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A verdade morre na escuridão. Não culpe o bezos | Opiniões
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2 anos atrásem
Logo depois que Donald Trump foi eleito presidente em 2016, o Washington Post apresentou esse slogan pomposo e, até agora, obsoleto: “a democracia morre na escuridão”.
O lema ameaçador foi feito, espero transmitir, imediatamente, a ameaça de fermentação que uma presidência de Trump representou à república em decomposição da América e ao solene compromisso solene e cruzado do Post para manter as luzes tremeluzentes acesas.
Bem, acontece que Jeff Bezos, o proprietário bilionário do Post, que foi fundamental para que o jornal adote o slogan aliterativo, é a “escuridão” que faz com que uma democracia de apoio à vida declare um código azul.
No final de fevereiro, Bezos destruiu a chamada “independência” editorial das páginas de opinião monocromática do Beltway do The Post By pedindo Editores para publicar folhetos que amam o mercado livre sobre a grandeza inerente às “liberdades” e “liberdades” da América.
Sinto muito, mas o post já não estava fazendo isso?
De qualquer forma, os comandos de Oafish de Bezos podem ser, como seus detratores insistem, outro ataque à “imprensa livre” da América, mas pelo menos seus flagrantes “ataques” são feitos de maneira aberta e sem desculpas.
Grande parte do desprezo teimoso da mídia ocidental por sinceridade está escondido por trás de uma concebida fraudulenta e contínua e expressões pretensiosas que deveriam ser reescritas para ler: “A verdade morre nas trevas”.
Esse engano arraigado e em toda a instituição é mais insidioso, pois se baseia em um entendimento explícito sempre para optar pela linguagem flácida que, como George Orwell explicou uma vez, é “projetado para fazer mentiras parecer verdadeiras e assassináveis respeitáveis”.
Considere, para o exemplo flagrante, a cobertura da imprensa ocidental do modus operandi desumano do eixo israelense-americano em direção à Palestina. Antes de Bezos comprar o posto de agitação, as tomadas corporativas de língua inglesa de ambos os lados do Atlântico têm sido fiéis para todos os aspectos sujos do eixo israelense-americano e sua conduta calamitosa em todo o Oriente Médio e, é claro, Gaza e a margem oeste ocupada.
Esses avatares brilhantes de “Todas as notícias que são adequadas para imprimir”, por gerações, se recusaram a chamar Israel de estado do apartheid, apesar dos exaustivos veredictos entregues por grupos de direitos humanos sóbrios.
Eles também se recusam a reconhecer ou admitir que o eixo israelense-americano, por plano deliberado e sinistro, perpetrou o genocídio em Gaza e está se preparando para fazer o mesmo na Cisjordânia com um objetivo abrangente: reduzir a palestina e os palestinos a pó e memória.
Para provar esse ponto instrutivo, fiz uma verificação superficial de como os jornalistas que trabalham na “principal” mídia em inglês ocidental definiram o objetivo ansioso do eixo israelense-americano de purgar, por força, se necessário, mais de dois milhões de palestinos de Gaza e, no devido tempo, três milhões da Cisk Ocidental.
Previsivelmente, descobri que muitos repórteres e editores ocidentais passaram muito tempo e energia ultimamente com um monte de eufemismos agradáveis, em vez de usar essas duas palavras abrangentes e precisas: “limpeza étnica”.
Esta é a lista de palavras e frases benignas que descobri ser empregada de várias maneiras pela BBC, Sky News, CNN, The New York Times, The Washington Post e The Associated Press Wire Service: “Depopote”, “vazio”, “Redefinir”, “transferir”, “Remover”, “Drive Out”, Drive “,” Deslocate “,” Relate “.
Além do (despovoado “e do” expulso “e do” implantamento “, os outros coloquialismos deploráveis sugerem que os palestinos estão dispostos, até contentes, a abandonar suas pátrias ancestrais voluntariamente para dar lugar aos resorts à beira -mar de Trump.
No entanto, essa é a afronta blasfêmica à verdade de que as organizações de notícias ocidentais “mainstream” estão vendendo 24 horas por dia, 7 dias por semana, para seus leitores, ouvintes e espectadores.
Toda palavra estéril e frase é, como Orwell entendeu, destinado a obscurecer e higienizar a brutalidade atacadista prevista e aprovada por Israel e seus confederados em Washington, Londres, Berlim, Paris, Ottawa e além em “Defesa do Indefensível”.
Como os políticos Craven que eles afirmam responsabilizar, a maioria da mídia ocidental é condicionada por sua fidelidade inabalável a Israel – independentemente dos crimes que ela comete ou contemplam, nem as leis internacionais que profanam – para serem deliberadamente cegos para os ultrajes que o resto de nós pode ver.
Essas decisões não são acidentais nem isoladas.
Em vez disso, eles são uma escolha consciente e familiar de editores e repórteres – mais interessados em apaziguamento do que sinceridade – para tornar o palatável o desagradável no serviço compatível de um regime genocida de apartheid e seus facilitadores, para protegê -los da culpa pelo imenso sofrimento que são responsáveis.
As distorções e evasões anódios de hoje representam um esforço calculado para negar e enterrar a realidade sob uma nevasca de mentiras.
Como Orwell escreveu em 1945: “Uma massa de… palavras cai sobre os fatos como neve macia, desfocando o contorno e encobrindo todos os detalhes. O grande inimigo da linguagem clara é a sinceridade. ”
Não é difícil, como resultado, imaginar essa cena se desenrolando todos os dias nas redações de Big Western, em inglês:
Repórter: Chefe, eu sei que a limpeza étnica é verboten. Preciso da sua ajuda para encontrar uma alternativa.
Editor: Você pesquisou em um sinônimo?
REPORTER: Sim, mas todos foram levados.
Editor: Que tal “involuntariamente partir”?
REPORTER: É um pouco pesado, você não acha?
Editor: Não. É perfeito.
Repórter: Tudo bem, então. “Involuntariamente partir” é – pelo menos para o momento expediente.
Lembre -se de que esses são os mesmos repórteres e editores que estão chorando hoje em dia sobre Bezos e seu empurrão beligerante para “amordaçar”.
Os protestos hiperbólicos não apenas cheiram a sinceridade, mas são um testemunho do tamanho de um outdoor de sua hipocrisia gritante.
Eles não são mais aliados da “verdade” do que Jeff Bezos.
Um colaborador irritado do Washington Post correu para Bluesky para se posicionar contra Bezos e sua “mudança significativa” no objetivo e na direção da página de opinião.
“Eu nunca vou escrever para (o post) novamente, desde que ele seja o proprietário”, anunciou o escriba.
Tudo bem, e, suponho, louvável.
Ainda assim, eu me pergunto se ele e seus colegas enfurecidos estariam inclinados a aceitar esse desafio.
Que tal escrever “nunca” para qualquer jornal que rejeite – por uma questão de política editorial declarada ou não declarada – o uso do “estado do apartheid”, “genocídio” e “limpeza étnica” para caracterizar os objetivos grotescos de Israel para os palestinos na Palestina?
Você e eu sabemos que essa é uma pergunta retórica e, eu suspeito, aquele jornalista americano sempre tão corajoso e seus camaradas encolhidos também sabem a resposta.
As opiniões expressas neste artigo são do autor e não refletem necessariamente a postura editorial da Al Jazeera.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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