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A opinião do Guardian sobre os planos de Trump para destruir o planeta: a determinação do governo do Reino Unido será testada | Editorial

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DOnald TrunfoO terramoto eleitoral na América complicará os planos de Sir Keir Starmer. Em nenhum lugar o choque da vitória de Trump será sentido mais intensamente do que na política ambiental. A sua posição sobre o clima – defendendo a saída dos EUA do acordo climático de Paris e apoiando “furadeira bebê furadeira”- é mais perturbador do que construtivo. Isto deverá concentrar a mente de Sir Keir enquanto se dirige para a Cop29, a cimeira anual da ONU sobre o clima, em Baku, no Azerbaijão.

Na conferência do ano passado, os líderes mundiais concordaram em “transição”a partir de combustíveis fósseis de maneira justa e ordenada pela primeira vez. Trump, no entanto, considera a crise climática uma farsa. Com isso ano provavelmente será o mais quente já registradoos efeitos devastadores do aquecimento global são inegáveis, uma vez que as condições extremas clima atinge o planeta. Trump pode ignorar os factos, mas o rasto de caos e destruição relacionados com o clima fala por si.

Isto deverá reforçar a determinação do primeiro-ministro. O plano de Trump de dar aos EUA uma vantagem no comércio mundial através de tarifas complicará os objectivos trabalhistas de tornar a economia mais verde, produzindo eletricidade com zero carbonoe reduzindo os preços da energia. A pior atitude que Sir Keir poderia tomar seria ouvir as vozes da direita discutindo que se outras nações estão a abandonar os compromissos verdes, o mesmo deveria acontecer com a Grã-Bretanha. Isso seria um grave passo em falso, uma vez que a liderança em matéria de clima não só reduz as emissões de carbono da Grã-Bretanha, mas também constrói alianças estratégicas em todo o mundo.

A guerra comercial de Trump ameaça perturbar as cadeias de abastecimento, aumentar os custos e comprometer A transição verde da Grã-Bretanha e estancar seu crescimento. A sua pressão para maiores gastos com a defesa da OTAN poderia, no Reino Unido, desviar fundos públicos de iniciativas ambientais. Mas isto não é o principal: o crescimento da Grã-Bretanha será impulsionado pela adopção da energia verde, aproveitando os seus pontos fortes em áreas como energia eólica offshore. Além disso, a maioria eleitores vemos uma mudança verde como um caminho para reduzir os custos de energia e uma economia mais forte – uma causa que Sir Keir faria bem em defender.

O primeiro-ministro deveria reforçar os planos do seu secretário da Energia, Ed Milibandem vez de vacilar face à pressão Trumpiana que dá prioridade aos ganhos de curto prazo em detrimento de um futuro mais limpo. A posição de Trump também poderá suavizar-se. Ele quer intestino A Lei de Redução da Inflação de Joe Biden e eliminar seus subsídios à tecnologia limpa. No entanto, a maior parte do investimento ao abrigo da lei fluiu para vermelho e balanço estados do sul e centro-oeste dos Estados Unidos que votaram em Trump. Os líderes republicanos nesses estados prometeram proteger estes projectos.

Os lucros da Tesla, empresa de veículos elétricos de Elon Musk, aumentariam sob o governo de Trump desregulamentador agenda. O senhor Musk foi US$ 26 bilhões mais rico no dia seguinte à vitória de Trump. Isso revela como a pessoa mais rica do mundo a riqueza está ligada a forças políticas que minam as proteções verdes. Outrora crítico, Musk agora se aproxima de Trump. A contrapartida é clara: Trump, que uma vez zombou dos carros elétricos, agradou Musk, contando um comício em agosto: “Sou a favor dos carros elétricos… porque Elon (Musk) me apoiou.”

A ausência de Trump nas futuras reuniões da Polícia seria uma bênção duvidosa. Por um lado, ele iria dificultar os processos em vez de ajudá-los. Mas ter Trump na sala pode ser preferível a ele causar problemas externos. Com alguns líderes europeus apoio fora do verde liderança devido aos desafios internos, e outros que provavelmente seguirão o exemplo de Trump, Sir Keir tem a oportunidade de subir no cenário mundial. Este é um popular posição em casa. Seria também bem recebido pelos seus homólogos em apuros no continente – e além.

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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