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A pornografia não é apenas um reflexo de nossos desejos – ele os molda, colocando mulheres e meninas em risco | Fiona Vera-Gray

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A pornografia não é apenas um reflexo de nossos desejos - ele os molda, colocando mulheres e meninas em risco | Fiona Vera-Gray

Fiona Vera-Gray

EUSe você viu pornografia nos últimos anos, você saberá que está sombrio nos dias de hoje. Incesto e estrangulamento são abundantes, assim como a coerção, o racismo e também violência sexual. É frontal e central nos principais sites pornográficos e muitas plataformas de mídia social, pressionadas por algoritmos de recomendação em uma unidade para maximizar o engajamento e o lucro. É um mundo longe dos dias em que a pornografia “hardcore” significava um pênis ereto. Mas podemos estar à beira da mudança.

Na semana passada, o Revisão pornô independente tão esperada liderado pelo colegas conservador Gabby Bertin foi publicado, marcando o maior Revisão da pornografia regulamentação em mais de 40 anos. Suas descobertas equivale a uma clara acusação do que conta como pornô hoje e a inação de sucessivos governos para fazer qualquer coisa para corrigi -lo. Foi um governo trabalhista que primeiro trouxe a lei pornô extrema em 2009, reconhecendo a necessidade de uma mudança na maneira como regulam a pornografia. Agora é hora do próximo grande passo em frente, e é esse que será parte integrante do sucesso da missão do governo de reduzir pela metade a violência contra mulheres e meninas em uma década.

O apetite público por regulamentação mudou. Por um tempo, muitos acreditavam que uma abordagem prática da regulamentação fortaleceria nossas liberdades sexuais e protegeria nosso direito à privacidade. Na realidade, foi feito o contrário. A maioria das pornografia hoje suprime nossa liberdade sexual. O que assistimos é impulsionado em grande parte pela escolha e preferência do usuário, mas algoritmos de recomendação de IA orientados para o lucro que aprenderam que somos atraídos pelo material que chama nojo, choque e raiva.

Nossos direitos de privacidade foram pisoteados por conglomerados pornográficos multinacionais que tiveram ao ar livre para extrair alguns de nossos dados mais íntimos para alimentar esses algoritmos. Um Estudo de mais de 22.000 sites pornôs descobriram que 93% deles estavam enviando dados do usuário para pelo menos um terceiro, geralmente sem que os usuários saibam.

Começamos a reconhecer o impacto disso em grande parte de nossa outra atividade on -line. Em 2020, uma revisão em viés na tomada de decisão algorítmica encomendado pelo Departamento de Ciência, Inovação e Tecnologia, descobriu que atitudes racistas e sexistas não são apenas reproduzidas, mas produzido por algoritmos de recomendação. E o Comissário de Informações lançou uma investigação sobre como as plataformas de mídia social estão usando dados gerados pela atividade on -line para crianças para Sirva -lhes conteúdo.

É em parte assim que chegamos a um lugar onde tanta pornografia on -line promove e perpetua tropos nocivos, violentos, misóginos e racistas. As próprias plataformas pornôs estão implicadas na produção dessas preferências, empurrando homens e cada vez mais mulheres Além disso, de outra forma iríamos.

Embora o relatório de Lady Bertin não se aprofunda o suficiente na tomada de decisões algorítmicas em sites pornôs e seu impacto em nossa liberdade e privacidade, ele fornece um plano para o que precisa mudar. Sua recomendação mais importante é o estabelecimento de paridade entre o que é regulamentado offline e o que é regulamentado online. Também sugere que as plataformas devem adotar medidas específicas de segurança por design, através do desenvolvimento de um código de pornografia seguro na Lei de Segurança Online ou de uma nova ofensa de publicações. Além disso, recomenda que a pornografia descrevendo incesto ou o estrangulamento deve ser ilegal sob a Lei de Pornografia Extrema e que o Ministério do Interior é o lar natural da política de pornografia, criando uma rota clara para a supervisão e responsabilidade e encerrando a abordagem “Passe o Buck” da regulamentação que dominou o debate até agora.

O relatório também contém uma menção passageira de suporte à verificação da idade no nível do dispositivo, se as medidas para restringir o acesso das crianças a sites pornográficos na Lei de Segurança Online forem ineficazes. Longe de uma diferença simples, essa mudança altera significativamente quem é responsável por manter as crianças seguras; Das plataformas que lucram com seu acesso, para pais e cuidadores que teriam que mantê -los longe de qualquer dispositivo verificado. Não é uma opção melhor, e definitivamente não é um sistema mais seguro; Sem surpresa, as plataformas pornôs preferem, porque faria menos danos ao tráfego.

Na publicação do relatório, o governo anunciou que eles vão responder a cada recomendação no devido tempo. A revisão marca o tipo de oportunidade que diria que ocorre uma vez na vida. Exceto que chegou antes. Como primeiro -ministro em 2013, David Cameron anunciou que, Quando se trata de pornografia“O que você não pode obter em uma loja, não deve poder ficar online”. Doze anos depois, a primeira recomendação de Lady Bertin é a mesma: esse conteúdo pornográfico que é ilegal para distribuir em formatos físicos também deve ser tratado como conteúdo ilegal em plataformas on -line. Levou -nos mais de uma década para acabar no mesmo lugar. Não é que não saibamos o que precisa ser feito. Só precisamos desse governo para finalmente avançar e realmente fazê -lo.

Clare McGlynn também contribuiu para este artigo

  • Fiona Vera-Gray é professora de violência sexual na Universidade Metropolitana de Londres e co-diretora da Unidade de Estudos de Abuso de Crianças e Mulheres

  • Clare McGlynn é professora de direito na Universidade de Durham e especialista em regulamentação legal da pornografia



Leia Mais: The Guardian

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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