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A Orquestra Sinfônica de Montreal, entre a Europa e a América, comemora 90 anos

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A luz ainda está quente neste verão de 18 de setembro em Montreal, os terraços lotados e a rua Sainte-Catherine negra de gente. Place des Arts, a Maison Symphonique se prepara para receber a Orquestra Sinfônica de Montreal (OSM) e seu diretor musical, o venezuelano Rafael Payare. Um pôster de alta qualidade: depois do Concerto para pianode Schumann, por Daniil Trifonov, la Sinfonia Fantásticade Berlioz, duas obras que farão parte, entre outras coisas, da programação da digressão europeia prevista de 19 a 30 de novembro, cuja uma das etapas termina no dia 22 de novembro na Filarmónica de Paris.

Na bagagem do OSM, dois magníficos sinos em bronze dourado – as notas Sol e Dó –, que o público ouvirá no Sonho com uma noite de sábado Berlioziano. Loiras e curvilíneas, mimadas como rainhas da beleza, “eles também farão parte da viagem”garante Sébastien Almon, diretor de operações artísticas e desenvolvimento internacional do OSM.

A ligação entre os músicos do Quebeque e a Europa não é anedótica, como recorda o maestro Kent Nagano, estacionado em Montreal de 2006 a 2020. “A orquestra nunca rompeu com as suas raízes europeiasele enfatiza. Quando você tem o francês como língua principal, há inevitavelmente um impacto no fraseado, no som e na respiração. Musicalmente, isto traduz-se numa certa flexibilidade e num particular sentido de cor, que, aliados à conhecida precisão e eficiência das falanges norte-americanas, tornam o OSM único. » Mesma observação para o maestro Rafael Payare, chegando em 2021, que apreciou a saborosa liga de seu primeiro show em 2018 “virtuosismo, flexibilidade e transparência” de 92 músicos, bem como a extensão do seu repertório.

Diretório histórico

Se há alguém que está encantado com esta saída que se aproxima, é o trombonista baixo solo Pierre Beaudry. Aos 63 anos, o quebequense que ingressou na OSM em 1982 viu o quarto de século de Charles Dutoit (1978-2002), os quatorze anos de Kent Nagano (2006-2020) e, durante dois anos, a posse de Rafael Payare. . Com o primeiro, um período de grande excitação. “Na década de 1970, fazíamos três turnês por ano – mais de trinta entre 1981 e 2000 – e “gravávamos” como loucos”confidencia, apontando para as inúmeras gravações (mais de 80) realizadas pela OSM sob a orientação do maestro suíço.

Na época, os músicos se apresentavam no Wilfrid-Pelletier Hall, espaço multifuncional com cerca de 3 mil lugares, que leva o nome de um dos fundadores da orquestra, criada em 16 de novembro de 1934. A Maison Symphonique, projetada pelo arquiteto Jack Diamond, cujo auditório com capacidade para 2.000 lugares, forrado com madeira de faia canadiana 70% clara da Outaouais e 175 almofadas isoladores de borracha, que oferecem excelente acústica desde 2011, mudarão suas vidas. Pierre Beaudry saboreia a sua funcionalidade e elegância, como nestes dias de ensaio em que chega às 7h30, enquanto o trabalho coletivo começa às 10h. “Começo com o almoçoele disse, então eu pego meu instrumento. Sozinho no meu espaço de trabalho, sinto-me um pouco como Monsieur de Sainte-Colombe na sua sala de música, no filme Todas as Manhãs no Mundo (1991)de Alain Corneau. »

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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