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A superfície cumulativa do floe de gelo em torno dos dois pólos atingiu um novo mínimo histórico em fevereiro, de acordo com Copernicus

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A superfície cumulativa do floe de gelo em torno dos dois pólos atingiu um novo mínimo histórico em fevereiro, de acordo com Copernicus

Três ursos polares adultos se moveram para o gelo durante o período limitado, quando está disponível, no sudeste da Groenlândia, em abril de 2015.

Um pacote mundial do mundo, ainda nas mais altas temperaturas globais: depois de 2024 e sua ladainha de registros e desastres climáticos, o inverno 2025 ainda ilustra o aquecimento global, buscando mais de dois anos de observações de calor em níveis históricos.

Em fevereiro, a superfície cumulativa do bolo de gelo em torno dos dois pólos atingiu um novo mínimo histórico, e os três meses correspondentes ao inverno do Hemisfério Norte (dezembro-fevereiro) estavam quase tão quentes quanto o recorde do ano passado, de acordo com o Boletim mensal publicado quinta-feira, 6 de março, pelo Observatório Copernicus europeu.

“Fevereiro de 2025 está alinhado com as temperaturas recordes ou quase recordes observadas nos últimos dois anos” Sob o efeito do aquecimento global, sublinha em um comunicado à imprensa Samantha Burgess, do Centro Europeu de Previsões Meteorológicas do Médio (ECMWF). “Uma das conseqüências de um mundo mais quente é o derretimento do gelo do mar” condução “A extensão mundial do floe de gelo em um mínimo histórico”ela acrescenta.

Gravar Fonte do Ártico

O floe de gelo derrete naturalmente o verão (na Antártica no momento) e reforma o inverno (Ártico), mas em proporções em declínio. 7 de fevereiro, “Um recorde mais baixo foi alcançado sobre a superfície cumulativa de floe de gelo” Ao redor do Ártico e da Antártica, indica Copernicus.

Esse derretimento do gelo é particularmente marcado no Ártico. O Banco da Antártica, sem quebrar o recorde absoluto, é 26 % menos importante que sua média sazonal no coração do verão do sul. O mínimo anual poderia ter sido alcançado no final de fevereiro, de acordo com Copernicus, e “Se isso for confirmado, seria o mínimo mais baixo registrado pelos satélites”.

O planeta começa um terceiro ano consecutivo com temperaturas historicamente altas, após 2024 se tornaram o ano mais quente já medido, quebrando o recorde de 2023.

Os climatologistas esperavam que as temperaturas globais excepcionais por dois anos desaparecessem após o final do ciclo do fenômeno El Niño, sinônimo de aquecimento adicional, que atingiu seu pico em janeiro de 2024. Mas o termômetro continua a bater ou escovar os registros.

Terceiro meses de fevereiro, o mais quente dos anais

Mesmo que fevereiro de 2025 seja apenas o terceiro mês mais quente de fevereiro dos anais, ele permanece extraordinário, mais quente de 1,5 ° C em comparação com o nível pré -industrial, sublinha Copernicus.

Leia também a pesquisa: Artigo reservado para nossos assinantes El Niño e La Niña, as “crianças terríveis” do clima

Esse nível aparece no acordo de Paris para evitar a multiplicação de desastres climáticos globais. Segundo a ONU, o mundo está a caminho de atravessar esse limiar no início dos anos 2030.

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Fevereiro foi marcado em particular por grandes incêndios na Argentina e vários ciclones no sudeste da África e no Pacífico Sul.

O mundo, médias altas, oculta fortes contrastes. Uma grande parte do Ártico, dos Alpes e do Himalaia, bem como a Escandinávia, o norte do Chile e a Argentina, México, Índia ou Flórida experimentaram temperaturas muito quentes há um mês de fevereiro. Por outro lado, uma onda gelada foi observada no oeste dos Estados Unidos e também está frio na Turquia, Europa Oriental e Oriente Médio, bem como em grande parte do leste da Ásia.

Os oceanos permanecem anormalmente quentes também. A temperatura na superfície dos mares foi a segunda mais alta já registrada em fevereiro, com 20,88 ° C em uma média global. Os oceanos, os reguladores climáticos cruciais e os poços de carbono armazenam mais de 90 % do excesso de calor causado pelas emissões de gases de efeito estufa da humanidade.

O mundo com AFP

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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