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A Universidade de Columbia se recusando a ajudar ‘a identificar pessoas para prisão – Casa Branca | Administração Trump

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A Universidade de Columbia se recusando a ajudar 'a identificar pessoas para prisão - Casa Branca | Administração Trump

Anna Betts

O governo Trump disse na terça -feira que a Universidade de Columbia estava “recusando -se a ajudar” o Departamento de Segurança Interna identificar pessoas para prisão no campus, depois que as autoridades de imigração detiveram um proeminente Ativista palestino e recém -formado na Columbia no fim de semana.

O secretário de imprensa da Casa Branca de Trump, Karoline Leavitt, disse na terça-feira que o governo deu aos nomes da universidade de vários indivíduos que acusou de “atividade pró-hamas”, reiterando o governo intenção Deportar ativistas associados a protestos pró-palestinos.

“A Universidade de Columbia recebeu os nomes de outras pessoas que se envolveram em atividades pró-hamas e estão se recusando a ajudar o DHS a identificar esses indivíduos no campus”, disse Leavitt em um briefing da imprensa. “E como o presidente disse muito fortemente em seu comunicado ontem, ele não vai tolerar isso”.

Khalil, um morador permanente dos EUA que ajudou a liderar protestos pró-palestinos na universidade no ano passado, foi detido na noite de sábado em uma jogada sem precedentes que provocou indignação generalizada e alarme De defensores da liberdade de expressão.

Trump descreveu a prisão nesta semana como a “primeira prisão de muitos por vir”.

As autoridades federais de imigração que prenderam Khalil teriam dito que eram agindo em uma ordem do Departamento de Estado revogar o green card que lhe concede residência permanente.

Na terça -feira, Khalil não havia sido acusado de nenhum crime. No entanto, duas pessoas com conhecimento do A matéria disse ao The New York Times que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, estava dependendo uma disposição da Lei de Imigração e Nacionalidade de 1952 que lhe dá amplo poder para expulsar estrangeiros se eles lhe der “Brasão razoável para acreditar“A presença deles nos EUA tem” consequências adversas potencialmente graves da política externa “. Zeteo Também relatou que o próprio Rubio “pessoalmente assinou a prisão”.

Na segunda -feira de manhã, Khalil estava sendo mantido em um centro de detenção de imigração perto de Jena, Louisiana.

Na segunda -feira à noite, um juiz federal em Manhattan impediu sua deportação enquanto aguardava uma audiência em seu caso marcado para quarta -feira.

A União Americana das Liberdades Civis e o Centro de Direitos Constitucionais se juntaram à equipe jurídica de Khalil, liderada por sua advogada, Amy Greer. Greer afirmou na segunda -feira que ela tinha falado com Khalil e que ele era “saudável e seu ânimo não se intimidará por sua situação”.

Na terça, 13 membros do Congresso -liderado pelo representante dos EUA da Palestina-Americana Rashida Tlaib- emitiu uma carta exigindo sua libertação imediata.

A prisão ocorreu apenas alguns dias depois Donald TrumpSegunda Administração Presidencial de Cancelou US $ 400 milhões em financiamento para a Universidade de Columbia sobre o que descreveu como o fracasso da faculdade em proteger os estudantes contra assédio anti -semita no campus.

Na segunda -feira, o Educação dos EUA O Escritório de Direitos Civis do Departamento seguiu os cortes de Columbia com novos avisos para 60 outras faculdades e universidades indicando que eles podem enfrentar “ações de execução” por alegações de anti -semita assédio e discriminação em seus campi.

Um comunicado do departamento disse que enviou as advertências sob a autoridade da agência para fazer cumprir Título VI da Lei Federal dos Direitos Civisque “proíbe qualquer instituição que receba fundos federais de discriminar com base na raça, cor e origem nacional”.

“A origem nacional inclui ascendência compartilhada (judaica)”, afirmou o comunicado.

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As cartas decorrem de uma ordem executiva Assinado por Trump logo após retomar o escritório em janeiro Isso pretendia “combater o anti -semitismo”. Uma ficha informativa correspondente à ordem de Trump sugeriu deportar estudantes internacionais envolvidos em protestos pró-palestinos.

Em um comunicado na segunda -feira, a secretária da educação, Linda McMahon, disse que seu departamento ficou “profundamente decepcionado com o fato de os estudantes judeus que estudam nos campi dos EUA continuam a temer por sua segurança em meio às erupções anti -semitas implacáveis ​​que interrompem severamente a vida no campus por mais de um ano”.

“Os líderes da universidade devem fazer melhor”, disse o ex -executivo da promoção da WWE Professional Wrestling. “As faculdades e universidades dos EUA se beneficiam de enormes investimentos públicos financiados pelos contribuintes dos EUA.

“Esse apoio é um privilégio e depende da adesão escrupulosa às leis federais de anti-discriminação”.

Trump teve recentemente ameaçado Interromper todo o financiamento federal para qualquer faculdade ou escola que permita “protestos ilegais” e prometeu aprisionar “agitadores”. O presidente acusou a Universidade de Columbia de falhar repetidamente em proteger os estudantes de assédio anti -semita.

A instituição tem sido um ponto focal para protestos do campus contra Guerra de Israel em Gaza. Manifestações explodiram na primavera passada ambos nos EUA e internacionalmentecom estudantes pedindo o fim do apoio dos EUA às forças armadas israelenses, bem como exigindo que As universidades se despojam de empresas com laços com Israel.

Em Columbia, esses protestos levaram a prisões em massaAssim, suspensões e o renúncia do presidente da universidade na época.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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