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A visão de Gaza: como é a decisão dos EUA de não punir Israel | Notícias do conflito Israel-Palestina

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O Departamento de Estado dos Estados Unidos afirma que não limitará as armas que fornece a Israel, elaborando apenas que não foi capaz de “chegar a uma avaliação” de que Israel não está a trabalhar para permitir ajuda suficiente ao enclave que tem bombardeado há muito tempo. mais de 13 meses.

Em meados de Outubro, os EUA disseram que Israel tinha 30 dias para aliviar a crise humanitária que causou em Gaza, um mês depois, reconhecido a situação humanitária em Gaza continuava terrível, mas disse que não iria impor a proibição da venda de mais armas a Israel para continuar a sua guerra.

Com o Inverno a aproximar-se e sem qualquer trégua nas actuais condições de cerco impostas pelos militares israelitas a toda Gaza, os residentes e as agências de ajuda dizem temer que o pior ainda esteja para vir.

Não se trata de etapas específicas

Na sua carta de 13 de Outubro ao Primeiro-Ministro israelita Benjamin Netanyahu, o Departamento de Estado parecia abordar algumas das preocupações sobre a crise humanitária que o seu apoio inabalável à guerra de Israel em Gaza tinha produzido.

O Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, e o Secretário da Defesa, Lloyd Austin, exigiram, entre outras coisas, um compromisso escrito de que Israel não iria prosseguir um cerco ao norte de Gaza, em linha com o que é comummente referido como o “Plano do General”.

Netanyahu teria feito tais garantias verbalmente mas recusou-se a comprometer-se publicamente com eles.

A carta também pedia a Israel que permitisse a entrada diária de pelo menos 350 caminhões de ajuda em Gaza, abrisse uma quinta passagem, permitisse que as pessoas presas em campos de deslocamento costeiros impostos por Israel se deslocassem para o interior antes do inverno, permitisse que as agências humanitárias entrassem no norte de Gaza, que está sofrendo um cerco dentro de um cerco, e travar a implementação da recente legislação que bloqueia a Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA) de operar na Strip.

Oito agências de ajuda internacionais – Anera, Care, MedGlobal, Mercy Corps, Conselho Norueguês de Refugiados, Oxfam, Refugees International e Save the Children – alertaram na terça-feira que Israel não cumpriu “nenhum dos critérios específicos estabelecidos na carta dos EUA”.

Naquela noite, o porta-voz do Departamento de Estado, Vedant Patel, anunciou que os EUA não tomariam quaisquer medidas contra Israel, dizendo aos repórteres e, por extensão, aos dois milhões de pessoas presas em Gaza: “A questão não é sobre medidas específicas”.

Sofrimento específico

“A situação é agora mais do que desesperadora”, escreveu Louise Wateridge, oficial superior de emergência da UNRWA, numa mensagem vinda do norte de Gaza.

“Não há mais palavras para descrever a miséria e o sofrimento infligidos às pessoas daqui. Pessoas mexendo em um saco de farinha. Famílias… implorando por água. Não há absolutamente nenhuma humanidade aqui”, disse ela.

Palestinos fazem fila para comer em Deir el-Balah, Gaza, 17 de outubro de 2024 (Abdel Kareem Hana/AP Photo)

As condições em Gaza são desesperadoras.

Israel, além de ter matado mais de 43.700 pessoas, forçou cerca de 90 por cento da população de Gaza a fugir das suas casas para enfrentar a realidade diária da fome e das doenças em campos esfarrapados que frequentemente são bombardeados.

Para agravar o sofrimento sem paralelo, disse a ONU, Israel estrangulou o número de camiões de ajuda que permite a entrada no enclave bloqueado para um nível mais baixo em Outubro.

Desde Outubro, Israel exacerbou os desafios da distribuição de ajuda, dividindo o enclave em dois, com cerca de 69 mil pessoas a norte da linha de cerco israelita, o Corredor Netzarim, impedidas de aceder à ajuda de que necessitam para viver.

