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A visão do Guardian sobre o poder, os limites e os riscos da IA: pode exigir repensar a tecnologia | Editorial
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2 anos atrásem
Editorial
Mmais de 300 milhões de pessoas usam OpenAI’s Bate-papoGPT a cada semana, uma prova do apelo da tecnologia. Este mês, a empresa revelou um “modo profissional” para seu novo sistema de IA “o1”, que oferece raciocínio em nível humano – por 10 vezes a atual taxa de assinatura mensal de US$ 20. Um de seus comportamentos avançados parece ser autopreservação. Nos testes, quando o sistema foi levado a acreditar que seria encerrado, tentou desativar um mecanismo de supervisão. Quando “o1” encontrou memorandos sobre sua substituição, ele tentou copiar a si mesmo e sobrescrever seu código principal. Repugnante? Absolutamente.
Mais realisticamente, a medida reflecte provavelmente a programação do sistema para optimizar os resultados, em vez de demonstrar intenções ou consciência. A ideia de criar máquinas inteligentes provoca sentimentos de desconforto. Na computação este é o problema do gorila: 7 milhões de anos atrás, um primata agora extinto evoluiu, com um ramo levando aos gorilas e outro aos humanos. A preocupação é que, tal como os gorilas perderam o controlo sobre o seu destino para os humanos, os humanos possam perder o controlo para a IA superinteligente. Não é óbvio que possamos controlar máquinas mais inteligentes do que nós.
Por que essas coisas aconteceram? Gigantes da IA como OpenAI e Google supostamente enfrentam limites computacionais: modelos em escala não garantem mais uma IA mais inteligente. Com dados limitados, maior não é melhor. A solução? Feedback humano sobre o raciocínio. Um 2023 papel do ex-cientista-chefe da OpenAI descobriu que esse método resolveu 78% dos problemas matemáticos difíceis, em comparação com 70% quando se usa uma técnica em que os humanos não ajudam.
A OpenAI está usando essas técnicas em seu novo sistema “o1”, que a empresa acredita que resolverá os atuais limites de crescimento. O cientista da computação Subbarao Kambhampati disse ao atlântico que esse desenvolvimento era semelhante a um sistema de IA jogando um milhão de partidas de xadrez para aprender estratégias ideais. No entanto, uma equipe de Yale que testou o sistema “o1” publicou um artigo que sugeria que tornar um modelo de linguagem melhor no raciocínio ajuda – mas não resolve completamente. eliminar os efeitos de seu design original simplesmente como um preditor inteligente de palavras.
Se os alienígenas pousassem e presenteassem a humanidade com uma caixa preta de IA superinteligente, então seria sensato ter cautela ao abri-la. Mas os humanos projetam os sistemas de IA atuais. Se eles acabarem parecendo manipuladores, isso seria o resultado de uma falha de design. Depender de uma máquina cujas operações não podemos controlar exige que ela seja programada para que realmente se alinhe com os desejos e vontades humanas. Mas quão realista é isso?
Em muitas culturas, há histórias de humanos pedindo poderes divinos aos deuses. Estas histórias de arrogância muitas vezes terminam em arrependimento, pois os desejos são concedidos de forma demasiado literal, levando a consequências imprevistas. Freqüentemente, um terceiro e último desejo é usado para desfazer os dois primeiros. Tal situação foi enfrentada por Rei Midaso lendário rei grego que desejava que tudo que tocasse se transformasse em ouro, apenas para se desesperar quando sua comida, bebida e entes queridos tiveram o mesmo destino. O problema da IA é que queremos máquinas que se esforcem para atingir os objetivos humanos, mas saibam que o software não sabe exatamente quais são esses objetivos. Claramente, a ambição desenfreada leva ao arrependimento. Controlar a imprevisível IA superinteligente exige repensar o que a IA deveria ser.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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