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A Romênia prende seis sobre supostos golpes de golpe vinculado à Rússia | Notícias da União Europeia
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Os promotores romenos detêm seis pessoas sob a acusação de traição por supostamente procurar ajuda russa para o trama do golpe.
A Romênia deteve seis pessoas sob a acusação de tentar derrubar o estado com a ajuda da Rússia, disseram os promotores, e um ex-major do Exército de 101 anos disse que sua casa foi invadida como parte da investigação.
Os suspeitos foram detidos na quarta -feira, no mesmo dia em que a Romênia – um Estado -Membro da União Europeia e a OTAN – declarou o adido militar da embaixada russa e seu vice -personae non grata pelo que dizia ser atos que violavam regras diplomáticas. Moscou disse que responderá à mudança.
A polícia disse na quinta -feira que o grupo foi formado para minar a “soberania e independência” do estado romeno, “minar politicamente a capacidade de defesa do país”.
As investigações apoiadas pelos serviços de inteligência romena revelaram que o grupo supostamente procurou “a remoção da atual ordem constitucional, a dissolução dos partidos políticos” e a instalação de um novo governo formado por seus membros, informou a polícia.
“Para alcançar seus objetivos desestabilizadores, representantes do grupo solicitaram ativamente apoio de oficiais na embaixada da Federação Russa”, disse a Agência de Inteligência Doméstica da Romênia, a SRI.
Ele disse que os dois diplomatas russos expulsos “coletaram informações em áreas de interesse estratégico e tomaram medidas para apoiar os movimentos anti-constitucionais do grupo”.
Dois dos suspeitos viajaram para Moscou em janeiro, onde conheceram pessoas que estavam dispostas a apoiar a aquisição de poder do grupo na Romênia, disse o promotor público.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia descartou as acusações como “especulações”.
A obsessão de Bucareste em procurar ‘traços russos’ nas lutas políticas internas da Romênia não é um novo fenômeno “, disse o ministério na plataforma de mídia social X.” A Rússia não tem hábito de interferir nos assuntos internos de outros “.
Os promotores disseram que o grupo tinha uma estrutura do tipo militar, com fontes judiciais nomeando o ex-general-general do ex-general romeno de 101 anos, Radu Theodoru como suspeito.
Theodoru, um negador do Holocausto que elogiou repetidamente a liderança fascista da Segunda Guerra Mundial da Romênia, disse em uma entrevista gravada com sua filha postou em sua página no Facebook que ele acreditava que o atual governo representava “um estado anti-romano, um sistema organizado para roubar este país”.
“Eles desperdiçaram este país e agora se defendem e encontram razões para informar mal o público”, acrescentou.
Os promotores disseram que o grupo tomou medidas para negociar com forças externas sobre a potencial retirada da Romênia, que compartilha uma fronteira com a Ucrânia, da Aliança Militar da OTAN.
Eles disseram que o grupo pretendia instalar um novo governo e dissolver a ordem constitucional atual, introduzindo uma nova bandeira, hino nacional e mudando o nome do país.
As tensões políticas têm sido altas na Romênia desde a sua principal corte anulou as eleições presidenciais em dezembro em meio a acusações de interferência russa-negadas por Moscou-a favor do líder de extrema direita Calin Georgescu.
Georgescu está sob investigação por seis acusações, todas as quais nega.
A investigação anunciada na quinta -feira não está relacionada a Georgescu, disseram fontes de acusação. Fontes judiciais citadas pela estação de TV Antena3 disseram que uma das autoridades russas expulsas estava vagamente ligada a um suspeito na investigação de Georgescu.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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