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Aberto da Austrália 2025: Sabalenka x Badosa, Keys x Swiatek nas semifinais – ao vivo | Aberto da Austrália 2025
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Daniel Harris
Principais eventos
Sabalenka 5-4 Badosa* Mesmo que perca aqui, Badosa, aos 27 anos, tem tempo para aproveitar esta experiência – se continuar em forma, está a provar-nos agora que está certa – e dois ases juntamente com um vencedor de serviço ajudam-na a segurar por amor. Sabalenka terá que servir o set.
*Sabalenka 5-3 Badosa Excelente de Badosa, disparando um forehand ao qual Sabalenka não consegue responder e fazendo 15-all; um backhand vencedor de dentro para fora, porém, restaura sua liderança no jogo e um erro seguido por um vencedor de serviço leva a campeã a um game do set.
Sabalenka 4-3 Badosa* Um maravilhoso forehand vencedor, bem no escanteio, dá 15 a 0 para Badosa, mas ela precisa ser tão boa para conseguir alguma coisa. Um ponto aguçado quando um cruzamento de forehand brutal e saltitante faz 30-all, e novamente, após outro forehand no canto, aumenta o ponto do jogo apenas para um backhand na linha para forçar outro dois. Atualmente é Badosa quem faz a maior parte da corrida, enquanto Pavlyuchenkova foi, pelo menos por um set ou mais, capaz de colocar Sabalenka em sua bicicleta, mas enquanto digito ela fecha com vantagem e isso é uma grande vantagem – mesmo se ela perder o set , ela precisa que a partida pareça acirrada para que o campeão se sinta ameaçado.
*Sabalenka 4-2 Badosa Com Badosa empurrado para trás, Sabalenka é mais capaz de acertar drops, e um deles a ajuda a fazer 15-0 antes que um forehand vencedor e um ás garantam três pontos de consolidação, com o campeão subitamente dominando. Ela segura 15 e Badosa precisa aguentar firme.
Está cuspindo um pouco, então eles vão fechar o telhado. Acho que isso ajuda Sabalenka se ajudar alguém, porque ela bate com mais força e de forma mais plana, mas imagino que ambos os jogadores serão beneficiados.
Sabalenka 3-2 Badosa* É muito raro ver dois jogadores jogando de maneira brilhante ao mesmo tempo, em parte porque jogar de maneira brilhante é difícil e também porque jogar de maneira brilhante geralmente envolve impedir um oponente de fazer o mesmo. Mas os dois são bons nisso, um ponto característico de cada um – Badosa com forehands pelas costas, Sabalenka aproveitando uma bola curta fazendo 15-all antes, aos 30-all, o campeão disfarça uma linda queda para aumentar o break point. Um forehand longo, porém, significa dois… mas Sabalenka atingiu uma costura agora e domina o próximo rally, Badosa atrás da linha e perseguindo até que o vencedor chegue. Não importa: ela encontra um ás quando realmente precisa de um, então tira vantagem com um vencedor de serviço… apenas para um vencedor de backhand flat restaurar a paridade. Então Badosa constrói um ponto magnífico, Sabalenka balançando de um lado para o outro antes que o vencedor chegue… e rapidamente voltamos ao empate. Isso é tão bom, e Badosa está sob pressão novamente quando um retorno desesperado cai para a linha lateral e sua resposta é ampla; um erro de backhand e vamos para o empate número cinco. Já e embora seja apenas o quinto jogo, este parece ser um jogo crucial, ou pelo menos um Badosa não deve perder, mas ela perde vantagem e desta vez não consegue responder quando Sabalenka acerta um forehand para a esquina. O campeão quebra, e o nível desta partida é adequado, assim como a diversão.
*Sabalenka 2-2 Badosa Um ponto para cada um, conquistado de forma brilhante – Badosa ao acertar forehands pelas costas, Sabalenka ao criar a chance de entrar e volear – significa 15 no total, e as jogadas são muito intensas. Ambos os jogadores respeitam o poder e a habilidade um do outro – a sua capacidade de mudar as coisas repentinamente – mas ambos também procuram sair o mais rápido possível. O teatro de tudo isso – silêncio pontuado por batidas e gritos metronômicos – também está aumentando a tensão e, a partir dos 30 anos, Sabakenka se fortalece, desferindo um voleio com uma liberação alegre para nos subir de nível.
Sabalenka 1-2 Badosa* Do jeito que Sabalenka está jogando, Badosa precisa acertar as bolas, e depois de mais um forehand rebelde faz 15 a 0, um belo backhand na linha seguido de um do campeão na rede levanta três pontos de consolidação. Um erro salva, depois uma reviravolta tremenda, um cruzamento esmagado na reta, aumenta a pressão, e uma volta para escanteio permite que Sabalenka finalize para dois. Ela já jogou o seu caminho para esta partida e está no controle do próximo ponto… até que não esteja, Badosa perseguindo o lado do forehand e chegando no timing perfeito para criar a vitória na linha. Isso já parece um épico, ainda mais quando um terrível retorno de forehand vencedor restaura o empate… e a campeã rapidamente aproveita a vantagem, tentando convertê-la ao levantar um lob, apenas para Badosa improvisar brilhantemente, um double- entregou o backhand acima da cabeça, salvando-a. O problema é que dois forehands moderados na rede dão a Sabalenka o contra-ataque; isso é algo fantástico e tudo o que esperávamos que fosse.
*Sabalenka 0-2 Badosa Sabalenka vai longo, então novamente, e imediatamente ela está sob pressão, mas Badosa acerta um backhand longo; não importa. Um grande saque amplo parece pronto para ditar o próximo rally, mas outro forehand overhit significa 15-40, dois break points… Badosa precisa de apenas um, outro forehand selvagem desviado para entregar um break que veio com muita facilidade.
Sabalenka 0-1 Badosa* (denotes server) Um grande vencedor de serviço no T faz 15-all, mas Sabalenka assume o controle do próximo ponto com um retorno de forehand estrondoso, limpando com outro na linha Então, diante de um segundo saque, ela avança um pouco e começa a bater … mas justamente quando 15-40 parece uma questão de tempo, um backhand na reta e na linha leva Badosa de volta ao ponto e eventualmente ocorre o erro; 30-tudo. Mas um double apresenta break point; outro vencedor do serviço o confisca e, até agora, o azarão está lidando bem com a pressão, enquanto digito uma surra de um ás no T para obter vantagem. E embora ela não deva vencer o próximo rally, Sabalenka está na rede e não consegue finalizar, ela faz seu oponente jogar bolas suficientes para que o erro aconteça. Badosa está nisso!
Badosa para servir e pronto … jogar.
Nossos jogadores estão em quadra, e a atmosfera está crescendo.
Sabalenka, claro, é uma imagem de serenidade agora, mas ela mesma não é estranha ao nervosismo – ela desmaiou contra Muchova em Paris em 2023 e contra Pliskova em Wimbledon em 2021. Foi somente quando ela venceu o Aussie Open em 2023 que ela se adaptou ao seu estilo, e ela estava nervosa recentemente, na terça-feira.
Ambos os jogadores sabem que nas oitavas de final em Flushing Meadow no ano passado Badosa entrou em colapso; ela perdia para Emma Navarro por 2-6 e 5-1, mas em vez de sacar perdeu o set por 7-5. Depois disso, ela mudou aspectos de sua equipe – duvido que ela estivesse culpando, mas um desastre como esse exigia um ambiente novo para seguir em frente – e duvido que veremos algo semelhante dela aqui. Mesmo ouvindo-a falar, ela parece mais à vontade consigo mesma.
E claro, para alegria extra, Badosa e Sabalenka são grandes amigas. Acho que isso poderia ser mais difícil para a campeã, que sabe o quanto sua amiga quer isso porque ela mesma sabe o quanto ela mesma queria; destruir seus sonhos é necessário, mas não é agradável.
Badosa é um daqueles jogadores que eu esperava. A primeira vez que a vi jogar, fiquei extremamente impressionado com seu empreendedorismo e poder – não me lembro contra quem foi, mas ela perdeu – e tive certeza de que a veria no final dos campeonatos. Mas desde então, as dificuldades com lesões e em lidar com a pressão a impediram – até agora. O alívio de voltar a jogar parece ter dado uma nova perspectiva a Badosa, e quanto mais penso nisso, mais gosto dela aqui.
Primeiro é Sabalenka x Badosa, e o azarão viu exatamente como incomodar a campeã porque Anastasia Pavlyuchenkova lhe mostrou outro dia: recuse-se a sair da linha de base, ataque o segundo saque, mantenha-a em movimento.
Se Sabalenka não conseguir firmar os pés, será mais difícil para ela sair, além de que um bom número de seus tiros acertam o meio; Badosa precisa redirecioná-los não para as linhas, mas para as curvas. E ela também pode se beneficiar ao tentar quedas porque, embora o jogo na rede de Sabalenka tenha melhorado, qualquer coisa que a mantenha na dúvida é útil.
Antes de prosseguirmos, uma boa notícia: Henry Patten – treinado por Calvin Betton, o especialista residente deste blog – está, junto com Harri Heliovaara, seu parceiro, na final de duplas masculinas. Os campeões de Wimbledon venceram Kevin Krawietz e Tim Putz por 6-4, 3-6 e 7-6(7), no que Calv descreveu como “a partida de duplas de mais alto nível que já assisti”. Vá no GBG!
Preâmbulo
O melhor tênis é definido por rivalidades – seu Edberg x Beckers, seu Evert x Navratilovas e assim por diante. E dado que entre eles, venceram seis dos últimos 12 Grand Slams, nesta época deve ser sobre a batalha de Iga Swiatek com Aryna Sabalenka. No entanto, eles ainda não se encontrarão na final – uma estranheza que poderá ser resolvida até ao final de hoje.
Swiatek brutalizou seu quarto do empate, não perdendo nenhum set e apenas 14 jogos em sua corrida para as semifinais, enquanto Sabalenka foi empurrada em sua última partida, mas, como sempre parecia inevitável, ela fez o que precisava para vencer; ela não perde em Melbourne desde 2022.
Mas ambos enfrentam desafios complicados esta noite/manhã. Madison Keys tem uma nova raquete com novas cordas e é mais capaz de controlar seu colossal jogo de poder, o que a torna mais capaz de se controlar, o que a torna uma proposta muito séria. Se ela estiver nisso, ela pode causar todos os tipos de problemas a Swiatek (e sim, se ela não estiver, ela será espancada).
Da mesma forma, Paulo Badosa bate na bola de forma quase tão monstruosa quanto Sabalenka. Ela também parece não apenas ter se encontrado, mas encontrado uma maneira de se controlar, e nunca jogou melhor. Se ela estiver à altura da situação, ela será uma ameaça.
Isso vai ser ótimo.
Jogo: 19h30 local, 20h30 GMT.
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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