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A Inglaterra cai para uma derrota por quatro postigos enquanto a Austrália arranca sangue pela primeira vez no Women’s Ashes | Cinzas Femininas

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Raf Nicholson at North Sydney Oval

A ambição declarada de Alyssa Healy na véspera deste Women’s Ashes era “dar o primeiro soco”. Missão muito cumprida. A Inglaterra saiu mancando de North Sydney na noite de domingo com o nariz sangrando, choramingando para 204 em 43,1 saldos – um total que, apesar de seus melhores esforços, se mostrou impossível de defender.

A Inglaterra sem dúvida sentiu falta do parcimonioso boliche de Kate Cross, cuja lesão nas costas continua a atormentá-la; sua aptidão para o restante da série permanece em dúvida. Mas a verdadeira culpa foi dos rebatedores ingleses, que jogaram no clássico estilo “Jonball” (o estilo agressivo ao qual o técnico Jon Lewis empresta seu nome), sem a paciência necessária para derrotar o ataque de classe mundial da Austrália. A eventual margem de vitória dos anfitriões foi de apenas quatro postigos. Imagine que resultado alternativo estaríamos agora contemplando se a Inglaterra marcasse ainda mais 30 corridas.

Heather Knight e Danni Wyatt-Hodge deram o seu melhor, com pontuações de 39 e 38 respectivamente, mas escolheram os defensores nas profundezas antes de transformar suas partidas em algo substancial. O mesmo fez o Great Ashes Hope da Inglaterra, Nat Sciver-Brunt, que inconscientemente acertou o midwicket para 19, entregando a Ash Gardner um segundo postigo em outros tantos saldos. Alice Capsey acertou em cheio; Amy Jones rebateu lindamente 29 bolas e depois devolveu uma para Alana King como se ela tivesse acabado de chegar ao ponto. Pare-me se você já ouviu isso antes.

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Jogos

ODIs: 12 de janeiro (Sydney), 14 de janeiro (Melbourne), 17 de janeiro (Hobart)

T20s: 20 de janeiro (Sydney), 23 de janeiro (Canberra), 25 de janeiro (Adelaide)

Teste: 30 de janeiro a 2 de fevereiro (Melbourne)

Sistema de pontos

Dois pontos são concedidos por vitória em jogos de bola branca e quatro no Teste, sendo os pontos divididos se o jogo estiver empatado, empatado ou abandonado. A equipe que tiver mais pontos no final vence. Se as equipes estiverem empatadas em pontos após a partida de teste, a Austrália, como campeã, mantém os Ashes – como fizeram após um impasse de 8-8 em 2023.

Como posso segui-lo?

A série será transmitida no Reino Unido pela TNT Sports e Discovery +, com comentários de rádio na BBC Radio 5 Sports Extra, ou no site da BBC e no aplicativo BBC Sounds, com a primeira partida começando às 23h30 GMT do dia 11 de janeiro. Na Austrália, será transmitido pela Seven e 7plus, bem como pela Fox Cricket e Kayo, com cobertura de rádio pela Fox Cricket e ABC Radio, a partir de 12 de janeiro às 10h30 AEDT. A Willow TV exibirá o Ashes nos EUA, começando no sábado às 18h30 EST ou 15h30 PST.

O que há de novo este ano?

Esta é a oitava vez que o Feminino Ashes será decidido por meio de um sistema de pontos e, como nas sete séries anteriores, serão três ODIs, três T20s e uma única Prova. Mas houve uma mudança significativa no cronograma: pela primeira vez a Prova encerrará a série. Anteriormente, ou era agendado no início ou ocorria entre os ODIs e os T20s. Como os vencedores do Teste obtêm o dobro de pontos que os vencedores de qualquer outro jogo, isso pode ter um enorme efeito na decisão da série – nenhuma equipe jamais perdeu o Teste e venceu o Ashes, embora quatro dos sete Testes tenham sido sorteados – portanto, colocá-lo em último lugar torna mais provável que o resultado da série permaneça desconhecido até o final. Na véspera desta série, jogadores de ambos os lados pediram uma nova alteração no calendário da próxima série em 2027, exigindo três testes para igualar o número de ODIs e T20s. Em 2023, o BCE anunciou os locais para os próximos dois Ashes Tests em casa da Inglaterra, com Headingley marcado para 2027 e o Ageas Bowl para 2031.

Não é tudo um pouco apressado?

