam muitas esperanças, os jogadores de Didier Deschamps não ofereceram nada à meia hora. Então Barcola voltou, trabalhando no espaço e persuadindo Wout Faes a uma intervenção de mergulho bizarra. Faes acertou a bola com a mão; agora França teve seu próprio pênalti e Muani mostrou a Tielemans como se faz.

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Mesmo assim, as oportunidades surgiram para a Bélgica e só se fizeram sentir quando Openda, novamente dominado inicialmente pelo árbitro assistente, empatou nos descontos. Ele cronometrou perfeitamente para cabecear um cruzamento de Timothy Castagne e rapidamente ficou claro que o último impedimento seria anulado. A Bélgica deveria estar na frente, mas pelo menos estava empatada e mostrou alguma aptidão a De Bruyne.

Continuaram ambiciosos após o intervalo, mas consideraram a França uma proposta mais coerente e, talvez, disposta. O até então quieto Ousmane Dembélé fez um slalom de 60 jardas antes de chutar ao lado; Manu Koné então se afastou após vencer Koen Casteels, mas o handebol de Muani restringiu sua alegria. Um objetivo legítimo surgiu rapidamente. Digne se recuperou bem de sua derrota anterior por Doku e passou por cima de um cruzamento que Muani, subindo acima de um Faes estático, disparou rasteiro à esquerda de Casteels.

Tielemans, Trossard e Digne poderiam ter marcado nos 10 minutos seguintes. Isso foi divertido de ponta a ponta agora, com a reviravolta final quando Tielemans foi derrubado por Aurélien Tchouaméni. O vice-capitão de Mbappé foi autuado pela segunda vez e enviado para lamber as feridas; Maignan defendeu o livre cobrado por Trossard e, por mais que a Bélgica fizesse nos últimos momentos, sentiria novamente o peso do feitiço.



Leia Mais: The Guardian

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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.

As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.

Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva. 

Foto: Beatriz Guedes


A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.

A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares. 

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Demanda da comunidade

A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.

A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.

“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.

Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets. 

Foto: Beatriz Guedes


A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.

Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.

Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.

“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.

Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.

Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.

“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.

Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Foto: Beatriz Guedes

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.

A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.

Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações. 

Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.
Foto: Beatriz Guedes

Troca de experiências

Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.

“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.

A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.

Tecendo Teias de Aprendizagem

A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.

Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.

Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.

“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.

A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.
Foto: Beatriz Guedes

Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura. 

Foto: Aleta Dreves



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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