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A sonda da NASA Athena em uma posição delicada na lua
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Um ar de Deja Vu: Máquinas Intuitivas anunciou, quinta -feira, 6 de março, que sua investigação, que surgiu um pouco mais cedo na lua, provavelmente não tinha Aluni verticalmente como se esperava. Já no início de 2024, a empresa americana conseguiu colocar uma máquina na lua, tornando -se a primeira empresa privada a ter sucesso em tal façanha, mas sua investigação foi inclinada e danificada após uma descida agitada.
“Não achamos que temos a orientação correta na superfície da lua”disse na quinta -feira, Steve Altemus, diretor administrativo de máquinas intuitivas, em uma conferência de imprensa comum com a NASA, para quem a investigação estava carregando instrumentos. Se a Companhia Texana e a Agência Espacial Americana confirmaram que esta nova investigação, chamada Athena, posou na quinta -feira na superfície lunar por volta das 18h30.
As equipes acreditam, no entanto, que é “Perto do local planejado”disse o chefe de intuitivos de máquinas. Ou uma área a cerca de 160 quilômetros do pólo sul da lua, o objeto de muitos desejos porque há água na forma de gelo. Isso constitui um sucesso, porque até agora nenhuma máquina esteve mais próxima do poste. No entanto, o fato de o dispositivo ser inclinado poderia liderar, entre outras coisas, para diminuir a produção de energia, alertou o Sr. Altemu. Isso teria o efeito de limitar as experiências e demonstrações de que a empresa e a NASA pretendem conduzir.
Prepare -se para futuras missões humanas
As manobras de discursos são complexas, em particular devido à ausência de uma atmosfera, o que torna os pára -quedas inoperante. Antes que as máquinas intuitivas chegassem lá em fevereiro de 2024, apenas alguns países, começando pela União Soviética em 1966, tiveram sucesso.
Domingo, a Firefly Aerospace, outra empresa texana, conseguiu nesta operação fazendo sua investigação de fantasmas azuis, também enviada em nome da NASA, sem incidentes. A Agência Espacial Americana escolheu, há vários anos, para carregar o setor privado para enviar equipamentos e tecnologias para a lua, a fim de reduzir o custo das missões e acelerar sua cadência. Este último pretende preparar o terreno para futuras missões humanas, como parte do programa Artemis.
“Nosso objetivo é permitir que as empresas americanas criem uma economia na superfície da lua, o que significa que, mesmo que o luno não seja perfeito, sempre aprendemos com as lições que podemos usar no futuro”insistiu na quinta -feira, Nicky Fox, um funcionário da NASA.
Com mais de 4 metros de altura, Athena transporta vários objetos, incluindo instrumentos científicos destinados a perfurar o solo em busca de água e outros recursos. Também a bordo: um pequeno robô – chamado Grace em homenagem à American Matemática Grace Hopper – capaz de saltar e, assim, explorar áreas difíceis. Outra máquina deve testar a implementação de uma rede celular 4G.
Um programa que se tornou incerto com Donald Trump
A sonda foi destinada a uma terra montanhosa perto do pólo sul da lua. Em 2023, a sonda indiana Chandraya-3 foi a primeira no mundo a Alunir nesta região.
Máquinas Intuitivas e NASA inicialmente prevê experimentos “Por cerca de dez dias antes da noite lunar se estabelecer no pólo sul da lua, tornando Athena inutilizável”.
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Esse novo estabelecimento ocorre quando as incertezas em torno do programa Artemis crescem devido ao ceticismo manifestado pelo presidente americano, Donald Trump, sobre a utilidade de passar pela lua antes de ir para Marte. Os republicanos repetiram, na noite de terça -feira, no Congresso, seu desejo de plantar a bandeira americana no planeta vermelho.
O programa Artemis, vítima de atrasos e complicações, pretende estabelecer uma presença humana duradoura na lua, enquanto outros países, começando pela China, um grande poder rival dos Estados Unidos, também pretendem enviar homens para lá e construir uma base nos próximos anos ou décadas.
O mundo com AFP
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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre
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3 de julho de 2026A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.
A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.
No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.
“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.
A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.
Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre
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2 de julho de 2026Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).
O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.
A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.
Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre
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1 de julho de 2026A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.
“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.
Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.
O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.
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