NOSSAS REDES

ACRE

USP abre 83 cursos gratuitos online; veja como conseguir/Renata fazendo

PUBLICADO

em

A partir deste mês a USP abre inscrições para 83 cursos gratuitos e online. São 6.400 vagas. As áreas são bem variadas e contribuem para formação e aprendizado em humanidades. Os participantes que tiverem 75% de frequência receberão certificado.

Há oportunidades em Linguística e Literatura e Filosofia e Ciências Humanas. Você se inscreve e, em seguida, haverá um sorteio para verificar se foi contemplado.

Detalhe: são cinco blocos de cursos distintos e com datas diferentes para as inscrições. Portanto, atenção às datas de inscrição, o link está abaixo. Confira os cursos e programe-se.

Para se inscrever

A inscrição deve ser realizada pelo Sistema Apolo da USP neste link, mas o curso só estará ativo na data de inscrição indicada, e as matrículas serão realizadas por meio de sorteio.

Para a confirmação, basta aguardar um e-mail para os candidatos sorteados.

Não haverá listas de espera, se houver desistências o sistema fará novos sorteios dos inscritos, segundo a USP.

Leia mais notícia boa

Grupo 1: inscrições de 20 a 21 de janeiro – Sorteio 22/01/2025

  • Do que são feitas as línguas?
  • Mulheres e Holocausto: uma introdução
  • A perspectiva histórica da língua portuguesa no Ensino Básico
  • Geo-cinema e meio ambiente: reflexões sobre problemas contemporâneos
  • Brecht e o cinema britânico dos anos 1960
  • História Indígena e do Indigenismo: ensino e pesquisa
  • Um diálogo afro-atlântico: Conceição Evaristo e Paulina Chiziane
  • Uma introdução às obras de Karl Marx (1843-1872)
  • Uma ideia fundamental da fenomenologia: Husserl e Sartre
  • Monumentos e conflitos: disputas sobre a Memória nos século XXI
  • História do cinema espanhol: imagens, atores políticos e espaços sociais
  • Narrativas, política e repressão em Argentina e Brasil
  • Introdução à literatura chinesa traduzida
  • A sintaxe na aquisição da linguagem
  • Duhem como precursor de Popper, Kuhn e Lakatos

Grupo 2: inscrições de 22 a 23 de janeiro – Sorteio 24/01/2025

  • Por que a Teoria Crítica precisa da Psicanálise?
  • Judeus no Brasil: imigração, memória e cultura
  • O conto latino-americano recente: quatro exercícios de leitura
  • A influência do neoliberalismo nos valores e identidades sociais
  • Teoria crítica como investigação do inessencial
  • Sublimes imagens: políticas da memória na estética contemporânea
  • A recepção dos clássicos na Turma da Mônica
  • Biografias de mulheres latino-americanas no século XIX
  • Vestígios, segredos e escolhas: leitura do conto O amor de uma boa mulher, de Alice Munro
  • A História Global do Café: produção, circulação e consumo (séculos XV a XIX)
  • Metodologias e Análises de Pesquisa para Adaptação Audiovisual
  • Bruxas na poesia e no drama em língua inglesa
  • Passagens da Filosofia Antiga
  • Inteligência Artificial na Ficção Científica: uma abordagem crítica
  • O “esquartejamento intelectual” de Sylvia Serafim, um resgate da assassina do irmão de Nelson Rodrigues
  • Introdução à obra romanesca de Jean Genet

Grupo 3: inscrições de 24 a 26 de janeiro – Sorteio 27/01/2025

  • Conceitos fundamentais na filosofia de Simone de Beauvoir
  • Desenvolvimento de tecnologias, plataformas e inteligência artificial
  • Introdução à Antropologia das práticas esportivas na perspectiva dos marcadores sociais da diferença
  • Multiculturalismo como tema transversal na sala de aula: reflexões e práticas
  • Discursos polêmicos na política: do Renascimento aos dias atuais
  • Freud, a filosofia e os filósofos’: uma introdução IA e Estado
  • A experiência social do tempo: do medievo à modernidade
  • Representação política de gênero e raça no Brasil
  • A história da ‘democracia racial’ no Brasil: entre mitos e fatos
  • Breve introdução à Filosofia Egípcia
  • Sustentabilidade territorial rural
  • Ingeborg Bachmann e Paul Celan: correspondências poéticas
  • Ensino de geografia e relações étnico-raciais
  • Pode o escravizado falar? A literatura de pessoas escravizadas nos Estados Unidos da América
  • Para ler Formação da literatura brasileira

Grupo 4: inscrições de 27 a 29 de janeiro – Sorteio 30/01/2025

  • História dos animais: uma breve introdução
  • Modelo das Nações Unidas: uma metodologia para o ensino de geopolítica
  • Marxismo e(m) tradução
  • Violência e continuidade autoritária
  • Conservação ambiental e tecnopolíticas do “fim do mundo”
  • O racismo de Estado em Michel Foucault
  • O cinema independente de John Cassavetes
  • Práticas e reflexões no ensino de Espanhol
  • Aquisição de Linguagem: conhecendo o processo
  • Breve panorama da literatura no cinema russo (1900-1910)
  • O Meridionalismo como estratégia geopolítica brasileira
  • A mônada de Walter Benjamin no Prefácio de Origem do drama trágico alemão
  • As representações da bruxa na literatura
  • Desconstrução do olhar por Jacques Derrida
  • Técnicas estatísticas e climatológicas aplicadas à dados produtos orbital
  • Raça e cidade: entre a sociologia urbana e os estudos raciais no Brasil
  • Entre afrofuturismo e afropessimismo: gênero e o tempo da escravidão na literatura e nas artes visuais
  • Transfeminismo: pensando experiências de vida autênticas e transgressoras

Grupo 5: inscrições de 30 de janeiro a 2 de fevereiro – Sorteio 03/02/2025

  • Introdução à poesia russa: séculos 19 e 20
  • O horror nosso de cada dia: a literatura de horror latino-americana produzida por mulheres
  • História política do Brasil contemporâneo: a transição da ditadura militar à Nova República
  • Introdução à língua e à cultura alemã para o Direito
  • Lendo a poesia de João Cabral de Melo Neto
  • Pier Paolo Pasolini: ensaio, cinema e crítica
  • Feminismos decolonial e afro-latino: aportes da relação de gênero desde o Sul
  • Uma introdução à linguística cognitiva
  • Armas, leis e protestos: uma história política da Colômbia (1928-1991)
  • Espiritualidade e Teatro Russo: uma história a partir de 4 biografias
  • Moda e cinema brasileiro em formação (1950-1970)
  • Introdução à poesia lírica quinhentista: Garcilaso de la Vega e Camões
  • A arte da tradução: O duelo, de Anton Tchékhov, em português brasileiro
  • A participação popular nas teorias da democracia de Aristóteles e John Stuart Mill
  • As primeiras edições de ‘Marília de Dirceu’, de Tomás Antônio Gonzaga
  • Intercompreensão entre línguas românicas (latinas)
  • Introdução ao drama barroco alemão
  • Os nomes geográficos de origem indígena no Brasil

Os 83 cursos oferecidos pela USP são online e tudo gratuito. As inscrições variam, terminando este mês ou algumas em fevereiro. Vale verificar. Foto: Freepik Os 83 cursos oferecidos pela USP são online e tudo gratuito. As inscrições variam, terminando este mês ou algumas em fevereiro. Vale verificar. Foto: Freepik



Leia Mais: Só Notícias Boas

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS