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Abandonado pelo PT, Bairro 15 deve ganhar Orla parecida com a Gameleira em 2020

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O projeto de revitalização da orla do Mercado do Quinze, com estimativa orçamentária para até R$ 15 milhões a ser executado pelo Governo do Estado deve valorizar e fomentar a economia na região que ficou abandonada por anos nas gestões do Partido dos Trabalhadores. Os detalhes da obra foram apresentadas neste final de semana, durante a ExpoAcre. O evento contou com a presença da deputada federal Vanda Milani, autora da emenda que vai financiar a obra.

A rua principal do bairro, a Boulevard Augusto Monteiro nunca recebeu investimentos do poder público, apesar de se tratar de uma área de muita trafegabilidade, pois moradores de diversos bairros do Segundo Distrito utilizam os serviços do mercado e da via que é um dos corredores mais movimentados de ônibus da capital.

Inicialmente serão R$ 8,5 milhões que já estão alocados. O secretário Thiago Caetano, da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) ressaltou que a ideia é agilizar os trâmites legais para já iniciar a obra no próximo verão.

O projeto urbanístico, que está sendo desenvolvido pelos engenheiros da Seinfra há certa de três meses, compreende a margem do rio Acre, na região central, até o bairro Quinze. A infraestrutura prevê a construção de quiosques para praça de alimentação, pista de corrida, quadra de areia, área urbanizada com iluminação que propicie circulação noturna e estrutura de contenção de bolsaconcreto, a mesma utilizada na Gameleira. As intervenções fazem parte de um pacote de obras a serem executadas pelo Governo nos próximos anos, com a finalidade de contribuir com a qualidade de vida dos cidadãos.

A expectativa é que a licitação seja feita ainda este ano. De acordo com a Seinfra serão cerca de 12 casas que serão desapropriadas no entorno do rio Acre. O processo normal de desapropriação será feito conforme previsto em lei, pela utilidade pública e abrangerá mais de 600 metros.

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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