O Comité Permanente Interagências da ONU concluiu que toda a população do norte de Gaza está em “risco iminente de morrer de doença, fome e violência”.

As condições são apenas ligeiramente melhores no sul, onde as doenças se espalham, a comida é limitada e milhares de famílias estão amontoadas em condições de abrigo horríveis, disseram trabalhadores humanitários em Gaza à Al Jazeera.

“Precisamos de mais ajuda, precisamos de mais acesso, precisamos de mais travessias, precisamos de mais agentes humanitários no terreno para continuar esta resposta e desenvolver esta resposta”, disse Wateridge em Gaza.

Especificidade da resposta ou não resposta

Israel tomou algumas medidas para aumentar ligeiramente a ajuda nas últimas semanas e para expandir as “zonas humanitárias” que impôs e bombardeia frequentemente, apesar dos milhares de famílias deslocadas que aí se abrigam.

Tendo aparentemente deixado as coisas para o último minuto, o gabinete de segurança de Israel reuniu-se no dia do prazo final dos EUA, na terça-feira, para aprovar medidas para cumprir os requisitos dos EUA.

Nessa reunião, alguns ministros argumentaram que não havia necessidade de fazer tais esforços, pois esperavam que o novo presidente dos EUA, Donald Trump, fosse “improvável que implementasse qualquer tipo de embargo de armas contra Israel, especialmente nos seus primeiros dias no cargo”.

“O gabinete é composto por pessoas que prefeririam que as pessoas em Gaza ‘emigrassem voluntariamente’”, disse Mairav ​​Zonszein, analista sénior de Israel do International Crisis Group, referindo-se a um eufemismo frequente usado por alguns membros do gabinete para designar deslocamento forçado para abrir caminho para atividades ilegais. assentamentos israelenses.

crianças sentam com seus pertences
Crianças sentadas na traseira de uma carroça puxada por burros enquanto palestinos deslocados de abrigos em Beit Hanoon atravessam a rua principal Salah al-Din em direção a Jabalia (Arquivo: Omar al-Qatta/AFP)

“Este (esforço do gabinete de segurança) foi uma medida temporária para evitar que (o presidente dos EUA, Joe) Biden colocasse mais restrições (a Israel). No entanto, mesmo isso não aconteceu”, concluiu Zonszein.

Linhas vermelhas ignoradas

Nos 13 meses de guerra em Gaza, Israel ignorou as advertências dos EUA e manifestou as preocupações, mesmo as emitidas sobre o assassinato dos seus cidadãos, enquanto os EUA continuaram a fornecer armas a Israel.

Em Outubro, uma investigação da agência de notícias Reuters concluiu que altos Autoridades dos EUA alertaram o governo Biden de potenciais crimes de guerra israelitas dias após o início da guerra, um ano antes.

No entanto, os EUA continuaram a sublinhar o apoio inabalável a Israel.

Em setembro, um alto funcionário dos EUA oficial supostamente alertou Netanyahu para não invadir o Líbano, o que Israel fez de qualquer maneira no mês seguinte, matando cerca de 3.400 pessoas até agora e deslocando mais de 1,2 milhão de pessoas.

Leis específicas violadas

Os EUA “têm ajudado e encorajado o genocídio israelita contra os palestinianos, em violação do Artigo 3(e) (e) da Convenção sobre o Genocídio (e) da própria Lei de Implementação da Convenção sobre o Genocídio dos Estados Unidos”, potencialmente colocando Washington em violação do seu próprio direito e do direito internacional, do direito humano internacional. o advogado de direitos humanos Francis Boyle disse à Al Jazeera.

No entanto, apesar de não seguirem as medidas delineadas no seu ultimato de Outubro, os EUA alertaram Israel na ONU contra o “deslocamento forçado” da população do norte de Gaza ou a “política de fome”.

Nenhuma consequência foi mencionada.



Leia Mais: Aljazeera

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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