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A Moldávia expulsa diplomatas russos para ajudar o MP fugitivo – DW – 31/03/2025
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Tensões entre Moldávia e Rússia Aumentou -se na segunda -feira após a decisão da Moldávia de expulsar três diplomatas russos na segunda -feira.
O Ministério das Relações Exteriores da Moldávia declarou as três “persona non grata” e ordenou que eles saíssem, dizendo que havia “evidências claras” de ações que violavam suas responsabilidades diplomáticas.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia prometeu tomar medidas de retaliação, embora não tenha especificado o que isso poderia ser.
As expulsões ocorreram logo depois que a Moldávia acusou a embaixada russa em Chisinau de ajudar um legislador pró-Kremlin a evitar uma sentença de prisão. As autoridades russas rejeitaram as acusações como infundadas.
O desaparecimento do legislador pró-russo desencadeia um confronto diplomático
O gatilho imediato para a expulsão da Moldávia dos diplomatas russos foi o caso de Alexander Nestevschii, membro do Parlamento alinhado com interesses pró-russos.
Nestevschii foi condenado à revelia a 12 anos de prisão depois de ser condenado por financiar ilegalmente um partido político ligado a Ilan Shor – um empresário fugitivo e ex -legislador.
Shor, que fugiu da Moldávia depois de estar envolvido em um dos maiores escândalos de fraude bancária do país, se alinhou com causas amigas do Kremlin.
Moldávia: Rússia desligar o suprimento de gás
De acordo com os registros regulatórios, acredita -se que ele tenha criado empresas intermediárias – algumas em parceria com entidades sancionadas – para ajudar as empresas russas a evitar as restrições financeiras ocidentais. Sua rede política apoiou os partidos acusados de minar a Moldávia Trajetória pró-europeia.
Os promotores da Moldávia dizem que Nestevschii canalizou dinheiro de fontes ligadas a Shor para influenciar os principais eventos políticos-incluindo as eleições locais de 2023, a corrida presidencial de 2024 e um referendo sobre a tentativa da Moldávia a Junte -se à União Europeia.
Um dia antes de sua sentença, as imagens de vigilância capturaram Nestevschii entrando na embaixada da Rússia em Chisinau.
De acordo com o Serviço de Segurança e Inteligência da Moldávia (SIS), ele foi transportado em um veículo com placas diplomáticas para a Transdniestria, uma região separatista sob controle russo de fato desde o início dos anos 90.
“Esse tipo de atividade faz parte do mecanismo de agressão híbrida dirigida contra a República da Moldávia”, disse Alexandru Musteata, chefe da SIS.
A embaixada russa em Chisinau rejeitou as alegações como “infundadas e inaceitáveis”, descartando a resposta da Moldávia como politicamente motivada.
A Moldávia acusa a Rússia de interferência repetida
A Presidente Maia Sandu condenou o que descreveu como interferência direta no sistema judicial da Moldávia.
“A interferência da Federação Russa com o sistema judicial da República da Moldávia é inaceitável”, disse ela em uma entrevista por rádio. “Imagine se a Moldávia interferisse com a justiça na Rússia”.
O governo pró-europeu da Moldávia tem frequentemente acusou a Rússia de tentativas de desestabilizar O país, pois busca laços mais próximos com a União Europeia. A Moldávia pretende ingressar na UE até 2030 e recebeu o status de candidato em 2022.
A brecha diplomática é a mais recente de uma série de confrontos entre as duas nações. Em agosto de 2024, a Moldávia expulsou um diplomata russo sobre as alegações de espionagem.
Em julho de 2023, 45 diplomatas russos foram expulsos após relatos da mídia de que a embaixada da Rússia estava sendo usada como base para operações de vigilância. Apesar dessas ações, vários diplomatas com suspeitos de vínculos com a inteligência russa permaneceram na Moldávia.
A Moldávia realiza votação presidencial, referendo sobre a associação à UE
As tensões políticas aumentam antes das principais eleições
As últimas tensões diplomáticas se desenrolam à medida que a Moldávia se prepara para as eleições parlamentares neste outono, que avaliarão a popularidade de sua liderança pró-européia.
Enquanto isso, a repressão ao suposto financiamento ilegal ligado a Os interesses pró-russos continuam. As autoridades detiveram recentemente Eugenia Gutul, governadora de Gaguzia, na fronteira enquanto ela teria tentado fugir do país. Ela foi colocada sob custódia de 30 dias. Outro legislador, Irinna Lozovan, está teria evitando a aplicação da lei depois de enfrentar acusações semelhantes.
Gutul e Lozovan chamaram as alegações politicamente cobradas.
Editado por Richard Connor
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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