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a população do país diminuiu mais de dez milhões desde a invasão russa em 2022, segundo a ONU

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Kremlin anuncia reunião Putin-Guterres na quinta-feira, a primeira na Rússia desde 2022

O Kremlin anunciou na segunda-feira um encontro na quinta-feira entre Vladimir Putin e o secretário-geral da ONU, António Guterres, à margem da cimeira dos BRICS, a primeira entre os dois homens na Rússia desde abril de 2022, após a eclosão da ofensiva russa na Ucrânia. .

No final da cimeira dos BRICS em Kazan, “haverá sete reuniões bilaterais”incluindo aquele “com o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres”declarou o conselheiro diplomático do Kremlin, Yuri Ushakov, numa conferência de imprensa em Moscovo.

A questão da Ucrânia deveria ser particularmente discutida, anunciou o Kremlin. “Além da ação da ONU, espera-se que discutam questões atuais, em particular a crise do Médio Oriente e a situação em torno da Ucrânia”disse Moscou em um comunicado.

A ONU não confirmou a reunião. Questionado durante um briefing em Nova Iorque, o porta-voz adjunto de Guterres, Farhan Haq, respondeu aos jornalistas: “Detalhes de seus movimentos futuros serão comunicados posteriormente. »

O Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia disse na noite de segunda-feira que Guterres havia “a escolha errada” recusando o convite da Ucrânia para a Cimeira da Paz e concordando em viajar para Kazan. “Isso só prejudica a reputação da ONU”, criticou o ministério.

Durante a reunião anterior na Rússia, Vladimir Putin disse a Antonio Guterres que acreditava numa solução «positivo» negociações com a Ucrânia. Desde então, Moscovo e Kiev cessaram todas as negociações oficiais e as suas posições parecem atualmente inconciliáveis.

António Guterres, que se apresentou como mediador disponível, sublinhou, no entanto, que a anexação dos territórios ucranianos não tinha “nenhum lugar no mundo moderno”. “A guerra na Ucrânia continua a ser uma ferida aberta no coração da Europa”ele disse novamente em fevereiro.

Numa altura em que é alvo de pesadas sanções internacionais, a Rússia pretende demonstrar esta semana em Kazan o fracasso da política de isolamento e de sanções iniciada pelos países ocidentais em retaliação ao ataque russo à Ucrânia.

À margem desta cimeira, Vladimir Putin deverá realizar cerca de quinze reuniões bilaterais com os seus homólogos, incluindo as com o chinês Xi Jinping, o indiano Narendra Modi, o sul-africano Cyril Ramaphosa, o turco Recep Tayyip Erdogan, o iraniano Massoud Pezeshkian e o O egípcio Abdel Fattah Al-Sissi.

O presidente russo está limitado nas suas viagens internacionais por um mandado de detenção do Tribunal Penal Internacional emitido em março de 2023 por suspeita de deportação ilegal de crianças ucranianas para a Rússia, acusações que Moscovo refuta firmemente.

O presidente russo faltou à cimeira anterior dos BRICS na África do Sul, em Agosto de 2023, e depois à cimeira do G20 na Índia, em Setembro do mesmo ano. Na sexta-feira, ele anunciou que não viajaria ao Rio de Janeiro, no Brasil, de 18 a 19 de novembro, para a cúpula do G20.



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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