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A visão do Guardian sobre Trump e Media: Atenção é poder. Os democratas podem pegá -lo? | Editorial
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Editorial
Donald Trump ganhou a Casa Branca não com dinheiroembora ele tenha passado muito disso, mas por dominando a conversa. Ele não parou de fazer campanha. Ele usa a atenção para reforçar seu poder político e usa seu escritório para garantir que todos continuem assistindo.
Ele era barrado das principais plataformas de mídia social Após o ataque de 6 de janeiro ao Capitólio, mas quatro anos depois, seus proprietários compareceram à sua inauguração. Muitos de seus principais contratados parecem escolhidos para a presença da mídia, bem como sua inclinação ideológica e bajulidade. Terça -feira interminável endereço ao Congresso foi decorado com o tipo de reivindicações selvagens Ou mentiras diretas que ele sabe decolar nas mídias sociais. Para ele, postando online Final para o Hamas e um perturbador Vídeo gerado pela IA “Trump Gaza” faz parte da política externa. Um dos momentos mais arrepiantes e reveladores do ataque da semana passada a Volodymyr Zelenskyy foi a observação de Trump: “Esta será uma ótima televisão”.
Surpreendentemente, membros -chave Do círculo de Trump, consistentemente defendeu o auto-degente misógino Andrew Tate, um dos influenciadores de direita que levou os rapazes em relação a Trump. As autoridades romenas permitiram que Tate e seu irmão para voar para os EUA Na semana passada, apesar das acusações pendentes, incluindo estupro, tráfico de seres humanos e lavagem de dinheiro, todos eles negam. (Os irmãos também são procurados pelas autoridades do Reino Unido por alegações de agressão sexual em um caso que remonta a 2012, e quatro mulheres britânicas estão buscando um caso civil contra eles.) Embora a Romênia negue qualquer pressão dos EUA, e o presidente alegou saber nada, a proibição de viagem foi levantada dias após o Enviado Especial de Trump, Richard Grenell, levantou o caso com o ministro das Relações Exteriores da Romênia.
Os irmãos Tate fazem parte das redes de desinformação de extrema direita que não apenas promovem visões vil e extremas, mas também prejudicam fontes respeitáveis de informação. Trump abraça isso, e os ativistas da mídia de extrema direita são convidados a “relatar” do Salão Oval enquanto a Press associada é exclua por se referir ao Golfo do México. A operação da imprensa da Casa Branca tem reinventou -se Como uma máquina de mídia social, vomitando memes intermináveis, linhas de ataque e provocação deliberada para abafar vozes rivais. “Eles são todos ofensivos o tempo todo”, disse Steve Bannon com aprovação.
Como um algoritmo de mídia social fez carne, o próprio presidente serve um interminável, mas imprevisível (e cada vez mais extremo) fluxo de material. Ele mantém os admiradores voltando para mais e sobrecarregar os críticos, que não sabem onde se concentrar. Essa estratégia pode oferecer retornos decrescentes, principalmente porque requer uma constante aumento do conteúdo. Trump só pode fazer muito para dobrar a realidade: falhas da administração, inversões e os custos de políticas como tarifas Provavelmente modificará o entusiasmo dos eleitores.
Mas mesmo sem comandar a liderança política ou o controle de qualquer ramo do governo, os democratas não podem apenas Sente -se E espere para descobrir. O comentarista político e autor Chris Hayes Notas que eles foram definidos pela aversão ao risco, preferindo nenhuma atenção à cobertura crítica. Encontrar maneiras de aproveitar a iniciativa é essencial. As mentiras de Trump devem ser desafiadas. Mas conferir fatos de suas provocações, sem promover as alternativas políticas convincentes, não será suficiente. As respostas processuais e legais são essenciais, mas a capacidade de recuperar o megafone – ou encontrar outra.
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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