POLÍTICA
A extrema direita já se prepara para viver sem Bol…
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8 meses atrásem
Matheus Leitão
A extrema direita brasileira começará a se organizar oficialmente, longe dos holofotes, para viver o pós-Bolsonaro. Isso acontecerá a partir desta quarta, 26, data em que o ex-presidente se tornará réu.
Ainda distante de uma condenação criminal, o que está previsto para acontecer no segundo semestre de 2025, a aceitação da denúncia pelo Supremo Tribunal Federal – e a nova condição de réu do ex-presidente – será, contudo, o sinal verde para a reorganização do campo político conservador.
Jair Bolsonaro, duplamente inelegível no Tribunal Superior Eleitoral, quer se manter vivo politicamente a todo custo. Manterá, portanto, o discurso de que é candidato até 2026, mas o calendário eleitoral tornará impossível a continuidade de uma chapa com o seu nome.
Por tudo isso, esta semana é decisiva para a política brasileira – quando a direita começará a definir quem será o nome escolhido a concorrer contra o PT de Lula na próxima disputa presidencial.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é hoje favorito a assumir o posto e quer garantias de que terá o apoio da base bolsonarista no primeiro turno. Enquanto isso, o próprio líder da extrema-direita quer a validar um nome para chamar de seu na vice e, o mais importante: a promessa do indulto presidencial.
No processo da trama golpista, a defesa de Jair Bolsonaro e de seus co-conspiradores foram derrotados em todas as tentativas de postergar o julgamento, ou de mudar o seu quadro desfavorável.
Primeiro pediram que o julgamento não acontecesse na primeira turma e sim no plenário. Perderam. Depois tentaram impedir a participação dos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e de Cristiano Zanin. Perderam de novo.
A iminente derrota da extrema direita com a aceitação da denúncia contra Bolsonaro, Braga Netto e outros faz com que o relógio se adiante para 2026. A eleição está logo ali. Na verdade, começa nos próximos dias.
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POLÍTICA
A articulação para mudar quem define o teto de jur…
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7 meses atrásem
5 de maio de 2025Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.
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