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Vaquinha é aberta para menina autista que chorou ao ver casa alagada: família perdeu tudo
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2 anos atrásem
No último final de semana, a chuva devastou a casa de Caroline, mas ela ganhou uma chance de recomeço graças a solidariedade nas redes. A água levou móveis, roupas, alimentos e a alegria da família. E o que mais partiu o coração da mãe foi ver a pequena Thavyna, de 2 anos, desesperada. A menina, que é autista e tem epilepsia, chorou assustada andando no meio da casa alagada.
A situação da família já era difícil antes da tragédia. Caroline é balconista em uma panificadora e sustenta sozinha as três filhas com um salário mínimo. Desde que se separou há oito meses, o ex-companheiro desapareceu e não ajuda financeiramente. Agora, com a casa destruída, ela precisa de apoio para recomeçar. A família é de Fortaleza, no Ceará
“Eu perdi muita coisa. A água destruiu minha geladeira e vários móveis. Eu tive que colocar a cama em cima de tijolos. As minhas filhas ficaram desesperadas”, disse Caroline, em entrevista exclusiva ao Só Notícia Boa.
Alimento e remédios
Caroline já enfrentava dificuldades para pagar as contas e garantir o básico para as filhas. Muitas vezes, quando o dinheiro acaba, ela precisa pegar alimentos na padaria onde trabalha, descontando depois do salário. Mas a conta nunca fecha, e todo mês falta algo na casa.
Além disso, ela tem gastos extras com a pequena Thavyna, que precisa de acompanhamento médico contínuo pelo SUS. O autismo nível 1 de suporte e a epilepsia exigem deslocamentos frequentes e uma alimentação especial, já que a menina tem seletividade alimentar. Cada ida ao hospital ou compra de um alimento adequado pesa no orçamento apertado da família.
Após a chuva que invadiu a casa dela, a luta agora é para recuperar tudo o que a família perdeu.
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Como ajudar
Abrimos uma vaquinha no Só Vaquinha boa para dar uma nova chance a Caroline e suas filhas. Vamos arrecadar fundos para comprar móveis, roupas, alimentos e reforçar as paredes da casa, tornando o lar mais seguro para a família.
Qualquer ajuda faz a diferença! As doações podem ser feitas pela chave Pix:
carol@sovaquinhaboa.com.br
ou por cartão de crédito diretamente no site da do Só Vaquinha Boa, clique aqui.
Todas as transações são seguras e verificadas.
Vamos juntos devolver o sorriso à pequena Thavyna e ajudar essa mãe guerreira a recomeçar?
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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