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A Síria tem uma declaração constitucional, “nova página na história” do país
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2 anos atrásem
O presidente interino da Síria, Ahmed al-Charaaelogiado a “Nova página na história” de seu país após a assinatura de uma declaração constitucional. Estabelecido para um período de transição de cinco anos, o texto garante a liberdade de expressão e os direitos das mulheres.
“Esta é uma nova página na história da Síria, onde substituímos a injustiça por justiça (…) e sofrimento pela misericórdia “disse Ahmed al-Charaa, que derrubou, à frente de uma coalizão rebelde dominada por islamitas, Bashar al-Assad em dezembro de 2024, após mais de treze anos de guerra civil.
As novas autoridades aboliram a Constituição e dissolveram o Parlamento, que era uma câmara de execução das decisões do poder sob Bashar al-Assad. Ahmed Al-Charaa, nomeado presidente interino em janeiro, disse que levaria de quatro a cinco anos para organizar as eleições.
Anunciado em uma entrevista coletiva no Palácio Presidencial, em Damasco, a declaração constitucional, no entanto, despertou críticas da administração autônoma curda no nordeste do país. Para a importante minoria curda, o texto “Contra a realidade da Síria e sua diversidade”. Il “Não reflete o espírito do povo sírio e de seus diferentes componentes, de curdos a árabes, passando por siríacos, assírios e outros componentes nacionais sírios”estimado a administração curda.
O anúncio da declaração constitucional ocorre logo depois Massacres cometidos no oeste da Síriaa pior violência desde a chegada ao poder das novas autoridades.
“Separação de poderes”
A nova declaração constitucional “Criminaliza a glorificação do antigo regime de Assad e seus símbolosdisse a presidência. Negar, alugar, justificar ou minimizar seus crimes são crimes puníveis por lei. »»
A declaração “Proteger” também o “Liberdade de crença” E estabelece uma separação estrita de poderes, em um país onde o clã Assad reinou sem compartilhar por mais de meio século. “Nós deliberamos deliberadamente por separação estrita”disse um membro do Comitê Editorial, Abdel Hamid al-Awak, enfatizando que os sírios sofreram no passado “A invasão do Presidente da República no resto dos poderes”. Abdel Hamid Al-Awak disse que uma Comissão Eleitoral Superior seria formada para supervisionar as eleições do Parlamento.
De acordo com a declaração constitucional, cabe ao presidente interino de “Nomeie o terceiro” membros da futura assembléia, “Somente responsável pelo processo legislativo”. A declaração constitucional dá ao presidente apenas um poder excepcional, o de declarar o estado de emergência. A jurisprudência islâmica permanece “A fonte principal” da legislação e no Islã, a religião do presidente, como antes.
“Direitos e liberdades”
A declaração garante “Uma ampla gama de direitos e liberdades, incluindo liberdade de opinião, expressão, imprensa”enquanto garantia mulheres “Seus direitos sociais, econômicos e políticos”Selon Abdel Hamid al-Uja.
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Ele também fornece a formação de um “Comitê de Justiça de Transição”direcionado em particular para fazer justiça para “Vítimas e sobreviventes” ditadura. Ela sublinha em outro plano “Independência” de justiça e proibição “O estabelecimento de tribunais excepcionais” dos quais os sírios sofreram seriamente no passado. Ela finalmente menciona “A necessidade de formar um comitê para escrever uma constituição final”.
O enviado especial das Nações Unidas (ONU) para a Síria, Geir Pedersen, disse “Espero que a declaração (constitucional) pode constituir uma estrutura legal sólida para uma transição política verdadeiramente credível e inclusiva ”acrescentando isso “Sua implementação correta será essencial”de acordo com um porta -voz da ONU na quinta -feira.
A organização da ONU está pronta para trabalhar ao lado da Síria para “Uma transição política inclusiva que garante que estamos fazendo contas, que promove a reconciliação nacional e que estabelece as fundações para uma recuperação duradoura (do país) »disse o secretário -geral da ONU, Antonio Guterres.
O mundo com AFP
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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