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A raiva contra os árbitros se tornou a norma, mas certamente podemos fazer melhor? | Árbitros

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Jonathan Liew

CEll, obviamente precisamos falar sobre isso Cartão vermelho de Myles Lewis – Skelly. Devemos dar outra olhada nele? Bem ali, você pode ver o ponto em que o ego de Michael Oliver faz contato com seu viés anti-arenal. Se você rolar a fita para frente alguns segundos, poderá ver um movimento claro do criador de conteúdo em direção à webcam. Mas, na verdade, se você olhar para o próximo ângulo, poderá argumentar que, sob a interpretação atual do capitalismo da vigilância tecnocrática, rastejando em muitas sociedades ocidentais democráticas, na verdade são seis de uma dúzia do outro, Jeff.

Ocasionalmente, e geralmente por acidente, vou me encontrar em uma conversa sobre árbitros. Eu nunca posso acompanhá -los. Em grande parte, isso ocorre porque a maioria dos fãs de futebol tem um recall estranhamente enciclopédico de todos os árbitros que já os refletiram: o nome deles, a cidade natal, a ficha de rap completa, o olhar exato em seu rosto quando acenar Os Hawthorns em 2016. “Sim, Darren Bond sempre o teve para nós”, alguém dirá, e eu só posso acenar com a cabeça.

Por um longo tempo, considerei esse tipo de comportamento como obsessional, altamente heterodoxo, na fronteira com a fronteira. Com o tempo, percebi que a anomalia era meu. Não sei como os árbitros são chamados. Não sei como eles são. Anthony Taylor é careca, e Jarred Gillett é da Austrália, e Jon Moss tinha uma loja de discos em Leeds e talvez seja aposentado. Isso é tudo o que tenho. Isso provavelmente me faz um fã inadequado do esporte. Mas isso me torna uma pessoa melhor, mais feliz e mais arredondada? Olha, eu não quero colocar palavras na sua boca.

O corpo dos árbitros pgmol tem pediu uma parada ao abuso Dirigido a Oliver e sua família desde o jogo em Molineux no sábado. E, você sabe, boa sorte com isso. Freqüentemente – e com as melhores intenções – somos instados a considerar os árbitros como seres humanos com sentimentos, alheios ao fato de que eles servem à função muito oposta. Todo o seu objetivo é ser sem emoção, além dos sentimentos e da compaixão, um pitchbag neutro em nossos momentos mais fracos.

Agora, ninguém precisa de outro colunista sensato da Middlebrow explicando uma fonte serif profundamente condescendente que, na verdade, são os fãs que são o problema aqui. E para aqueles de nós nos assentos livres, talvez o primeiro e mais natural instinto diante de toda essa raiva ofuscante seja simplesmente desviar o olhar, acenar um braço desdenhoso, ridicularizar tudo como conspiração hokum, arquivar “padrões de arbitragem “Fora com” policiamento de duas camadas “e” preocupações legítimas sobre a imigração “como algo sobre o qual as pessoas pequenas podem ficar obcecadas.

Claro, muitas coisas podem ser verdadeiras de uma só vez. As ameaças contra a família de um árbitro devem estar além dos pálidos. A raiva contra os árbitros geralmente é um tiro barato contra um alvo fácil que, no clima de hoje, é frequentemente recompensado com o máximo envolvimento da mídia social. Essa quase certamente não foi a pior decisão que você já viu. O padrão de arbitragem quase certamente não é pior do que nunca. Certamente não estamos em um ponto de inflexão. Mas, igualmente, simplesmente deve haver uma maneira melhor de fazer isso.

Stuart Attwell está cercado por lobos e jogadores de Bournemouth durante uma partida em abril passado. A raiva contra os árbitros geralmente é um tiro barato contra um alvo fácil. Fotografia: David Davies/PA

Pegue o PGMOL, uma espécie de corpo flutuante no éter, não funcione não pela Associação de Futebol nem pela Premier League e, portanto, responsável a ninguém além de sua própria energia insaciável de personagem principal, um corpo cuja solução para todo problema de arbitragem é simplesmente mais arbitrante. Mais filmagens, mais áudio, mais explicações, mais declarações. Árbitros anunciando suas decisões para o estádio. Costumávamos ter a revisão tardia e a universidade aberta, grandes mentes debatendo idéias na televisão. Agora temos Michael Owen e Howard Webb falando sobre força excessiva e limiares de julgamento.

Leve isso à sua conclusão lógica e você acaba com o Rugby Union: não tanto um esporte quanto um litígio sem fim, onde os árbitros são semelhantes aos madhhabs islâmicos, escolas distintas de jurisprudência com sua própria interpretação inimitável das leis. E, é claro, levanta um paradoxo insolúvel: a saber, o tipo de pessoa que quer ser um árbitro nesse contexto quase certamente deve ser impedida de ser um árbitro por motivos de estranheza egoísta. Então, o que mais há?

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Bem: menos arbitragem. Idealmente, não há arbitragem, ou pelo menos o nível mínimo necessário para dissuadir jogo violento e faltas táticas. Obviamente, o VAR precisa ser eliminado de uma só vez. A tecnologia goalline pode ficar. Em caso de dúvida, reproduza, e a desvantagem do Creative Dribblers é compensada pela vantagem de atacantes tentando vencer a armadilha de impedimento. Acima de tudo, exijo como pouco árbitro em minha existência diária como fisicamente possível. Deveria ser ilegal conhecer seus nomes, de onde eles são, o que fazem em seu tempo livre. Eles devem ser altamente pagos e totalmente anônimos, talvez com a ajuda de algum tipo de roupa de jogo de lula.

Isso conserta as coisas por conta própria? Claro que não. Qualquer solução para a “crise dos padrões de arbitragem” está em grande parte ao contrário. O ponto é a sensação de crise perpétua, raiva eterna, o slosh que gira a roda do conteúdo, aqueles sentimentos lindamente puros. De muitas maneiras, o árbitro é o vaso perfeito para esses sentimentos: a idéia de vigilância sem rosto, a sensação de que todo o controle está lentamente escorregando de todas as nossas vidas.

Os árbitros são a letra de leitura “sem bebidas do lado de fora após as 21h30”. Os árbitros são o motivo pelo qual a estrada que você costumava tomar para trabalhar agora é uma caixa de flores. Os árbitros são a gigante da tecnologia que pode comprar seu ano inteiro de trabalho simplesmente permanecendo vivo por alguns segundos. À distância, parece óbvio que grande parte da estigmatização dos árbitros é uma sublimação de outras queixas: privilégios de fãs, aumento dos preços, proprietários de malignos, administradores inúteis, um esporte que em nível elementar não funciona mais para nós. Bem, vamos tentar tirar os árbitros da equação. Então, talvez, possamos começar com as outras coisas.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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