Jon Lewis, técnico da Inglaterra, criticou o calendário, que em duas ocasiões conta com jogos em cidades diferentes com apenas um dia de intervalo. “Minha preferência seria que houvesse mais espaço entre os jogos, e a preferência dos jogadores também seria”, disse ele. Se a partida Teste for longe, a série terá duração de 22 dias, com disputa de 10 deles, período em que os times voarão pelo menos 2.635 milhas entre as cidades-sede. Quando o Ashes foi disputado pela última vez, na Inglaterra, em 2023, a série durou 27 dias e a distância total entre os locais era de 490 milhas. A última série na Austrália foi a mais curta das sete nesse formato, levando apenas 20 dias, mas minimizou o tempo de viagem ao usar apenas três locais.

As mulheres usarão os mesmos locais que os homens?

Algumas vezes. O jogo de abertura será disputado no North Sydney Oval, com capacidade para 10.000 pessoas, em vez do SCG, que será usado para o primeiro T20, e o primeiro dos dois jogos em Melbourne será disputado no Junction Oval, com capacidade para 7.000 pessoas. Mas três dos locais que serão usados ​​no Ashes masculino do próximo inverno, e um que foi usado na última série masculina, estão na programação, culminando no retorno do teste de críquete feminino ao MCG em Melbourne pela primeira vez desde 1948-49. , para aquele que será o primeiro teste diurno e noturno no solo. Simon Burnton

Obrigado pelo seu feedback.

Pelo menos os 6.236 espectadores no North Sydney Oval conseguiram o que queriam ver: a Inglaterra humilhada em uma partida do Ashes (o gênero dos participantes provavelmente é irrelevante). O sol de 25C foi apenas um belo bônus, assim como as 70 vitórias (78 bolas) do herói local Healy – seu primeiro meio século desde março de 2024, e um retorno agradável à forma após recentes lesões. Charlie Dean finalmente acertou um sob o bastão de Healy e acertou seus tocos no 32º final, mas até então apenas 41 corridas foram necessárias, e Gardner e King terminaram o trabalho com 67 bolas de sobra.

O dia começou com drama, depois que Megan Schutt lançou Maia Bouchier para um pato na primeira bola no primeiro over, apenas para ser considerado uma bola nula. Mas Bouchier continuou parecendo impressionado com sua primeira partida no Ashes, jogando repetidamente e perdendo para Kim Garth. Se ainda houvesse dúvidas sobre a decisão de Healy de manter o postigo nesta partida (ela só foi considerada apta para fazê-lo 24 horas antes), elas foram rapidamente colocadas na cama quando ela se moveu rapidamente para a direita para agarrar a borda de Bouchier e entregar Garth o primeiro postigo das Cinzas.

Sophie Ecclestone derruba Ash Gardner no North Sydney Oval. Fotografia: Rick Rycroft/AP

Uma parceria de 50 corridas entre Beaumont e Knight ajudou a levar a Inglaterra a 92-2 nas primeiras 19, mas depois do golpe duplo de Gardner nos overs 20 e 22, as entradas gradualmente perderam força, deixando os dois Laurens Bell e Filer muito pouco. para jogar. O feitiço inicial de Filer rendeu o postigo de Phoebe Litchfield, depois que ela passou a bola pela esquerda e tomou vantagem; teria produzido um segundo, se Capsey não tivesse atirado embaraçosamente Ellyse Perry em um quadrado recuado.

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Felizmente, Perry adicionou apenas mais sete corridas antes de Lauren Bell prender a perna antes, mas o erro – cometido na frente de uma multidão barulhenta no O’Reilly Stand – terá feito pouco pela confiança de Capsey. Ecclestone, por sua vez, fez o possível para parar os australianos com seu próprio boliche, mas ficou se chutando depois de derrubar Gardner no meio do jogo, faltando 22 corridas: a recepção parecia tão certa que Bell já estava comemorando quando Ecclestone conseguiu levantou-se do chão para revelar que a bola havia realmente saltado de suas mãos estendidas. Sobre tais erros são forjadas as vitórias dos Ashes.



Leia Mais: The Guardian

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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.

As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.

Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva. 

Foto: Beatriz Guedes


A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.

A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares. 

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Demanda da comunidade

A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.

A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.

“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.

Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets. 

Foto: Beatriz Guedes


A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.

Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.

Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.

“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.

Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.

Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.

“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.

Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Foto: Beatriz Guedes

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.

A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.

Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações. 

Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.
Foto: Beatriz Guedes

Troca de experiências

Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.

“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.

A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.

Tecendo Teias de Aprendizagem

A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.

Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.

Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.

“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.

A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.
Foto: Beatriz Guedes

Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura. 

Foto: Aleta Dreves



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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