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A Inglaterra oferece um vislumbre de um futuro melhor, mas a dobradinha de Kolbe dá a vitória à África do Sul | Série Nações de Outono

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Robert Kitson at the Allianz Stadium

Finalmente uma performance para fazer os fãs ingleses acreditarem num futuro melhor. Os resultados ainda não estão caindo, mas uma quinta derrota consecutiva contou apenas uma fração da história desta partida emocionante. Se os campeões mundiais acabaram por sair vitoriosos, este foi também o dia em que a equipa de Steve Borthwick respondeu a algumas perguntas incómodas sobre a sua capacidade e direcção táctica.

Se todas as partidas de teste fossem tão estrondosas e hipnoticamente assistíveis, não haveria necessidade de inventar esquemas de fantasia incompletos para tentar açoitar o rugby até os não convertidos. O mercúrio Marcus Smith foi novamente o mestre de ataque do Inglaterra mas no final o vencedor foi o ainda mais diminuto Cheslin Kolbe, cujas duas tentativas brilhantemente realizadas levaram o time número 1 do ranking mundial a chegar em casa.

Quando está à beira do abismo, esta seleção inglesa tem o hábito de responder com firmeza. Aqui está outro exemplo empolgante disso, com Sam Underhill jogando como um homem possuído na última linha e Freddie Steward sublinhando exatamente por que foi convocado para este jogo. Com o esquivo Smith, mais uma vez, a puxar os cordelinhos de forma soberba, esta foi sem dúvida a melhor exibição da equipa da casa no Outono.

No entanto, eles ainda foram derrotados no momento crucial por alguns desarmes perdidos. Primeiro, Damien de Allende passou por Ben Earl para ficar atrás da defesa do meio-campo inglês e o excelente Kolbe esfolou Ollie Sleightholme para marcar o try que finalmente deu aos Boks alguma luz do dia.

Não houve absolutamente nenhuma vergonha nesta exibição, mesmo assim. A partir do momento em que os fogos de artifício, luzes e lasers pré-jogo terminaram, a Inglaterra estava preparada para isso, procurando deslumbrar com a bola sempre que possível. Apenas três minutos se passaram quando Smith se preparou para tentar um drop-goal, apenas para correr para a esquerda e se conectar habilmente com Henry Slade para colocar o predatório Sleightholme por cima.

Foi exatamente o tipo de decisão ousada que galvaniza uma equipe, especialmente uma que tenta acabar com uma grande seca de jogos. A única desvantagem foi que acordou instantaneamente a África do Sul, que estava empatada nos primeiros 12 minutos. Grant Williams não é um meio-scrum comum e, depois que uma forte explosão de gás o levou a ultrapassar Ellis Genge e George Martin, um belo passo com o pé esquerdo também deixou o último defensor, Steward, morto.

Em cinco minutos, outro golpe de martelo se materializou. Primeiro Jack van Poortvliet e depois Smith foram atacados dentro dos 22 da casa e, com a bola obedientemente na baliza, Pieter-Steph du Toit deu o toque final. Esses Boks podem se destacar com e sem a bola.

Marcus Smith estava novamente em excelente forma em Twickenham. Fotografia: Tom Jenkins/The Observer

Uma competição de assalto estava apenas começando. Com a vantagem do impedimento inglês perto da linha, Manie Libbok aproveitou a bola livre para lançar um chute cruzado para a ala de Kolbe, com consequências previsivelmente perspicazes. Kolbe tem a capacidade de contornar possíveis defensores em uma cabine telefônica e o fez novamente.

A Inglaterra, porém, estava determinada a continuar jogando e foi recompensada em quatro minutos, quando Underhill, de volta ao time titular no lugar do lesionado Tom Curry e claramente um homem com uma missão, rematou imparavelmente à queima-roupa. A conversão de Smith reduziu a diferença para apenas dois pontos, com meia hora de um jogo de tirar o fôlego ainda não concluído.

A África do Sul também já havia perdido o influente Ox Nché, complicando a sua estratégia habitual de banco do “Esquadrão de Bombas” no segundo tempo. A Inglaterra também não ficou nada desanimada ao ver Libbok cobrar um pênalti de longa distância um minuto antes do intervalo e definitivamente teria se contentado com uma desvantagem de 17-19 antes do início do jogo.

A questão era se eles conseguiriam permanecer no jogo por tempo suficiente para exercer pressão real sobre o time do Bok, que fica cada vez mais duro nos momentos finais dos jogos. Os visitantes não tiveram um banco monstruoso de 7-1 desta vez, mas, perversamente, isso os tornou adversários ainda mais complicados em todas as quadras, com a experiência de Handré Pollard e Lukhanyo Am disponíveis, se necessário.

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Estatísticas da partida Inglaterra 20-29 África do Sul

E, quando necessário, podem jogar bola com os melhores. Se o passe final de Aphelele Fassi não tivesse sido para a frente, eles teriam marcado outra tentativa brilhante através de Kurt-Lee Arendse, três minutos após o reinício, e um jogo que poderia ter flutuado para longe da Inglaterra estava novamente em jogo.

Uma reviravolta importante de Earl perto de sua própria linha também ajudou a manter a Inglaterra na disputa e, depois de Tommy Freeman ter reivindicado uma bola alta e poderosa do outro lado, parecia que seu time havia marcado novamente com um passe longo de Smith, criando espaço suficiente para Slade para passar. As celebrações, porém, foram novamente interrompidas de forma rude, desta vez por um golpe de cabeça erguido de Maro Itoje sobre Malcolm Marx.

Smith conseguiu pelo menos marcar um pênalti para colocar seu time à frente por 20 a 19, faltando pouco menos de meia hora para o fim. Mesmo assim, ninguém no estádio estava disposto a descartar os Boks, mesmo quando Will Stuart e o recém-chegado Cowan-Dickie se combinaram para ganhar o tipo de penalidade de scrum que todo atacante da primeira linha deseja.

Com certeza, Pollard cobrou um pênalti longo, marca registrada, rebatendo-o na trave para efeito adicional, para colocar seu time de volta na frente, aproximando-se dos últimos estádios. E então veio a finalização brilhante de Kolbe, um conhecido inimigo inglês. Parecia o golpe final e, apesar do pecado de Gerhard Steenekamp, ​​foi o que aconteceu.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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