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A prisão por prefeito de Istambul foi interromper a oferta da presidência; Oposição – DW – 20/03/2025
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Milhares de pessoas na Turquia foram às ruas na quinta -feira para protestar A detenção do prefeito de Istambul, Ekrem Imamoglu.
Impedir que Imamoglu de concorrer ao presidente da Turquia apenas fortaleceria o apoio à oposição, Ozgur Ozel do Partido Popular Republicano (CHP), PeruO principal partido da oposição. Ozel disse que Imamoglu foi levado sob custódia porque representou uma ameaça ao poder do Presidente Recep Tayyip Erdogan mais de duas décadas no poder.
Segundo Ozel, que falou em uma entrevista com a Reuters, qualquer candidato venceria Erdogan em eleições justas.
“Acreditamos que o Imamoglu vencerá. Se sua candidatura estiver bloqueada, acreditamos que isso se transformará em um apoio muito maior”, disse ele.
Imamoglu foi considerado o principal rival de Erdogan e à frente do presidente em algumas pesquisas. Esperava -se que ele anunciasse sua intenção de concorrer nas eleições presidenciais.
“Nós, como nação, devemos enfrentar esse mal. Este é o meu chamado”, postou imamoglu em X em uma mensagem transmitida por seus advogados.
Os críticos veem a repressão às vozes da oposição como uma tentativa de Erdogan de consolidar sua posição como líder do país.
Os funcionários do governo turco rejeitaram a alegação de que as prisões foram politicamente motivadas.
Erdogan chamou na quinta -feira crítica de oposição de “teatros” e “slogans” e um desperdício do tempo do país.
Prefeito acusado de corrupção, cooperação PKK
Ozel também disse que acreditava que Erdogan iria cortar qualquer laço que a oposição turca tenha com Istambul ao nomear um administrador para liderar a maior cidade da Turquia.
A oposição planeja reagir organizando a “reação democrática mais forte” a qualquer movimento desse tipo, disse Ozel.
Ozel estava falando da sede municipal de Istambul, onde disse que permaneceria até que Imamoglu seja libertado.
Imamoglu foi preso na quarta -feira devido a acusações de enxerto e auxiliar um grupo terrorista, com a oposição rotulando a mudança uma “tentativa de golpe”. A prisão provocou protestos em todo o país, apesar da proibição de quatro dias de manifestações na cidade.
Segundo os promotores, Imamoglo é acusado de usar mal sua posição de ganho financeiro. Em outra investigação, imamoglu é acusado de ajudar o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK)considerado uma organização terrorista na Turquia, nos Estados Unidos e em outros países, supostamente formando uma aliança com curdo Grupos para as eleições municipais de Istambul.
Outras prisões também foram feitas, incluindo dois prefeitos do distrito de Istambul.
‘Muito, muito mau sinal’
O ministro do Interior turco, Ali Yerlikaya, também disse que as autoridades prenderam dezenas de pessoas por compartilhar conteúdo “provocativo” nas mídias sociais relacionadas à prisão do prefeito.
Yerlikaya disse que, das 261 contas de mídia social identificadas pelas autoridades turcas por terem incitado o ódio ou crime público, 37 suspeitos foram detidos, com 62 contas baseadas no exterior.
A detenção do prefeito de Istambul também desencadeou comentários da Alemanha.
O chanceler Olaf Scholz chamou a prisão de “sinal muito, muito ruim” para as relações da Turquia com a União Europeia.
“Só podemos pedir que isso termine imediatamente e que a oposição e o governo permaneçam em competição entre si, e não a oposição que está sendo levada ao tribunal”, disse Scholz.
Protestos depois que o rival de Erdogan Imamoglu prendeu
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Editado por: Sean sinico
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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