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Um morto na Ucrânia enquanto Trump ameaça a Rússia com sanções | Notícias da guerra Rússia-Ucrânia

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A troca de tiros intensifica-se à medida que Moscovo e Kiev disputam vantagens nos primeiros dias do novo mandato de Trump.

Uma pessoa morreu e pelo menos 24 ficaram feridas num ataque de drones e mísseis na cidade de Zaporizhzhia, no sudeste da Ucrânia, disseram autoridades regionais, enquanto culpavam a Rússia pelo ataque.

Mais de 20 mil residentes também ficaram sem energia e 17 mil sem aquecimento como resultado do ataque noturno, segundo o governador Ivan Fedorov, que disse que uma instalação de energia foi destruída.

Ele acrescentou que um homem de 47 anos foi morto no ataque e pelo menos quatro socorristas, bem como um bebê de dois meses, estavam entre os feridos.

“Edifícios residenciais… foram danificados por uma greve. A onda de choque quebrou janelas e danificou um telhado”, disse Fedorov no Telegram.

Mais tarde, os militares ucranianos afirmaram ter abatido 57 dos 92 drones lançados pelo ataque noturno das forças russas, acrescentando que outros 27 drones foram “perdidos localmente” e não causaram quaisquer danos.

O ataque mortal de quinta-feira foi o mais recente numa intensificação do debate no sul da Ucrânia, enquanto Moscovo e Kiev disputam vantagens no primeiros dias da administração do presidente dos EUA, Donald Trump.

Na quarta-feira, Trump intensificou a pressão sobre Vladimir Putin para fazer um acordo de paz com a Ucrânia, ameaçando medidas económicas mais duras se Moscovo não concordar em pôr fim à guerra que já dura quase três anos.

Antes da sua tomada de posse, na segunda-feira, Trump tinha prometido pôr fim à guerra na Ucrânia imediatamente após assumir o cargo, aumentando as expectativas de que iria alavancar a ajuda para forçar Kiev a fazer concessões à Rússia, que invadiu em Fevereiro de 2022.

Imran Khan, da Al Jazeera, reportando de Kiev, disse que Zaporizhzhia esteve sob fogo intenso nas últimas 24 horas, com cerca de 361 ataques ocorrendo, incluindo quatro mísseis balísticos.

“A verdadeira preocupação agora são as pessoas que estão sem eletricidade. Estamos no meio do inverno”, disse Khan.

Anteriormente, autoridades instaladas pela Rússia na região parcialmente ocupada de Zaporizhzhia disseram que pelo menos quatro drones ucranianos atacaram Enerhodar, uma cidade cujos residentes servem principalmente na usina nuclear de Zaporizhzhia, controlada pela Rússia.

Duas subestações de eletricidade perto de Enerhodar teriam sido atingidas. Não houve vítimas e nenhum detalhe sobre os danos foi fornecido.

A Rússia havia apreendido a usina nuclearo maior da Europa, com seis reatores, nos primeiros dias da guerra e desde então cada lado acusou o outro de realizar ataques periódicos à instalação.

“Este é um ato terrorista”, disse o prefeito em exercício Maksim Pukha, instalado na Rússia, à agência de notícias russa RIA, dizendo que infraestruturas civis e áreas residenciais foram atingidas. “Residentes pacíficos não deveriam de forma alguma ser alvos de tal ataque.”



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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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