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A superfície cumulativa do floe de gelo em torno dos dois pólos atingiu um novo mínimo histórico em fevereiro, de acordo com Copernicus
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Um pacote mundial do mundo, ainda nas mais altas temperaturas globais: depois de 2024 e sua ladainha de registros e desastres climáticos, o inverno 2025 ainda ilustra o aquecimento global, buscando mais de dois anos de observações de calor em níveis históricos.
Em fevereiro, a superfície cumulativa do bolo de gelo em torno dos dois pólos atingiu um novo mínimo histórico, e os três meses correspondentes ao inverno do Hemisfério Norte (dezembro-fevereiro) estavam quase tão quentes quanto o recorde do ano passado, de acordo com o Boletim mensal publicado quinta-feira, 6 de março, pelo Observatório Copernicus europeu.
“Fevereiro de 2025 está alinhado com as temperaturas recordes ou quase recordes observadas nos últimos dois anos” Sob o efeito do aquecimento global, sublinha em um comunicado à imprensa Samantha Burgess, do Centro Europeu de Previsões Meteorológicas do Médio (ECMWF). “Uma das conseqüências de um mundo mais quente é o derretimento do gelo do mar” condução “A extensão mundial do floe de gelo em um mínimo histórico”ela acrescenta.
Gravar Fonte do Ártico
O floe de gelo derrete naturalmente o verão (na Antártica no momento) e reforma o inverno (Ártico), mas em proporções em declínio. 7 de fevereiro, “Um recorde mais baixo foi alcançado sobre a superfície cumulativa de floe de gelo” Ao redor do Ártico e da Antártica, indica Copernicus.
Esse derretimento do gelo é particularmente marcado no Ártico. O Banco da Antártica, sem quebrar o recorde absoluto, é 26 % menos importante que sua média sazonal no coração do verão do sul. O mínimo anual poderia ter sido alcançado no final de fevereiro, de acordo com Copernicus, e “Se isso for confirmado, seria o mínimo mais baixo registrado pelos satélites”.
O planeta começa um terceiro ano consecutivo com temperaturas historicamente altas, após 2024 se tornaram o ano mais quente já medido, quebrando o recorde de 2023.
Os climatologistas esperavam que as temperaturas globais excepcionais por dois anos desaparecessem após o final do ciclo do fenômeno El Niño, sinônimo de aquecimento adicional, que atingiu seu pico em janeiro de 2024. Mas o termômetro continua a bater ou escovar os registros.
Terceiro meses de fevereiro, o mais quente dos anais
Mesmo que fevereiro de 2025 seja apenas o terceiro mês mais quente de fevereiro dos anais, ele permanece extraordinário, mais quente de 1,5 ° C em comparação com o nível pré -industrial, sublinha Copernicus.
Esse nível aparece no acordo de Paris para evitar a multiplicação de desastres climáticos globais. Segundo a ONU, o mundo está a caminho de atravessar esse limiar no início dos anos 2030.
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Fevereiro foi marcado em particular por grandes incêndios na Argentina e vários ciclones no sudeste da África e no Pacífico Sul.
O mundo, médias altas, oculta fortes contrastes. Uma grande parte do Ártico, dos Alpes e do Himalaia, bem como a Escandinávia, o norte do Chile e a Argentina, México, Índia ou Flórida experimentaram temperaturas muito quentes há um mês de fevereiro. Por outro lado, uma onda gelada foi observada no oeste dos Estados Unidos e também está frio na Turquia, Europa Oriental e Oriente Médio, bem como em grande parte do leste da Ásia.
Os oceanos permanecem anormalmente quentes também. A temperatura na superfície dos mares foi a segunda mais alta já registrada em fevereiro, com 20,88 ° C em uma média global. Os oceanos, os reguladores climáticos cruciais e os poços de carbono armazenam mais de 90 % do excesso de calor causado pelas emissões de gases de efeito estufa da humanidade.
O mundo com AFP
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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